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segunda-feira, 14 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Cinema - John Rabe - O negociador
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O filme relata a história verídica da vida de John Rabe, um empresário alemão a viver em Nanjing, na China, e a forma como conseguiu salvar 200 mil chineses inocentes da morte pelas tropas japonesas em 1937. Relata as atrocidades cometidas pelos nipónicos em pleno estado de Guerra e a luta e o desespero para defender a vida de civis inocentes.
O filme relata a história verídica da vida de John Rabe, um empresário alemão a viver em Nanjing, na China, e a forma como conseguiu salvar 200 mil chineses inocentes da morte pelas tropas japonesas em 1937. Relata as atrocidades cometidas pelos nipónicos em pleno estado de Guerra e a luta e o desespero para defender a vida de civis inocentes.Por muito que saibamos o que aconteceu aquando as Grandes Guerras, por muito que estudemos na escola, por muito que já tenha sido contado e debatido centenas de vezes, este tema nunca deixa de ser chocante e aterrador a cada filme, a cada documentário, ou a cada relato.
E pensar que seres humanos, como nós, foram capazes de tamanhas atrocidades em pleno século XX por motivos que chegariam a ser ridículos, não fossem tão graves.
O filme é muito, muito bom. Cativante do início ao fim. É, provavelmente, o melhor filme sobre as consequências da II Grande Guerra desde O Pianista.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Séries - Irmãos & Irmãs
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Acabada a sexta temporada da Anatomia de Grey, estou agora a devorar de seguida a quarta temporada de Irmãos e Irmãs. Gosto muito desta série porque retrata a história de uma família, onde não há maus da fita, apenas pessoas cheias de qualidades, mas também cheias de defeitos e forma como vivem uns com os outros. Gosto especialmente desta série porque me lembra um pouco a minha família. Um grupo de pessoas que não consegue guardar segredos, que sempre que estão juntos não fazem senão discutir. Zangam-se uns com os outros por coisas absolutamente ridículas, sem sentido nenhum. E passado pouco tempo já está tudo bem. E, no fundo, passam a vida a cheirar o cú uns dos outros.

Acabada a sexta temporada da Anatomia de Grey, estou agora a devorar de seguida a quarta temporada de Irmãos e Irmãs. Gosto muito desta série porque retrata a história de uma família, onde não há maus da fita, apenas pessoas cheias de qualidades, mas também cheias de defeitos e forma como vivem uns com os outros. Gosto especialmente desta série porque me lembra um pouco a minha família. Um grupo de pessoas que não consegue guardar segredos, que sempre que estão juntos não fazem senão discutir. Zangam-se uns com os outros por coisas absolutamente ridículas, sem sentido nenhum. E passado pouco tempo já está tudo bem. E, no fundo, passam a vida a cheirar o cú uns dos outros.
Ah, e gosto também porque está lá o Dave Annable. Ui, ui!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Cinema - City Island
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Quem gosta de cinema, mas acha que uma sessão nos nossos cinemas fica um bocado para o caro, faz como eu e concorre nos diversos passatempos de oferta de convites para ante-estreias. Ontem calhou-me um convite para o City Island. Filme que, à partida, eu não dava nada por ele mas que se revelou ser um grande, grande filme. Muito, muito bom. História de uma família disfuncional, onde reina a confusão e mal-entendidos. É muito engraçado. Não engraçado estúpido. Mas engraçado fixe. O Andy Garcia está no seu melhor e o Ezra Miller foi, para mim, uma grande revelação. Para não falar do bonzão do Steven Strait que não conhecia, mas que vou passar a ficar mais atenta ao seu trabalho. Foi, com certeza, dos melhores filmes que vi este ano, senão mesmo o melhor.
Quem gosta de cinema, mas acha que uma sessão nos nossos cinemas fica um bocado para o caro, faz como eu e concorre nos diversos passatempos de oferta de convites para ante-estreias. Ontem calhou-me um convite para o City Island. Filme que, à partida, eu não dava nada por ele mas que se revelou ser um grande, grande filme. Muito, muito bom. História de uma família disfuncional, onde reina a confusão e mal-entendidos. É muito engraçado. Não engraçado estúpido. Mas engraçado fixe. O Andy Garcia está no seu melhor e o Ezra Miller foi, para mim, uma grande revelação. Para não falar do bonzão do Steven Strait que não conhecia, mas que vou passar a ficar mais atenta ao seu trabalho. Foi, com certeza, dos melhores filmes que vi este ano, senão mesmo o melhor.terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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É sempre bonito ver um país feliz. Ou pelo menos dois terços do país feliz. Era vê-los ontem a sair de tudo o que era buraco, onde têm estado escondidos e sugaditos nos últimos quatro anitos.
