quinta-feira, 31 de março de 2011

The Patrick Miracle

Há coisas que me chocam profundamente. Uma delas é saber que há pessoas más. Pessoas que se sentem bem em maltratar o próximo. Ou simplesmente pessoas amarguradas cujo "coração" já apodreceu há muito tempo e não são capazes de sentir amor, pena, gratidão ou misericórdia.
É-me muito difícilcompreender aqueles que maltratam quem lhes quer bem. Quem é leal, fiel, quem dá amor sem pedir nada em troca.Todos os dias leio relatos de abandono e maus-tratos a animais. Todos condenáveis. Mas há casos que nos marcam, que nos chocam de tal maneira que nos fazem perder a fé na Humanidade. 
Este é um deles. Podem segui-lo pelo facebook aqui ou ver a sua evolução aqui.

sábado, 26 de março de 2011

Pixar, Dreamworks e animação.

Adoro filmes de animação. Colecciono os DVD's originais dos grandes clássicos da Disney. Para mim, os melhores de sempre que vi e revi e revi e revi nas velhinha cassetes quando era miúda. Com o avanço da tecnologia a Pixar e a Dreamworks têm tido alguns projectos muito interessantes. Os meus preferidos passam pela "Idade do gelo", "Nemo", " Ratatui", "Madagascar" e o mais recente da Walt Disney Pictures "Entrelaçados". 
Gosto, sobretudo, de ver filmes de animação com crianças. E agora com o 3D, que em filme normais só serve para gastar mais dinheiro, que torna os filmes de animação deliciosos. E ver os miúdos de óculos gigantescos a tentar apanhar as personagens que parece que vão sair do ecrã é de rir. Recentemente vi "Alfa e Omega" que gostei e brevemente irei ver o "Rio". Entretanto vi este short film da Pixar, lindo de morrer que me deixou uma lagriminha no canto do olho. Tão lindo!

Ou, neste caso, uma má semana.



Sábado, finalmente. Precisava urgentemente de uns dias de folga. Esta semana foi para esquecer. Desde Domingo até hoje. Começando pelo facto de ter atropelado um gatinho no Domingo que me fez chorar durante os três dias seguintes, passando por ter apanhado uma gripe e uma infecção nos ouvidos com direito a urgências às seis da manhã e acabando por ser vítima de burla de um filho da puta que, fazendo força para acreditar em mau olhado, espero profundamente que o cabrão gaste os 50 euros em taxas moderadores de internamento hospitalar. Azar atrás de azar, chatice atrás de chatice. Espero, ansiosamente, a chegada de melhores dias.

quarta-feira, 16 de março de 2011

terça-feira, 15 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

Manifestação "geração à rasca"


À parte a roubalheira que passa neste país, à parte o estado do Estado, à parte toda a precariedade que se vive neste momento, quem, mas quem leva a sério contestatários como estes palhaços?

quarta-feira, 9 de março de 2011

O melhor do Brasil é...

... a Paçoquita. Tão mas tão bom.Tão mas tão viciante. Tirem-me isso da frente!

Ser portista.

