segunda-feira, 10 de maio de 2010

.

Dava o cú mais cinco tostões para me teleportar agora, e durante um mês, para este sítio.


Bora Bora, Polinésia Francesa


.
É sempre bonito ver um país feliz. Ou pelo menos dois terços do país feliz. Era vê-los ontem a sair de tudo o que era buraco, onde têm estado escondidos e sugaditos nos últimos quatro anitos.
Vai ser desta que o país vai sair da recessão. Durante uns meses ninguém vai querer saber do desemprego, da falta de tusto no bolso. Ninguém vai querer saber mais da crise. Durante uns meses vamos levar um achacamento de tudo quanto é televisões, jornais, rádios e claro está, crentes. Até o Papa vem beatificar Jesus. E Jesus poderá finalmente deixar de massacrar as pastilhas elásticas e dar descanso ao maxilar. Já nem a eliminação de Portugal na primeira fase do Mundial vai interessar para nada. Vai ser a benfica TV no seu auge a repetir as imagens do benfica campeão até a fita se romper. Se o benfica já era o maior clube do mundo, este ano esticou a sua zona de influência. Agora o benfica é o maior clube de mundo e arredores.
E nós vamos deixá-los saltar, gritar e comemorar. Porque, coitados, eles nunca sabem quando poderão voltar a fazê-lo. E porque o ego deles vai rebentar assim que a nova época começar e tudo voltar ao normal. Os grandes vão voltar para o seu posto, de onde saem raramente e só por acidente.

sábado, 8 de maio de 2010

.

Eu não fumo. Mas, se eu fumasse, só fumava tabaco cujo nome eu soubesse dizer.

Séries - Os Tudors

.

Já anda aí a quarta e (infelizmente) última temporada dos Tudors. Adoro, adoro, adoro. Apesar de não gostar muito do olhar esgazeado do Jonathan Rhys Meyers. Adoro séries e filmes de época. Adoro a forma de embelezamento hollywoodesca, que torna tudo lindo e maravilhoso. Os vestidos, as personagens, os cenários. Gosto, sobretudo, de ver contadas histórias de pessoas que existiram (apesar de saber que a grande maiorica dos factos são adulterados). Gosto de pensar que foi mesmo assim. Que existiram pessoas fabulosas (ou não) que tiveram o poder de interferir na evolução da História e na evolução das sociedades.


Gosto também do bonzão Henry Cavill, claro. E fiquei apaixonada pela Sarah Bolger.

Só detestei o retrato pobre, badalhoco e brejeiro que fizeram da corte portuguesa. Não merecíamos.

terça-feira, 4 de maio de 2010

.



Agora é moda as ex-modelos tornarem-se apresentadoras de tv. Ele é talk-shows, ele é reality-shows. Uma coisa linda. Ontem estava a fazer zapping e, num canal, que assim de repente já não me recordo qual, estava a dar o Project Runway Canadá. A apresentadora deste programa é a ex-modelo Iman. Esta senhora, além de estar claramente desnutrida, simplesmente não sabe falar. Não se sabe exprimir. A sua expressão facial é sempre a mesma. Engana-se e engasga-se ene vezes. E quando tenta fazer de durona? Medo! Prefiro o estrabismo da Heidinha.

domingo, 2 de maio de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

.
O Sam Cooke deve estar a rebolar no caixão por causa da versão do Seal de A change is gonna come. Estava bem melhor quietinho ou a fazer filhos com a Heidi. Desde que caladinho.

domingo, 25 de abril de 2010

.
E pronto. Bilhetinho já cá canta com seguro incluído. Não vá eu esticar o pernil até lá e perder 75€ da minha alma. Acho que foi o bilhete que comprei com mais tempo de antecedência. Agora é só esperar que Novembro chegue rapidinho. Não, Novembro não. Setembro, para ir curtir uns dias em Marrocos, nas férias, primeiro. Que passe lentamente. Depois sim, que venha Novembro só para eu dar um saltinho ao céu e vir de lá consolada da vista e do ouvidinho.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Maria de Medeiros cantora