Vai ser desta que o país vai sair da recessão. Durante uns meses ninguém vai querer saber do desemprego, da falta de tusto no bolso. Ninguém vai querer saber mais da crise. Durante uns meses vamos levar um achacamento de tudo quanto é televisões, jornais, rádios e claro está, crentes. Até o Papa vem beatificar Jesus. E Jesus poderá finalmente deixar de massacrar as pastilhas elásticas e dar descanso ao maxilar. Já nem a eliminação de Portugal na primeira fase do Mundial vai interessar para nada. Vai ser a benfica TV no seu auge a repetir as imagens do benfica campeão até a fita se romper. Se o benfica já era o maior clube do mundo, este ano esticou a sua zona de influência. Agora o benfica é o maior clube de mundo e arredores.
E nós vamos deixá-los saltar, gritar e comemorar. Porque, coitados, eles nunca sabem quando poderão voltar a fazê-lo. E porque o ego deles vai rebentar assim que a nova época começar e tudo voltar ao normal. Os grandes vão voltar para o seu posto, de onde saem raramente e só por acidente.
sábado, 8 de maio de 2010
Séries - Os Tudors
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Já anda aí a quarta e (infelizmente) última temporada dos Tudors. Adoro, adoro, adoro. Apesar de não gostar muito do olhar esgazeado do Jonathan Rhys Meyers. Adoro séries e filmes de época. Adoro a forma de embelezamento hollywoodesca, que torna tudo lindo e maravilhoso. Os vestidos, as personagens, os cenários. Gosto, sobretudo, de ver contadas histórias de pessoas que existiram (apesar de saber que a grande maiorica dos factos são adulterados). Gosto de pensar que foi mesmo assim. Que existiram pessoas fabulosas (ou não) que tiveram o poder de interferir na evolução da História e na evolução das sociedades.
Já anda aí a quarta e (infelizmente) última temporada dos Tudors. Adoro, adoro, adoro. Apesar de não gostar muito do olhar esgazeado do Jonathan Rhys Meyers. Adoro séries e filmes de época. Adoro a forma de embelezamento hollywoodesca, que torna tudo lindo e maravilhoso. Os vestidos, as personagens, os cenários. Gosto, sobretudo, de ver contadas histórias de pessoas que existiram (apesar de saber que a grande maiorica dos factos são adulterados). Gosto de pensar que foi mesmo assim. Que existiram pessoas fabulosas (ou não) que tiveram o poder de interferir na evolução da História e na evolução das sociedades. Gosto também do bonzão Henry Cavill, claro. E fiquei apaixonada pela Sarah Bolger.
Só detestei o retrato pobre, badalhoco e brejeiro que fizeram da corte portuguesa. Não merecíamos.
terça-feira, 4 de maio de 2010
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Agora é moda as ex-modelos tornarem-se apresentadoras de tv. Ele é talk-shows, ele é reality-shows. Uma coisa linda. Ontem estava a fazer zapping e, num canal, que assim de repente já não me recordo qual, estava a dar o Project Runway Canadá. A apresentadora deste programa é a ex-modelo Iman. Esta senhora, além de estar claramente desnutrida, simplesmente não sabe falar. Não se sabe exprimir. A sua expressão facial é sempre a mesma. Engana-se e engasga-se ene vezes. E quando tenta fazer de durona? Medo! Prefiro o estrabismo da Heidinha.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
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E pronto. Bilhetinho já cá canta com seguro incluído. Não vá eu esticar o pernil até lá e perder 75€ da minha alma. Acho que foi o bilhete que comprei com mais tempo de antecedência. Agora é só esperar que Novembro chegue rapidinho. Não, Novembro não. Setembro, para ir curtir uns dias em Marrocos, nas férias, primeiro. Que passe lentamente. Depois sim, que venha Novembro só para eu dar um saltinho ao céu e vir de lá consolada da vista e do ouvidinho.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Maria de Medeiros cantora
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Quando me falam em Maria de Medeiros a primeira coisa que me vem à cabeça é aquele grande diálogo "Vai à merda" - "Vai tu". Nunca lhe achei grande piada. Como actriz não é nada de especial. Tem uma cara e uma cabeça esquisita. Sempre teve aquele ar sem sal. E acho que sempre a ouvi falar mais em francês do que em português. Mas tenho que me render à sua nova faceta. Ela canta. E canta bem. Fiquei surpreendidíssima. Esta participação com o Legendary Tigerman está muito à frente. E este cheiro a"Penínsulas e Continentes" é delicioso.
