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quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
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Brasileira: Você tem cartão de telefone?
Eu: Sim, tenho vários.
Brasileira: Qual é o preço?
Eu: Os cartões custam todos 5 euros, os tarifários é que variam.
Brasileira: Não entendi!
Eu: (???) Os - cartões - custam - todos - 5 - euros. - Os - tarifários - é - que - são - diferentes - dependendo - do - sítio - para - onde - quer - ligar.
Brasileira: Eu quero um cartão.
Eu: (???) Sim, diga-me só para onde quer ligar.
Brasileira: Ah ah ah. Pro Brasiuuu!
Eu: ( Jura??) Sim, mas para que zona do Brasil quer ligar?
Brasileira: Oi?
Brasileira: Você tem cartão de telefone?
Eu: Sim, tenho vários.
Brasileira: Qual é o preço?
Eu: Os cartões custam todos 5 euros, os tarifários é que variam.
Brasileira: Não entendi!
Eu: (???) Os - cartões - custam - todos - 5 - euros. - Os - tarifários - é - que - são - diferentes - dependendo - do - sítio - para - onde - quer - ligar.
Brasileira: Eu quero um cartão.
Eu: (???) Sim, diga-me só para onde quer ligar.
Brasileira: Ah ah ah. Pro Brasiuuu!
Eu: ( Jura??) Sim, mas para que zona do Brasil quer ligar?
Brasileira: Oi?
sábado, 3 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Parque Natural de Somiedo, Astúrias, Espanha
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A minha primeira incursão por Espanha foi bastante molhada. Nunca tinha estado em Espanha (as compras junto à fronteira nos anos 90 não contam) porque nunca foi país que me encantasse especialmente e porque, simplesmente, nunca calhou. Com o grupo do costume, o GDBP, passamos a fronteira, atravessamos vales e montanhas e instalamo-nos no Castillo del Alba, em Pola de Somiedo. Um Hotel muito pitoresco e acolhedor onde fomos sempre muito bem tratados. No segundo dia fomos de autocarro até ao Alto de la Farrapona e partimos a pé numa escalada entre vales e montanhas em busca dos lagos de Saliencia, qual Graal, a 1800 metros de altitude, debaixo de chuva, vento e frio como se de uma verdadeira cruzada se tratasse. Apesar de termos ficado molhados até às cuecas, apesar do sacrifício dos 18 quilómetros percorridos até Valle de Lago, com muita lama à mistura, as paisagens naturais do parque são absolutamente maravilhosas. Atravessamos vales e desfiladeiros. As pernas doíam, os ossos estalavam, e no fim senti-me uma verdadeira amazona, mas sem a parte guerreira.
No terceiro dia, já com um tempo melhor, alguns chuviscos, mas nada de especial, o percurso foi mais pequeno, mas nem por isso menos custoso. Fizemos cerca de 14 quilómetros, de La Peral até Villar de Vildas. Com umas subidas acentuadas e umas descidas diabólicas que faziam os músculos contrair. E mais uma vez as vistas são lindas e maravilhosas.
Valeu a pena, claro. Mesmo com a chuva. E saí de lá com a certeza de que, depois daquele segundo dia, sou capaz de fazer tudo e mais alguma coisa.
E fica aqui um agradecimento especial ao José e Graça Gomes por estarem sempre prontos a ajudar o próximo.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Cinema - John Rabe - O negociador
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O filme relata a história verídica da vida de John Rabe, um empresário alemão a viver em Nanjing, na China, e a forma como conseguiu salvar 200 mil chineses inocentes da morte pelas tropas japonesas em 1937. Relata as atrocidades cometidas pelos nipónicos em pleno estado de Guerra e a luta e o desespero para defender a vida de civis inocentes.
O filme relata a história verídica da vida de John Rabe, um empresário alemão a viver em Nanjing, na China, e a forma como conseguiu salvar 200 mil chineses inocentes da morte pelas tropas japonesas em 1937. Relata as atrocidades cometidas pelos nipónicos em pleno estado de Guerra e a luta e o desespero para defender a vida de civis inocentes.Por muito que saibamos o que aconteceu aquando as Grandes Guerras, por muito que estudemos na escola, por muito que já tenha sido contado e debatido centenas de vezes, este tema nunca deixa de ser chocante e aterrador a cada filme, a cada documentário, ou a cada relato.
E pensar que seres humanos, como nós, foram capazes de tamanhas atrocidades em pleno século XX por motivos que chegariam a ser ridículos, não fossem tão graves.