.
Quando me falam em Maria de Medeiros a primeira coisa que me vem à cabeça é aquele grande diálogo "Vai à merda" - "Vai tu". Nunca lhe achei grande piada. Como actriz não é nada de especial. Tem uma cara e uma cabeça esquisita. Sempre teve aquele ar sem sal. E acho que sempre a ouvi falar mais em francês do que em português. Mas tenho que me render à sua nova faceta. Ela canta. E canta bem. Fiquei surpreendidíssima. Esta participação com o Legendary Tigerman está muito à frente. E este cheiro a"Penínsulas e Continentes" é delicioso.

sábado, 3 de abril de 2010

.
O Porto foi atacado por espanhóis. Sempre que os ouço falar só consigo pensar em filmes pornográficos.

sexta-feira, 26 de março de 2010

.

"Quando aprendi a falar mau português (risos) para o filme Love Actually, tomei conhecimento de músculos que não sabia que tinha! A pronúncia é quase impossível de imitar... soa um bocado a russo..."

Colin Firth

quarta-feira, 24 de março de 2010

Espelho mágico, espelho meu, haverá blog melhor que o meu?

.
Eu comecei nestas andanças da blogosfera em 2002. Achei piada, criei um blog. Depois fartei-me e apaguei-o. Voltei a criar outro, voltei a fartar-me e a apagá-lo. Depois criei este que foi ficando. Houve uma altura em que deixei de escrever durante uns tempos, mas, entretanto, voltei. Não tenho tempo, nem paciência para escrever todos os dias. E admiro profundamente bloggers que tenham assunto para actualizar o blogue todos os dias. Mesmo repetindo-se vezes sem conta. Nestes oito anos os blogues cresceram e multiplicaram-se. Há blogues para todo o tipo de coisas. O que é bom, claro. Há diversidade. Há, obviamente, mais opções de escolha. E há, claro, blogues deliciosos que são óptimas distracções. Depois há blogues criados por pessoas famosas. E há pessoas que se tornaram famosas pelos blogues que têm. É aqui que entra o conflito. As guerras de atenção. São possuídas por uma coisa ruim saída directamente das trevas e começam a infernizar a vida (blogosférica) umas das outras.


Para mim, além dessas picardias que se notam em certos blogues, há algo que eu acho fantástico. A consolidação de uma legiões de admiradoras e defensoras que alguns blogs conseguem ter. Uma espécie de claques da blogosfera. Lutando como amazonas virtuais. Com ataques verbais do pior que já li. Porque uma acha piroso uma sandália usada com meia e outra não gosta de determinado par de sapatos. E porque umas acham que a sua opinião é mais correcta do que a outra, transformam caixas de comentários em absurdas batalhas campais. Seria de rir (que já me ri muitas vezes, confesso) se não fosse tão ridiculamente descabido.

Mas, como toda a ovelha precisa do seu pastor, o mais grave é assistir-se à total aceitação e incentivo dos proprietários dos blogues. Um dos quais ao ponto (imagine-se) de ameaçar uma tentativa de despedimento de uma leitora do seu emprego. Quando apenas um delete resolvia a situação sem causar qualquer tipo de problemas.


E tenho pena que este tipo de situações se passem em blogs femininos onde, mais uma vez, se confirma a falta de compreensão entre mulheres. Onde cada uma se julga melhor do que a outra pelos motivos mais fúteis. E onde, numa altura em que tanto se discute a liberdade de expressão, se vê que as pessoas são tão intolerantes umas com as outras que não conseguem sequer respeitar uma opinião diferente.

E depois tenho saudades de 2002. Da paz e do sossego da blogosfera. E sem referir, claro, que era bastante mais nova, o que, só por acaso, me dava um jeitaço.

segunda-feira, 22 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

.




Enquanto via o Project Runway, que não sigo, descobri que esta é a Monica Lafayette. E quem é a Monica Lafayette? Cantora de uma banda punk? Cabeleireira da Rihanna? Não, é consultora de moda. E vai estar no Cascais Shopping, na fashion week. (wtf?) Eu quero um cabelo assim. Não, eu quero dois cabelos assim. Um para a semana, outro para o fim de semana.