sábado, 3 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Espelho mágico, espelho meu, haverá blog melhor que o meu?
Eu comecei nestas andanças da blogosfera em 2002. Achei piada, criei um blog. Depois fartei-me e apaguei-o. Voltei a criar outro, voltei a fartar-me e a apagá-lo. Depois criei este que foi ficando. Houve uma altura em que deixei de escrever durante uns tempos, mas, entretanto, voltei. Não tenho tempo, nem paciência para escrever todos os dias. E admiro profundamente bloggers que tenham assunto para actualizar o blogue todos os dias. Mesmo repetindo-se vezes sem conta. Nestes oito anos os blogues cresceram e multiplicaram-se. Há blogues para todo o tipo de coisas. O que é bom, claro. Há diversidade. Há, obviamente, mais opções de escolha. E há, claro, blogues deliciosos que são óptimas distracções. Depois há blogues criados por pessoas famosas. E há pessoas que se tornaram famosas pelos blogues que têm. É aqui que entra o conflito. As guerras de atenção. São possuídas por uma coisa ruim saída directamente das trevas e começam a infernizar a vida (blogosférica) umas das outras.
Para mim, além dessas picardias que se notam em certos blogues, há algo que eu acho fantástico. A consolidação de uma legiões de admiradoras e defensoras que alguns blogs conseguem ter. Uma espécie de claques da blogosfera. Lutando como amazonas virtuais. Com ataques verbais do pior que já li. Porque uma acha piroso uma sandália usada com meia e outra não gosta de determinado par de sapatos. E porque umas acham que a sua opinião é mais correcta do que a outra, transformam caixas de comentários em absurdas batalhas campais. Seria de rir (que já me ri muitas vezes, confesso) se não fosse tão ridiculamente descabido.
Mas, como toda a ovelha precisa do seu pastor, o mais grave é assistir-se à total aceitação e incentivo dos proprietários dos blogues. Um dos quais ao ponto (imagine-se) de ameaçar uma tentativa de despedimento de uma leitora do seu emprego. Quando apenas um delete resolvia a situação sem causar qualquer tipo de problemas.
E tenho pena que este tipo de situações se passem em blogs femininos onde, mais uma vez, se confirma a falta de compreensão entre mulheres. Onde cada uma se julga melhor do que a outra pelos motivos mais fúteis. E onde, numa altura em que tanto se discute a liberdade de expressão, se vê que as pessoas são tão intolerantes umas com as outras que não conseguem sequer respeitar uma opinião diferente.
E depois tenho saudades de 2002. Da paz e do sossego da blogosfera. E sem referir, claro, que era bastante mais nova, o que, só por acaso, me dava um jeitaço.
segunda-feira, 22 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Enquanto via o Project Runway, que não sigo, descobri que esta é a Monica Lafayette. E quem é a Monica Lafayette? Cantora de uma banda punk? Cabeleireira da Rihanna? Não, é consultora de moda. E vai estar no Cascais Shopping, na fashion week. (wtf?) Eu quero um cabelo assim. Não, eu quero dois cabelos assim. Um para a semana, outro para o fim de semana.
