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Dava o cú mais cinco tostões para me teleportar agora, e durante um mês, para este sítio.


Bora Bora, Polinésia Francesa
Já anda aí a quarta e (infelizmente) última temporada dos Tudors. Adoro, adoro, adoro. Apesar de não gostar muito do olhar esgazeado do Jonathan Rhys Meyers. Adoro séries e filmes de época. Adoro a forma de embelezamento hollywoodesca, que torna tudo lindo e maravilhoso. Os vestidos, as personagens, os cenários. Gosto, sobretudo, de ver contadas histórias de pessoas que existiram (apesar de saber que a grande maiorica dos factos são adulterados). Gosto de pensar que foi mesmo assim. Que existiram pessoas fabulosas (ou não) que tiveram o poder de interferir na evolução da História e na evolução das sociedades.





Uma notícia que me chocou imenso esta semana foi o alegado suicídio do menino de Mirandela que alegadamente sofreria de Bullying. Esta é uma questão que sempre me incomodou. Não suporto cobardia. E vindo de crianças, só me deixa mais chocada com a natureza mesquinha do Homem que me parece cada vez mais inata. Porque não me falem em famílias problemáticas, problemas financeiros ou o que quer que seja. Não são, nem podem ser desculpas para a maldade. Porque o Bullying é maldade pura.
Numa altura que muito se fala da alegada tentativa do governo para dominar a comunicação social, eu sou da opinião que a censura em certos e determinados casos até faz muito jeito. E acho que esta não devia ser totalmente posta de lado. Um desses casos é o lançamento do livro de Luís Miguel Militão sobre a sua colaboração no rapto e assassínio de um grupo de portugueses que, julgavam estes, íam passar uns dias de férias ao Brasil. Não vou falar no crime macabro, porque acho que nem vale a pena. O que vou questionar é o direito de alguém de publicar um livro relatando um crime absolutamente hediondo sem qualquer tipo de carácter e respeito pelas famílias das vítimas. Mas depois, e pensando bem, de uma pessoa que tenha cometido um crime desses, não é de esperar qualquer respeito seja por quem for. Então passo para outro tópico. Que raio de editora tem a coragem de aceitar publicar uma merda destas? Porque não consigo aceitar que o dinheiro seja mais importante do que fazer o que é correcto. Honestamente não me entra no miolo. Então seria aqui que deveria entrar a censura. Crua e dura. Devia ser altamente proibido uma merda destas vir para as bancas. E gostava de saber que tipo de mentes macabras e dementes vão ler este livro. Porque acredito que não tarda está no tops. Obviamente que a mim não me apanham no meio dessas páginas. Assim como irei pensar e repensar antes de me tentar em comprar qualquer livro editado pela Guerra & Paz.
Ontem fui ver o Invictus. Eu até gosto dos filmes do Clint. É bom homem. Eu até gosto do Morgan Freeman. Tem boa pinta. Mas não achei o filme nada de especial. Não é mau, mas também não é muito bom. O Morgan esteve bem, mas não esteve genial. Por mim, não leva a Óscar. A história, apesar de verídica e sem grande margem para surpresas, é contada de uma forma completamente previsível. Vê-se o trailer, sabe-se o filme todo. Que desilusão. O Matt Damon esteve muito bem.
Por diversas vezes ao longo desta vida dei graças a Deus por, em Portugal, o pedido para licença de porte e uso de armas obedeça a restritas regras de forma a não ser vulgarizado como o é noutros países. E digo isto por experiência pessoal. Por exemplo, no trânsito, por três ou quatro vezes, vi-me em situações que, se tivesse uma arma à mão de semear, usava-a de certeza. Porque há realmente pessoas tão estúpidas e dementes que são realmente capazes de nos tirar do sério. São capazes de nos deixar tão cegos que a vista começa a ficar desfocada e passam-nos coisas pela cabeça que são difíceis de controlar. Hoje, por exemplo, tive uma dessas experiências. Se eu tivesse uma arma junto de mim garanto que tinha dado um tiro a essa personagem que está na foto. E não é primeira nem segunda vez que me ganas de o fazer. Por várias vezes já tive vontade de lhe atirar com um cinzeiro ou um paralelo à cabeça. Mas hoje, dava-lhe um tiro. Ai dava, dava-lhe dois e ainda era capaz de me rir por cima.
O público até tem bom gosto e votaram no gajo certo. Os meus 0.72€ (x2) foram bem empregues. Não ganhei o carro que me dava um jeitaço neste momento. Enfim, não se pode ter tudo. O Filipe lá ganhou. E para o Carlos, os outros concorrentes todos e o não se quantas Jardim aqui fica um chupa-mos. Menos para a Diana que também merecia ganhar. C'est la vie.
Desconheço se é verdade ou mentira que o primeiro-ministro tenha acabado com o jornal nacional e tenha arranjado a saída do Moniz da TVI. Mas, a ser verdade, tem todo o meu apoio e o meu voto garantido. Ele não só devia ter acabado com o dito jornal, como devia ter arranjado maneira de fechar a tasca toda. Desde os telejornais, aos programas da manhã, passando pelas novelas e por todo o tipo de programas de entretenimento. E só ainda não percebi como é que os governantes anteriores não tiveram essa ideia. A TVI é um atentado à sanidade mental pública.
E só porque eu acho que os cagões dos outros concorrentes estão a tentar fazer a folha ao Filipe, vou gastar 0.70€ para votar nele. Não vai ser porque gosto da rocalhada, ou porque abomino popalhada, mas sim porque não gosto de injustiças. Então não é que o cagão do madeirense sempre tão simpático e cara de sonso que manda beijinhos para toda a gente boicota o Filipe ao vivo a apelar o voto na Diana? Mas que merda é esta? Andamos a brincar ao "eu não ganho tu também não"? E os outros invejosos a jogar ao "ai que o filipe ganha porque tem a pitas e tal, mas a Diana é que é boa"? E estarem caladinhos, não? E esfregar a dor de cotovelo? Isso é que era. Desculpa lá Diana, até gosto de ti que cantas bem e tens bom gosto musical, mas vou votar no Filipe.
Este livro foi-me amavelmente oferecido pelo blog Páginas Desfolhadas num dos seus habituais concursos.

Já não aguento ouvir as pessoas a reclamar do tempo. Ou é porque chove, ou é porque está frio. Mas por acaso já repararam que estamos em Janeiro e que por acaso até é Inverno? E depois não consigo mesmo perceber como é que as pessoas conseguem reclamar tanto com a chuva e o frio que temos ao ver as desgraças que se têm passado no mundo. Realmente não percebo.
Estes 10 finalistas serão votados online e será assim feita a escolha do trabalho vencedor.
Pode votar aqui
Para votar seleccione as estrelas do cartaz e clique em enviar.
Votem, porque além de ter sido feito por uma portuguesa é , também, sem dúvida, o mais bonito. Ok, o 7º e o 8º também são bonitos, mas falta-lhes ali qualquer coisa a representar Portugal, por isso não merecem .

Já aqui há uns tempos falei do programa da Antena3, Prova Oral. É um bom programa, uma óptima distração. O Fernando Alvim é muito engraçado, gosto muito de o ver/ouvir desde a altura em que ele apresentava o Curto Circuíto na Sic Radical. Tem graça ao ponto de ofuscar qualquer uma das colegas que co-apresentam o programa. Sendo que os comentários destas muitas vezes não passem de reptições patéticas do que ele diz. Não por culpa delas, mas por culpa dele.