O filme é muito, muito bom. Cativante do início ao fim. É, provavelmente, o melhor filme sobre as consequências da II Grande Guerra desde O Pianista.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Séries - Irmãos & Irmãs
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Acabada a sexta temporada da Anatomia de Grey, estou agora a devorar de seguida a quarta temporada de Irmãos e Irmãs. Gosto muito desta série porque retrata a história de uma família, onde não há maus da fita, apenas pessoas cheias de qualidades, mas também cheias de defeitos e forma como vivem uns com os outros. Gosto especialmente desta série porque me lembra um pouco a minha família. Um grupo de pessoas que não consegue guardar segredos, que sempre que estão juntos não fazem senão discutir. Zangam-se uns com os outros por coisas absolutamente ridículas, sem sentido nenhum. E passado pouco tempo já está tudo bem. E, no fundo, passam a vida a cheirar o cú uns dos outros.

Acabada a sexta temporada da Anatomia de Grey, estou agora a devorar de seguida a quarta temporada de Irmãos e Irmãs. Gosto muito desta série porque retrata a história de uma família, onde não há maus da fita, apenas pessoas cheias de qualidades, mas também cheias de defeitos e forma como vivem uns com os outros. Gosto especialmente desta série porque me lembra um pouco a minha família. Um grupo de pessoas que não consegue guardar segredos, que sempre que estão juntos não fazem senão discutir. Zangam-se uns com os outros por coisas absolutamente ridículas, sem sentido nenhum. E passado pouco tempo já está tudo bem. E, no fundo, passam a vida a cheirar o cú uns dos outros.
Ah, e gosto também porque está lá o Dave Annable. Ui, ui!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Cinema - City Island
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Quem gosta de cinema, mas acha que uma sessão nos nossos cinemas fica um bocado para o caro, faz como eu e concorre nos diversos passatempos de oferta de convites para ante-estreias. Ontem calhou-me um convite para o City Island. Filme que, à partida, eu não dava nada por ele mas que se revelou ser um grande, grande filme. Muito, muito bom. História de uma família disfuncional, onde reina a confusão e mal-entendidos. É muito engraçado. Não engraçado estúpido. Mas engraçado fixe. O Andy Garcia está no seu melhor e o Ezra Miller foi, para mim, uma grande revelação. Para não falar do bonzão do Steven Strait que não conhecia, mas que vou passar a ficar mais atenta ao seu trabalho. Foi, com certeza, dos melhores filmes que vi este ano, senão mesmo o melhor.
Quem gosta de cinema, mas acha que uma sessão nos nossos cinemas fica um bocado para o caro, faz como eu e concorre nos diversos passatempos de oferta de convites para ante-estreias. Ontem calhou-me um convite para o City Island. Filme que, à partida, eu não dava nada por ele mas que se revelou ser um grande, grande filme. Muito, muito bom. História de uma família disfuncional, onde reina a confusão e mal-entendidos. É muito engraçado. Não engraçado estúpido. Mas engraçado fixe. O Andy Garcia está no seu melhor e o Ezra Miller foi, para mim, uma grande revelação. Para não falar do bonzão do Steven Strait que não conhecia, mas que vou passar a ficar mais atenta ao seu trabalho. Foi, com certeza, dos melhores filmes que vi este ano, senão mesmo o melhor.terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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É sempre bonito ver um país feliz. Ou pelo menos dois terços do país feliz. Era vê-los ontem a sair de tudo o que era buraco, onde têm estado escondidos e sugaditos nos últimos quatro anitos.
Vai ser desta que o país vai sair da recessão. Durante uns meses ninguém vai querer saber do desemprego, da falta de tusto no bolso. Ninguém vai querer saber mais da crise. Durante uns meses vamos levar um achacamento de tudo quanto é televisões, jornais, rádios e claro está, crentes. Até o Papa vem beatificar Jesus. E Jesus poderá finalmente deixar de massacrar as pastilhas elásticas e dar descanso ao maxilar. Já nem a eliminação de Portugal na primeira fase do Mundial vai interessar para nada. Vai ser a benfica TV no seu auge a repetir as imagens do benfica campeão até a fita se romper. Se o benfica já era o maior clube do mundo, este ano esticou a sua zona de influência. Agora o benfica é o maior clube de mundo e arredores.