Project Runway
quarta-feira, 10 de março de 2010
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Esta noite por pouco não mijei na cama. Estava eu a sonhar que estava sentada em cima de uma arca frigorifica, daquelas de bebidas, mais especificamente uma arca frigorifica da coca-cola, igual à que tenho no trabalho, calça e cueca para baixo a tentar mijar. Verdade. Mas devia estar com algum problema na bexiga porque tinha vontade, mas não estava a conseguir fazer. Foi a minha sorte senão acordava molhadinha e quentinha.
domingo, 7 de março de 2010
Cinema - Alice no País da Maravilhas
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Há meses que ansiava pela estreia deste filme. Não só porque sou grande fã do Tim Burton e do Johnny Depp, mas porque adoro os clássicos da Disney. E o conto de Lewis Carroll foi um dos meus clássicos preferidos. O filme, como já esperava, é fabuloso. Está tão bem feito que é difícil separar as personagens reais da animação. A Helena Bohnam Carter está sublime no papel da Rainha de Copas. O Johnny Depp está fantástico como chapeleiro louco. Mas isso eu já esperava. O que me surpreendeu no filme foi a animação. O gato, as flores que falam e a lagarta. O gato está tão bem feito, a forma como aparece e desaparece parece realmente real. A cena em que a Rainha de Copas joga cricket com o flamingo é deliciosa. Adorei tudo.

Há meses que ansiava pela estreia deste filme. Não só porque sou grande fã do Tim Burton e do Johnny Depp, mas porque adoro os clássicos da Disney. E o conto de Lewis Carroll foi um dos meus clássicos preferidos. O filme, como já esperava, é fabuloso. Está tão bem feito que é difícil separar as personagens reais da animação. A Helena Bohnam Carter está sublime no papel da Rainha de Copas. O Johnny Depp está fantástico como chapeleiro louco. Mas isso eu já esperava. O que me surpreendeu no filme foi a animação. O gato, as flores que falam e a lagarta. O gato está tão bem feito, a forma como aparece e desaparece parece realmente real. A cena em que a Rainha de Copas joga cricket com o flamingo é deliciosa. Adorei tudo.

Foi também a primeira vez que vi um filme em 3D. A única experiência em 3D que tinha tido foi no tempo dos dinossauros. Sim, quando fiz aquela colecção de livros de dinossauros com algumas imagens em 3D e aqueles óculos espectaculares, andava eu na escola primária. No ecrã é diferente. É, obviamente, melhor. E este tipo de filme é o ideal para esta experiência.
Mal posso esperar pela Maleficent.

sexta-feira, 5 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Um momento de publicidade
Bullying nas escolas
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Uma notícia que me chocou imenso esta semana foi o alegado suicídio do menino de Mirandela que alegadamente sofreria de Bullying. Esta é uma questão que sempre me incomodou. Não suporto cobardia. E vindo de crianças, só me deixa mais chocada com a natureza mesquinha do Homem que me parece cada vez mais inata. Porque não me falem em famílias problemáticas, problemas financeiros ou o que quer que seja. Não são, nem podem ser desculpas para a maldade. Porque o Bullying é maldade pura.
Uma notícia que me chocou imenso esta semana foi o alegado suicídio do menino de Mirandela que alegadamente sofreria de Bullying. Esta é uma questão que sempre me incomodou. Não suporto cobardia. E vindo de crianças, só me deixa mais chocada com a natureza mesquinha do Homem que me parece cada vez mais inata. Porque não me falem em famílias problemáticas, problemas financeiros ou o que quer que seja. Não são, nem podem ser desculpas para a maldade. Porque o Bullying é maldade pura.Há uns tempos vinha eu no metro em hora de ponta. Consegui lugar sentado num lugar imediatamente atrás de um daqueles bancos que têm outros bancos em frente. Normalmente quando viajo em transportes públicos não gosto de ir a olhar para as pessoas. Porque também não gosto que fiquem a olhar para mim. Evito reparar nisto ou naquilo. Então normalmente olho para o chão, para o tecto, para a janela, enfim... A certa altura da viagem reparei numa miúda que estava sentada dois bancos à minha frente. Mas que estava virado para o meu. A miúda tinha uma mochila às costas e estava sentada na ponta do banco. Devia ter uns 16 anos. Por trás dela estavam duas badalhocas, literalmente badalhocas, bem mais velhas que ela (pelo menos pareciam) de cabelo comprido amarrado em rabo-de-cavalo, grandes e grossas argolas de ouro e uma série de voltas de ouro à volta do pescoço. Tinham toda a pinta de arruaceiras. Estas duas cobardolas estavam constantemente a dar estalos à miúda, mas disfarçadamente. Na cabeça, no pescoço, na cara. A miúda, de costas para elas tentava evitar, mas não dizia nada. Não piava. Depois do choque, a minha primeira reacção ía ser falar, insultá-las um bocadito só para me dar um bocadinho de gosto, mas depois pensei duas vezes porque tive medo que depois fosse pior para a miúda. Que sofresse represálias maiores. Enquanto pensava no que fazer, ela levanta-se e sai disparada e aqueles seres desprezíveis, porque não consigo arranjar melhor adjectivo, conseguiram sair atrás dela. Depois senti-me culpada por não ter dito nada logo na altura.
