domingo, 29 de janeiro de 2012

Canções do Caralho



Foram três horas (sim, três) de música. Digo, música! Nunca tinha assistido a nenhum concerto do Abrunhosa, e agora posso dizê-lo, infelizmente. Quem precisa de voz para cantar, quando se transpira música? Percorrendo vários álbuns ao longo dos 18 anos de carreira, vi-me com 12 anos a cantar aquelas músicas de trás para a frente. Não Posso Mais, Lua, Socorro, É Preciso Ter Calma, Tudo O Que Eu Te Dou, Será (a minha preferida na altura),  ou Se Eu Fosse Um Dia O Teu Olhar, são já clássicas.  Passando pelo último Longe, Não desistas de mimEntre a espada e a parede é das que mais gosto. Mas preferências à parte não houve nada que não gostasse. Todo o espectáculo foi brilhante. O gajo é um senhor. E um Coliseu a abarrotar é sempre bonito.

Fiquei impressionada. Foi um concerto do caralho.







Fotos: Palco Principal

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Eu e o Clooney.

Então, foi mais ou menos assim. Ontem fui à ante-estreia de um filme, que não me lembro qual é porque não cheguei a vê-lo. Já na sala, senta-se ao meu lado um senhor com muito bom aspecto que também trazia um convite na mão. Começamos a falar e reparei que esse senhor era o George Clooney. Sim, é verdade! Nisto, ele aborrecido, pergunta-me se quero ir com a ele para casa dele. Óbvio que disse que sim. Descemos uma ribanceira. No fundo um mar de águas azuis,  límpidas, maré baixinha. Atravessamos até casa dele que ficava, literalmente, nuns rochedos no meio do mar. Aquela casa era um palácio, toda em vidro. Entretanto, sai-me uma fulana, namorada do Clooney que disse que ia fazer o almoço (sim, porque entretanto já era dia), o Clooney foi dormir um bocadinho e disse para eu ficar por lá. Fui dar uma viste de olhos às redondezas enquanto a dita cuja fazia o tacho. Sentei-me numa rocha e espreitei para baixo, havia uma rua estreitinha e logo depois o mar. O George veio sentar-se à minha beira e começamos a conversar. Nisto ouço uma voz familiar, era a minha mãe que estava na rua estreita, mesmo por baixo de mim. Espreitei e quando me viu disse : "Estou com uma diarreia. Vou-me cagar toda".  E acordei. Foi bonito!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Não há arame para 2012


É o que consta. Não vai haver arame, guito, tusto, pasta para curtir 2012. É o IVA a aumentar, os ordenados a baixar, mais tempo a trabalhar e nada para gastar. E parece-me é que vou ver Dublin por um canudo (daí o verde, não sei se já repararam). Portanto, e porque tudo tem remédio, aceito patrocínios para a viagem. Vá, apenas 4 diazitos, mais lá para os meses de calor que frio e chuva já cá temos que chegue. Não me importo de andar com uma garrafa de Casal Garcia na mão a viagem toda. Mostrar uma T-Shirt da Super Bock em todos os Pubs por onde passar. Andar vestida com roupa de rancho. Ou mesmo cantar a música do azeite Gallo durante grande parte do percurso. Então, quem se chega à frente, hã?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Drive


Não foi nada daquilo que estava à espera. 
Não é filme fácil. Mas é um bom filme. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sister Act


Tinha para aí 12 anos quando vi este filme. E vi vezes sem conta. 
No outro dia lembrei-me e deu-me saudades. Acho-o delicioso. 



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Anonymous



Imagino o que resta de Shakespeare às voltas na sua tumba. 
Na Abadia de Westminster deve ouvir-se o eco das ossadas de Isabel I em desespero. 
Mas este filme é muito bom. E é isso.

domingo, 27 de novembro de 2011


É oficial! O Zborbing não presta. Não vale um chavo. Não vale nem um tostão furado. Nem a ponta de um corno. O Zbording deixa-nos SEMPRE ficar mal quando precisamos dele.
 Cambada de cagalhões!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011


Qualquer semelhança entre a frase da imagem
e a realidade é pura coincidência.




No dia de hoje do ano de 1845 Eça de Queirós  nascia na Póvoa de Varzim.