E nós vamos deixá-los saltar, gritar e comemorar. Porque, coitados, eles nunca sabem quando poderão voltar a fazê-lo. E porque o ego deles vai rebentar assim que a nova época começar e tudo voltar ao normal. Os grandes vão voltar para o seu posto, de onde saem raramente e só por acidente.
sábado, 8 de maio de 2010
Séries - Os Tudors
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Já anda aí a quarta e (infelizmente) última temporada dos Tudors. Adoro, adoro, adoro. Apesar de não gostar muito do olhar esgazeado do Jonathan Rhys Meyers. Adoro séries e filmes de época. Adoro a forma de embelezamento hollywoodesca, que torna tudo lindo e maravilhoso. Os vestidos, as personagens, os cenários. Gosto, sobretudo, de ver contadas histórias de pessoas que existiram (apesar de saber que a grande maiorica dos factos são adulterados). Gosto de pensar que foi mesmo assim. Que existiram pessoas fabulosas (ou não) que tiveram o poder de interferir na evolução da História e na evolução das sociedades.
Já anda aí a quarta e (infelizmente) última temporada dos Tudors. Adoro, adoro, adoro. Apesar de não gostar muito do olhar esgazeado do Jonathan Rhys Meyers. Adoro séries e filmes de época. Adoro a forma de embelezamento hollywoodesca, que torna tudo lindo e maravilhoso. Os vestidos, as personagens, os cenários. Gosto, sobretudo, de ver contadas histórias de pessoas que existiram (apesar de saber que a grande maiorica dos factos são adulterados). Gosto de pensar que foi mesmo assim. Que existiram pessoas fabulosas (ou não) que tiveram o poder de interferir na evolução da História e na evolução das sociedades. Gosto também do bonzão Henry Cavill, claro. E fiquei apaixonada pela Sarah Bolger.
Só detestei o retrato pobre, badalhoco e brejeiro que fizeram da corte portuguesa. Não merecíamos.
terça-feira, 4 de maio de 2010
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Agora é moda as ex-modelos tornarem-se apresentadoras de tv. Ele é talk-shows, ele é reality-shows. Uma coisa linda. Ontem estava a fazer zapping e, num canal, que assim de repente já não me recordo qual, estava a dar o Project Runway Canadá. A apresentadora deste programa é a ex-modelo Iman. Esta senhora, além de estar claramente desnutrida, simplesmente não sabe falar. Não se sabe exprimir. A sua expressão facial é sempre a mesma. Engana-se e engasga-se ene vezes. E quando tenta fazer de durona? Medo! Prefiro o estrabismo da Heidinha.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
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E pronto. Bilhetinho já cá canta com seguro incluído. Não vá eu esticar o pernil até lá e perder 75€ da minha alma. Acho que foi o bilhete que comprei com mais tempo de antecedência. Agora é só esperar que Novembro chegue rapidinho. Não, Novembro não. Setembro, para ir curtir uns dias em Marrocos, nas férias, primeiro. Que passe lentamente. Depois sim, que venha Novembro só para eu dar um saltinho ao céu e vir de lá consolada da vista e do ouvidinho.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Maria de Medeiros cantora
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Quando me falam em Maria de Medeiros a primeira coisa que me vem à cabeça é aquele grande diálogo "Vai à merda" - "Vai tu". Nunca lhe achei grande piada. Como actriz não é nada de especial. Tem uma cara e uma cabeça esquisita. Sempre teve aquele ar sem sal. E acho que sempre a ouvi falar mais em francês do que em português. Mas tenho que me render à sua nova faceta. Ela canta. E canta bem. Fiquei surpreendidíssima. Esta participação com o Legendary Tigerman está muito à frente. E este cheiro a"Penínsulas e Continentes" é delicioso.
sábado, 3 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Espelho mágico, espelho meu, haverá blog melhor que o meu?
Eu comecei nestas andanças da blogosfera em 2002. Achei piada, criei um blog. Depois fartei-me e apaguei-o. Voltei a criar outro, voltei a fartar-me e a apagá-lo. Depois criei este que foi ficando. Houve uma altura em que deixei de escrever durante uns tempos, mas, entretanto, voltei. Não tenho tempo, nem paciência para escrever todos os dias. E admiro profundamente bloggers que tenham assunto para actualizar o blogue todos os dias. Mesmo repetindo-se vezes sem conta. Nestes oito anos os blogues cresceram e multiplicaram-se. Há blogues para todo o tipo de coisas. O que é bom, claro. Há diversidade. Há, obviamente, mais opções de escolha. E há, claro, blogues deliciosos que são óptimas distracções. Depois há blogues criados por pessoas famosas. E há pessoas que se tornaram famosas pelos blogues que têm. É aqui que entra o conflito. As guerras de atenção. São possuídas por uma coisa ruim saída directamente das trevas e começam a infernizar a vida (blogosférica) umas das outras.