Resumindo, eu não sei qual seria a minha reacção se sonhasse que um filho meu estivesse a sofrer uma violência destas, aparte da vontade de partir a cara aos monstrinhos. Porque são pequenos monstros. O que posso garantir é que depois das queixas na escola, polícia e afins, o meu filho era imediatamente tirado da escola em questão. Porque eu nem quero imaginar o terror que deve ser para estas crianças conseguirem ir à escola. Deve ser uma violência psicológica tão grande que pode ter graves repercussões no futuro.
Voltando ao caso do miúdo de Mirandela, que me desculpem os professores, funcionários, directores e afins da escola, mas grande parte da culpa nestes casos passa por eles. Eu não acredito que toda esta gente não se aperceba no que se passa entre os miúdos. Não acredito. Porque tudo começa na escola. E porque é no ambiente escolar que devem ser detectados. E devem estar mais atentos nestes casos e reportá-los imediatamente aos pais.
Eu sou da opinião que a educação tem de ser dada em casa. A profissão dos professores não é educá-los, é ensiná-los. E tenho também consciência que há muito pai estupidinho e ceguinho e burrinho e essas coisas todas. E, regra geral, apoio os professores nas quesílias entre pais/alunos/professores, porque normalmente estes têm razão. Mas este não é um caso de educação. É uma caso de violência grave que tem de ser controlado. E os miúdos têm de ser severamente castigados. Porque senão, daqui a uns tempos, vamos ter uma série de monstrinhos à solta nas ruas que vão ser o futuro deste país.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Censura e Militão
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Numa altura que muito se fala da alegada tentativa do governo para dominar a comunicação social, eu sou da opinião que a censura em certos e determinados casos até faz muito jeito. E acho que esta não devia ser totalmente posta de lado. Um desses casos é o lançamento do livro de Luís Miguel Militão sobre a sua colaboração no rapto e assassínio de um grupo de portugueses que, julgavam estes, íam passar uns dias de férias ao Brasil. Não vou falar no crime macabro, porque acho que nem vale a pena. O que vou questionar é o direito de alguém de publicar um livro relatando um crime absolutamente hediondo sem qualquer tipo de carácter e respeito pelas famílias das vítimas. Mas depois, e pensando bem, de uma pessoa que tenha cometido um crime desses, não é de esperar qualquer respeito seja por quem for. Então passo para outro tópico. Que raio de editora tem a coragem de aceitar publicar uma merda destas? Porque não consigo aceitar que o dinheiro seja mais importante do que fazer o que é correcto. Honestamente não me entra no miolo. Então seria aqui que deveria entrar a censura. Crua e dura. Devia ser altamente proibido uma merda destas vir para as bancas. E gostava de saber que tipo de mentes macabras e dementes vão ler este livro. Porque acredito que não tarda está no tops. Obviamente que a mim não me apanham no meio dessas páginas. Assim como irei pensar e repensar antes de me tentar em comprar qualquer livro editado pela Guerra & Paz.
