terça-feira, 18 de outubro de 2011

Máfia Social

Não fosse a situação actual do país tão grave poderia dizer que dá gosto ver o povo finalmente unido em torno de um objectivo. A luta. A luta pela justiça social que não existe neste país. É uma vergonha serem sempre os mesmos a pagar pela incompetência alheia. É uma vergonha sermos constantemente roubados enquanto capitalistas nojentos e sem escrúpulos enchem as suas contas bancárias. É uma vergonha pedirem sacrifícios à classe média enquanto se ouve constantemente notícias de abusos e de excessos daqueles que são os verdadeiros responsáveis pelo estado deste país.










Fotos: TSF Online

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

 .

E com a estória do bigfoot, lembrei-me do littlefoot e depois lembrei-me deste filme. Lindo de morrer.
A voz original de Anne-Marie, a criança orfã do filme, pertenceu a Judith Barsi, que na vida real não teve tanta sorte como a personagem que interpretou. Morreu aos 10 anos assassinada pelo seu próprio pai. Este foi o seu último filme e foi lançado já depois da sua morte.

Selos

Usam os selos como desculpa, mas eu sei é que o Aflito quer é saber coisas super interessantes sobre a minha pessoa. Então aqui vai.


O que eu mais gosto em mim? 
Os meus lindos e perfeitinhos pés tamanho 40.

O que eu menos gosto em mim?

Pêlos.

Se ganhasse o Euromilhões eu...
comprava o Estádio da Luz, a TVI e a Ilha da Madeira. E depois... ah ah ah ah (riso maléfico).

Citar 10 coisas sem as quais não viveria:

Respirar, comer, beber, cagar, dormir, acordar, trabalhar, viajar, ler e escrever.

Qual o significado do blogue para mim?

Significa uma cena fixe.

O que é beleza para mim?

Beleza para mim é tudo o que é bonito.

Frase que marcou a minha vida:
O AMOR é como um fósforo, só dura enquanto há pau.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Espanhola :  - Me das um helado de fresa?
Eu:  - Sim.

(Entretanto o marido paga)

Espanhola para o marido que já estava fora da loja:  - Pablo, tienes que pagar.
Eu:  - Já está pago.
Espanhola: No te entiendo.

Eu:  -.-

domingo, 9 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Think Black




Aos espertos que criaram a publicidade da Depuralina só tenho uma coisa a dizer. Adorava dar-vos um enxerto de porrada com cacetes de pão, enfiar-vos trinta bolas de berlim pela goela abaixo através de um funil, atirar-vos com tabletes de quilo de chocolate à cabeça e enfiar-vos vinte éclairs pelo cú acima.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011


É oficial.
 O cantinho das oportunidades daé o meu sítio preferido do Arrábida Shopping. 


O Outono ainda mal começou e eu já enfardei para aí uns dez dióspiros   

sábado, 17 de setembro de 2011

Budapeste

Budapeste foi, de longe, a cidade que mais me surpreendeu. De Praga, já levava altas expectativas. De Viena já esperava tudo em grande. Para Budapeste só levei curiosidade. Budapeste pareceu-me uma cidade mais real. Mais humana, digamos.
Uma curiosidade, quando entramos na Hungria, paramos numa estação de serviço para verter águas e tomar qualquer coisa a aquela música muito conhecida da Aurea passava numa qualquer rádio húngara. Tomamos um cafézinho e pagamos em forints. A moeda na Hungria é relativamente parecida ao nosso antigo escudo 1000 forints = +/- 4 euros. 
Já no centro da cidade havia muito trânsito, muito ruído e cheiro a poluição. Budapeste é uma cidade grande, cheia de movimento, com muito comércio e casinos ( embora, não tantos como em Praga). Os monumentos não estão muito bem conservados, mas parece que estão a melhorar nesse aspecto. É uma cidade também cheia de história, como as anteriores, mas onde se nota aquele contraste com o modernismo e o avanço que faz desta a "pérola do Danúbio". Apesar de não ter a limpeza e o perfeccionismo de Viena ou Praga, achei Budapeste uma cidade cheia de carisma e com muito potencial. Vim mesmo com uma boa impressão, talvez porque tenha sido a cidade onde ficamos mais tempo e tivemos mais tempo para explorar. Gostei muito.
Em relação à língua, os húngaros falam húngaro. E só, já chega. Inglês? Nada. Placas em inglês não há. Em duas ocasiões andamos à borla nos transportes públicos, porque não descobrimos onde se tiravam os bilhetes e não havia ninguém que nos soubesse explicar. Era um filme para perceberem o que queríamos. Cheguei quase mestra em linguagem gestual.














Viena

Chegada a Viena a paisagem muda. Nota-se que estamos noutro país, um país bem mais à frente. Viena é uma cidade que mete respeito. Esmaga. Tudo é grandioso. Grandes monumentos, impecavelmente conservados. Ruas largas, super limpas. Tudo tão limpo e tão direito e tão civilizado que chega a meter impressão. Até os habitantes. Bem vestidos, altos, loiros, magros, sempre a direito. Sem grandes defeitos a olho nu. Gostei imenso da visita à Ópera e tive pena de ter oportunidade de assistir a uma (que não fosse assim muito chata). Achei curioso ver o pessoal vestido a preceito, de fato e gravata e vestido de gala, a abocanhar uns cachorros e a deitar abaixo umas bejecas enquanto esperavam para entrar na Ópera. 
Aqui senti-me melhor em termos de comunicação. De alemão conseguia perceber qualquer coisinha. Ler umas placas ou um menu. A grande parte das pessoas com quem falamos entendia inglês. Portanto, sem problemas de maior.
Viena tem tanto de linda e imponente como de cara. Até me custa estar sempre a falar de dinheiro, mas é inevitável. Senti-me roubada ao pagar 3.80€ por uma cerveja (má), um bilhete de eléctrico custa a módica quantia de 2.20€. Isto já para não falar do preço do café. Café, mau ainda por cima. O que é que se passa com os países europeus e o café? Em nenhum destes países paguei menos de 2€ por uma mijoca disfarçada de café. Portanto, quem quiser ser feliz em Viena não se esqueça de levar uma carteira cheia de euros. 










sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bratislava

Bratislava vimos só de passagem. Estivemos lá só uma tarde a passear no centro. É uma cidade cujo centro histórico é muito pequeno. Depois da separação da antiga Checoslováquia, Bratislava tornou-se capital da parte mais pobre, a Eslováquia. Nota-se que não tem a grandiosidade de uma capital europeia. De qualquer forma tem um centro bonito e limpo. E creio que foi o sítio onde os habitantes foram mais simpáticos e agradáveis. Aqui, já com o euro, foi a cidade mais barata das que visitei. Ainda assim, mais cara do que Portugal.