Para mim, além dessas picardias que se notam em certos blogues, há algo que eu acho fantástico. A consolidação de uma legiões de admiradoras e defensoras que alguns blogs conseguem ter. Uma espécie de claques da blogosfera. Lutando como amazonas virtuais. Com ataques verbais do pior que já li. Porque uma acha piroso uma sandália usada com meia e outra não gosta de determinado par de sapatos. E porque umas acham que a sua opinião é mais correcta do que a outra, transformam caixas de comentários em absurdas batalhas campais. Seria de rir (que já me ri muitas vezes, confesso) se não fosse tão ridiculamente descabido.
Mas, como toda a ovelha precisa do seu pastor, o mais grave é assistir-se à total aceitação e incentivo dos proprietários dos blogues. Um dos quais ao ponto (imagine-se) de ameaçar uma tentativa de despedimento de uma leitora do seu emprego. Quando apenas um delete resolvia a situação sem causar qualquer tipo de problemas.
E tenho pena que este tipo de situações se passem em blogs femininos onde, mais uma vez, se confirma a falta de compreensão entre mulheres. Onde cada uma se julga melhor do que a outra pelos motivos mais fúteis. E onde, numa altura em que tanto se discute a liberdade de expressão, se vê que as pessoas são tão intolerantes umas com as outras que não conseguem sequer respeitar uma opinião diferente.
E depois tenho saudades de 2002. Da paz e do sossego da blogosfera. E sem referir, claro, que era bastante mais nova, o que, só por acaso, me dava um jeitaço.
segunda-feira, 22 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Enquanto via o Project Runway, que não sigo, descobri que esta é a Monica Lafayette. E quem é a Monica Lafayette? Cantora de uma banda punk? Cabeleireira da Rihanna? Não, é consultora de moda. E vai estar no Cascais Shopping, na fashion week. (wtf?) Eu quero um cabelo assim. Não, eu quero dois cabelos assim. Um para a semana, outro para o fim de semana.
Project Runway
quarta-feira, 10 de março de 2010
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Esta noite por pouco não mijei na cama. Estava eu a sonhar que estava sentada em cima de uma arca frigorifica, daquelas de bebidas, mais especificamente uma arca frigorifica da coca-cola, igual à que tenho no trabalho, calça e cueca para baixo a tentar mijar. Verdade. Mas devia estar com algum problema na bexiga porque tinha vontade, mas não estava a conseguir fazer. Foi a minha sorte senão acordava molhadinha e quentinha.
domingo, 7 de março de 2010
Cinema - Alice no País da Maravilhas
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Há meses que ansiava pela estreia deste filme. Não só porque sou grande fã do Tim Burton e do Johnny Depp, mas porque adoro os clássicos da Disney. E o conto de Lewis Carroll foi um dos meus clássicos preferidos. O filme, como já esperava, é fabuloso. Está tão bem feito que é difícil separar as personagens reais da animação. A Helena Bohnam Carter está sublime no papel da Rainha de Copas. O Johnny Depp está fantástico como chapeleiro louco. Mas isso eu já esperava. O que me surpreendeu no filme foi a animação. O gato, as flores que falam e a lagarta. O gato está tão bem feito, a forma como aparece e desaparece parece realmente real. A cena em que a Rainha de Copas joga cricket com o flamingo é deliciosa. Adorei tudo.

Há meses que ansiava pela estreia deste filme. Não só porque sou grande fã do Tim Burton e do Johnny Depp, mas porque adoro os clássicos da Disney. E o conto de Lewis Carroll foi um dos meus clássicos preferidos. O filme, como já esperava, é fabuloso. Está tão bem feito que é difícil separar as personagens reais da animação. A Helena Bohnam Carter está sublime no papel da Rainha de Copas. O Johnny Depp está fantástico como chapeleiro louco. Mas isso eu já esperava. O que me surpreendeu no filme foi a animação. O gato, as flores que falam e a lagarta. O gato está tão bem feito, a forma como aparece e desaparece parece realmente real. A cena em que a Rainha de Copas joga cricket com o flamingo é deliciosa. Adorei tudo.

Foi também a primeira vez que vi um filme em 3D. A única experiência em 3D que tinha tido foi no tempo dos dinossauros. Sim, quando fiz aquela colecção de livros de dinossauros com algumas imagens em 3D e aqueles óculos espectaculares, andava eu na escola primária. No ecrã é diferente. É, obviamente, melhor. E este tipo de filme é o ideal para esta experiência.
Mal posso esperar pela Maleficent.

sexta-feira, 5 de março de 2010
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Veneza com neve


Michael Lynche