Numa altura que muito se fala da alegada tentativa do governo para dominar a comunicação social, eu sou da opinião que a censura em certos e determinados casos até faz muito jeito. E acho que esta não devia ser totalmente posta de lado. Um desses casos é o lançamento do livro de Luís Miguel Militão sobre a sua colaboração no rapto e assassínio de um grupo de portugueses que, julgavam estes, íam passar uns dias de férias ao Brasil. Não vou falar no crime macabro, porque acho que nem vale a pena. O que vou questionar é o direito de alguém de publicar um livro relatando um crime absolutamente hediondo sem qualquer tipo de carácter e respeito pelas famílias das vítimas. Mas depois, e pensando bem, de uma pessoa que tenha cometido um crime desses, não é de esperar qualquer respeito seja por quem for. Então passo para outro tópico. Que raio de editora tem a coragem de aceitar publicar uma merda destas? Porque não consigo aceitar que o dinheiro seja mais importante do que fazer o que é correcto. Honestamente não me entra no miolo. Então seria aqui que deveria entrar a censura. Crua e dura. Devia ser altamente proibido uma merda destas vir para as bancas. E gostava de saber que tipo de mentes macabras e dementes vão ler este livro. Porque acredito que não tarda está no tops. Obviamente que a mim não me apanham no meio dessas páginas. Assim como irei pensar e repensar antes de me tentar em comprar qualquer livro editado pela Guerra & Paz.segunda-feira, 1 de março de 2010
Rescaldo Sporting - F.C Porto
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Estou completamente convencida que o Sporting (ou mesmo o Benfica, aquele antro de conspiradores) juntaram-se a algum culto satânico, aderiram à magia negra ou mesmo ao vudu de forma a prenderem a perninhas dos nossos jogadores. Nunca vi tanta asneira e tanta trapalhada na nossa equipa tão ganhadora.
Estou completamente convencida que o Sporting (ou mesmo o Benfica, aquele antro de conspiradores) juntaram-se a algum culto satânico, aderiram à magia negra ou mesmo ao vudu de forma a prenderem a perninhas dos nossos jogadores. Nunca vi tanta asneira e tanta trapalhada na nossa equipa tão ganhadora.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
The Champions
Esta música é um dos hinos mais bonitos que já ouvi. E, quando há jogos da liga dos campeões, tenho o hábito de ligar a tv só para ouvir a intro. Dá-me sempre arrepios. Talvez tenha que ver com o facto do melhor clube português estar lá quase sempre, o que me deixa muito orgulhosa. Mas este hino, mesmo fora de contexto, é genial.
letra:
Ce sont les meilleures équipes
Es sind die allerbesten Mannschaften
The main event
Die meister
Die besten
Les grandes équipes
The champions!
Une grande réunion
Eine grosse sportliche Veranstaltung
The main event
Ils sont les meilleurs
Sie sind die besten
These are the champions
Die Meister
Die Besten
Les grandes équipes
The champions!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
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A noite passada sonhei com o Ronaldo. É verdade. Sonhei que o conheci, repare-se, num jogo de futebol (eu também jogava). Curiosamente, estava a chover. Lanchamos (lembro-me da mesa e dos bancos de madeira e tenho a impressão que me cheirou a caldo verde), conversamos e ficamos amigos. Que bonito. Acordei encantada.
A noite passada sonhei com o Ronaldo. É verdade. Sonhei que o conheci, repare-se, num jogo de futebol (eu também jogava). Curiosamente, estava a chover. Lanchamos (lembro-me da mesa e dos bancos de madeira e tenho a impressão que me cheirou a caldo verde), conversamos e ficamos amigos. Que bonito. Acordei encantada.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Cinema - Invictus
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Ontem fui ver o Invictus. Eu até gosto dos filmes do Clint. É bom homem. Eu até gosto do Morgan Freeman. Tem boa pinta. Mas não achei o filme nada de especial. Não é mau, mas também não é muito bom. O Morgan esteve bem, mas não esteve genial. Por mim, não leva a Óscar. A história, apesar de verídica e sem grande margem para surpresas, é contada de uma forma completamente previsível. Vê-se o trailer, sabe-se o filme todo. Que desilusão. O Matt Damon esteve muito bem.
Ontem fui ver o Invictus. Eu até gosto dos filmes do Clint. É bom homem. Eu até gosto do Morgan Freeman. Tem boa pinta. Mas não achei o filme nada de especial. Não é mau, mas também não é muito bom. O Morgan esteve bem, mas não esteve genial. Por mim, não leva a Óscar. A história, apesar de verídica e sem grande margem para surpresas, é contada de uma forma completamente previsível. Vê-se o trailer, sabe-se o filme todo. Que desilusão. O Matt Damon esteve muito bem.sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
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Veneza com neve


Michael Lynche