Em criança passava as tardes em casa da minha avó, onde fui criada juntamente com um primo da mesma idade que eu, enquanto os meus pais trabalhavam. Lembro-me de variados momentos, sobretudo dos bons, porque tive uma infância feliz.
Passamos então à parte futebolística da coisa. O meu primo sempre foi portista, pai portista, mãe portista, logo filho portista. Até aí nada de anormal. A minha mãe não gosta de futebol, o meu pai gostava, simpatizava com o Boavista, portanto nunca fui influenciada pelos meus pais. A minha avó era uma apaixonada pelo Benfica. Torcia pelo Benfica, ia ver jogos à Luz. Desde cedo que o meu primo mostrou tendência pelo Porto, logo sobrei eu. A minha avó comprava camisolas azuis para o meu primo e vermelhas para mim. Lembro-me perfeitamente de uma vez ter dado uma caneca com o símbolo do Porto com o nome gravado ao meu primo e me ter dado a mim uma do Benfica. Não sei dizer se me tornei portista porque queria ter as coisas iguais às do meu primo ou se me tornei portista porque todos queriam que eu fosse do Benfica, e, como se sabe, todas a crianças são do contra. O certo é que passei a detestar tudo o que era vermelho. Não gostava, não queria. Queria o azul.
Entretanto entrei para a escola. A minha escola primária ficava muito perto de minha casa. Eu, o meu primo e dois vizinhos íamos e vínhamos juntos a pé (no tempo em que crianças de 6 anos ainda podiam andar sozinhas). Esses dois vizinhos eram do Benfica. Então, várias vezes, entre concursos de arrotos (eu não, eles) e toques e fugas nas campainhas dos vizinhos (eles também, claro), discutíamos pelo caminho o típico quem é o maior. Porque o Benfica era o maior. Porque o Porto era o maior. Sempre amigos, mas sempre às turras.
Por diversas vezes fui ver os clássicos com a minha avó à Luz (sim porque a minha avó recusava-se a entrar nas Antas). Acho que cheguei a ir mais vezes à Luz que propriamente às Antas. Lá ia de cachecol do Porto ao pescoço até Lisboa. Sempre festejei os golos, sempre gritei, sempre vibrei. Lembro-me de um jogo em especial. Em 1996, tinha eu 14 anos, fui à Luz ver o jogo da Supertaça. Lembro-me de gritar golo por 5 vezes, sim 5 vezes. O Porto ganhou por 0-5 ao Benfica.
E por isso nunca percebi porque razão diziam que o Benfica era o maior.Porquê, se eles pouco ganhavam (e eu da época dos descobrimentos não me lembrava de nada).Só mais tarde percebi a diferença entre ser o maior e ser o melhor. O Benfica é o maior porque tem mais adeptos em Portugal e Angola e porque é conhecido na Suíça e no Luxemburgo.Mas o melhor, o melhor é o Porto. Porque joga melhor, porque ganha mais.E não gostamos todos do melhor? Durante estes 28 anos festejei diversos campeonatos, taças de Portugal, uma Taça UEFA, uma Taça da Liga do Campeões, 1 Taça Intercontinental e muitas vitórias. Fiz a escolha certa e tenho muito muito orgulho. Dou diversas vezes graças a Deus pela chamada interior que tive que me impediu de sentir qualquer tipo de afecto por esse clube de Lisboa.
Sou do Porto, porque é o melhor, porque é o clube da cidade, porque é um clube de raça, porque jogam com paixão, porque me dá alegrias. E quem não quer ter alegrias?

terça-feira, 8 de março de 2011

Comédias Românticas


Decididamente a comédia romântica não é de todo o meu tipo de filme. Eu gosto de me rir. A sério que sim. Mas só consigo rir com coisas que têm realmente graça. A cada nova comédia romântica que sai, morre uma flor. Piadas está difícil, os temas estão gastos e mais que gastos. Os actores que os fazem são sempre os mesmos. Fracos actores na sua grande maioria e um ou outro desperdício de actor em filmes fracos. " O Dilema" foi o último que vi. O Vince Voughn é mau actor, a Winona Ryder já devia estar na reforma,o Kevin James é a excepção, e que raio deu na cabeça da Jennifer Connely para fazer um filme destes? O filme, em 111 minutos, tem dois bons momentos engraçados. Stop.

O "No Strings Attached" não conseguiu arrancar-me uma única gargalhada. O Ashton brilhou com o "Efeito Borboleta"  e a partir daí foi sempre a descer. A Natalie fez este filme ao mesmo tempo que a irmã gémea fez o "Cisne Negro". Não podem ser a mesma pessoa.
A Katherine Heigl, que eu gostava tanto na "Anatomia de Grey", está a tornar-se a nova Jeninha. A Jennifer Aniston que se cuide, quando lhe passar o efeito criogenia já não vai continuar a poder fazer personagens de 30 anos.   

Enfim, tudo mau! Acho que vou desistir de ver filmes destes.

segunda-feira, 7 de março de 2011