terça-feira, 9 de julho de 2013

Por Paris ... II


Notre Dame foi um dos locais que mais gostei de visitar. A espera para entrar foi um pouco custosa. Cerca de 40 minutos de sol quente e chuva. Quem vai a Paris para visitar monumentos não pode ter pressas. Tudo tem filas enormes. 40 minutos de espera não é absolutamente nada comparado com o que é normal esperar. E ver Paris do cimo de Notre Dame vale, definitivamente, a pena. E fazer uma festinha nas gárgulas também.

Depois de subir à Torre Eiffel, fomos ao Arco do Triunfo. Este, diabolicamente localizado numa rotunda gigantesca onde carro meu nunca poria uma roda. Uma passagem subterrânea atravessa a dita até ao monumento. Não subimos porque achamos que não valia pena. Não deixa de ser mais um monumento imponente.








Descemos (ou subimos?) os Campos Elísios até ao Louvre. Sempre tive uma visão romântica dos Campos Elísios enfeitados na época natalícia, com um frio saboroso, eu com um caso quentinho e um homem jeitoso a fazer compras naquelas lojas demasiado pesadas para o meu bolso. Como em Junho não há luzes de Natal, os Campos Elísios não passam de uma avenida gigantesca com lojas completamente fora do alcance do comum mortal. Tudo grande. Muito grande. 





Chegamos ao Louvre ao fim de uma longa caminhada. Não entramos porque as filas eram gigantescas e já estava-mos a meio da tarde. Já não valia a pena esperar para entrar e sair sem ver quase nada. Terá de ficar  para uma próxima visita. 









Pelos caminho, e porque Paris tem muito que ver, fomos esbarrando em monumentos não tão conhecidos, mas igualmente grandiosos. Destaco a lindíssima Ponte Alexandre III.










Continua ...

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Por Paris... I


Fomos pela Ryanair, vôo para Beauvais. No aeroporto, apanhamos um autocarro até ao centro da cidade. Cada bilhete custou 16 euros para percorrer os cerca de 80 km até Paris. Saímos em Porte Maillot, seguimos para o metro. Um pacote de dez viagens custa quase 14 euros, mas é o ideal, uma vez que cada bilhete individual não fica por menos de 1.70 euros. O metro em Paris é, por assim dizer, assustador. Velho, sujo, com um ambiente pesado. No entanto, não deixa de ser o melhor meio de transporte para nos movimentarmos na cidade. As linhas são imensas e atravessam a cidade toda num piscar de olhos. A maior parte das viagens são feitas tipo sardinha em lata, tal é o movimento que tem. Por uma questão económica, sim, porque por cá o dinheiro não abunda, infelizmente, ficamos hospedadas um bocadinho afastadas do centro. O Hotel Altona, fica na zona de Rochechouart - Montmartre, pertinho de uma estação de metro que alberga duas linhas, o que pesou também na escolha do hotel. O hotel, de duas estrelas, não é mau. Quartos limpinhos, com casa de banho. A malta da recepção é simpática e fala outras línguas além do francês. O pequeno almoço, embora nada de especial, tem o essencial, pão, croissants, leite, café, chá, sumo, cereais e nutella. Nutella eveywhere em Paris. O problema do hotel é mesmo a zona onde está inserido. Bairro de magrebes e monhés. E não, não sou racista. Mas passar em ruas onde a população masculina está encostada às paredes com aquele olhar medonho, pode ser um bocadinho assustador. Não tivemos qualquer problema. Mas a zona em si não é mesmo nada agradável. A parte boa é que é perto do Sacré Couer , uma basílica lindíssima, que fica no ponto mais alto da cidade. É uma zona muito bonita e agradável, com ruas estreias, com lojas, brasseries e muita turistada.




Relativamente a Paris, não se pode negar que é, de facto, uma cidade imponente. As avenidas são gigantescas. É tudo em grande. O trânsito e o movimento. Arquitectonicamente é uma cidade linda. Os edifícios são brutais e os monumentos extraordinários. A Torre Eiffel, Notre Dame, o Arco do Triunfo e toda a área circundante do Louvre enchem o olho. Do cimo da Torre Eiffel e de Notre Dame vê-se uma cidade desenhada em blocos gigantescos e aí percebe-se o encanto e a magia de Paris.












Continua....

domingo, 23 de junho de 2013

Noite de São João




Na noite de São João 
Vem para a rua e faz a festa
Lembra-te que no Porto
Não há noite como esta

É noite de diversão
Comemos sardinhas assadas
Lançamos um grande balão
 E damos boas gargalhadas

Ó meu rico São João
Meu santinho milagreiro
Faz um gosto aqui à menina
Traz de volta o meu marinheiro


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Em como não quero viver num mundo onde existe gente desta



Foi encontrada uma tartaruga neste estado lastimável no campo de golfe Delbrook Golf Club, em Delavan, no estado do Wisconsin, nos EUA. Segundo o jornal Daily News, a tartaruga fêmea foi encontrada depois de ter sido espancada com um taco de golfe enquanto procurava um local para depositar os ovos. A criatura tinha vários buracos na carapaça e o olho direito destruído. Encontrada ainda com vida, e depois de uma operação arriscada, a tartaruga viria a morrer. 
A Global Conservation Group de Watertown e a PETA oferecem recompensa a quem tenha qualquer informação sobre o autor do ataque. Os mesmos estão a ser procurados pela polícia. 


A tartaruga quando foi encontrada.