Project Runway

.
Não que eu gosto do programa. Que não gosto. Não que eu siga o programa. Que não sigo. Mas esta personagem daqui de cima é um bocado vacalhona. Não é?

quarta-feira, 10 de março de 2010

.
Esta noite por pouco não mijei na cama. Estava eu a sonhar que estava sentada em cima de uma arca frigorifica, daquelas de bebidas, mais especificamente uma arca frigorifica da coca-cola, igual à que tenho no trabalho, calça e cueca para baixo a tentar mijar. Verdade. Mas devia estar com algum problema na bexiga porque tinha vontade, mas não estava a conseguir fazer. Foi a minha sorte senão acordava molhadinha e quentinha.
.
Há dias em que estou especialmente sem paciência para aturar quem quer que seja. Hoje é um desses dias.

domingo, 7 de março de 2010

Cinema - Alice no País da Maravilhas

.
Há meses que ansiava pela estreia deste filme. Não só porque sou grande fã do Tim Burton e do Johnny Depp, mas porque adoro os clássicos da Disney. E o conto de Lewis Carroll foi um dos meus clássicos preferidos. O filme, como já esperava, é fabuloso. Está tão bem feito que é difícil separar as personagens reais da animação. A Helena Bohnam Carter está sublime no papel da Rainha de Copas. O Johnny Depp está fantástico como chapeleiro louco. Mas isso eu já esperava. O que me surpreendeu no filme foi a animação. O gato, as flores que falam e a lagarta. O gato está tão bem feito, a forma como aparece e desaparece parece realmente real. A cena em que a Rainha de Copas joga cricket com o flamingo é deliciosa. Adorei tudo.

Foi também a primeira vez que vi um filme em 3D. A única experiência em 3D que tinha tido foi no tempo dos dinossauros. Sim, quando fiz aquela colecção de livros de dinossauros com algumas imagens em 3D e aqueles óculos espectaculares, andava eu na escola primária. No ecrã é diferente. É, obviamente, melhor. E este tipo de filme é o ideal para esta experiência.
Mal posso esperar pela Maleficent.

E assim de repente acho que me cheirou a pipocas.

sexta-feira, 5 de março de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

Um momento de publicidade

.

Eu não sou nem nunca fui moçoila de bolachas. Prefiro uns chocolatinhos, uns tremoços ou coisas assim. Mas estes biscoitos de manteiga, estes bicoitos... São deliciosos e viciantes. Então estes com os buraquinhos e aqueles do meio são qualquer coisa. Não posso comprar mais disto cá para casa.

Bullying nas escolas

.
Uma notícia que me chocou imenso esta semana foi o alegado suicídio do menino de Mirandela que alegadamente sofreria de Bullying. Esta é uma questão que sempre me incomodou. Não suporto cobardia. E vindo de crianças, só me deixa mais chocada com a natureza mesquinha do Homem que me parece cada vez mais inata. Porque não me falem em famílias problemáticas, problemas financeiros ou o que quer que seja. Não são, nem podem ser desculpas para a maldade. Porque o Bullying é maldade pura.

Há uns tempos vinha eu no metro em hora de ponta. Consegui lugar sentado num lugar imediatamente atrás de um daqueles bancos que têm outros bancos em frente. Normalmente quando viajo em transportes públicos não gosto de ir a olhar para as pessoas. Porque também não gosto que fiquem a olhar para mim. Evito reparar nisto ou naquilo. Então normalmente olho para o chão, para o tecto, para a janela, enfim... A certa altura da viagem reparei numa miúda que estava sentada dois bancos à minha frente. Mas que estava virado para o meu. A miúda tinha uma mochila às costas e estava sentada na ponta do banco. Devia ter uns 16 anos. Por trás dela estavam duas badalhocas, literalmente badalhocas, bem mais velhas que ela (pelo menos pareciam) de cabelo comprido amarrado em rabo-de-cavalo, grandes e grossas argolas de ouro e uma série de voltas de ouro à volta do pescoço. Tinham toda a pinta de arruaceiras. Estas duas cobardolas estavam constantemente a dar estalos à miúda, mas disfarçadamente. Na cabeça, no pescoço, na cara. A miúda, de costas para elas tentava evitar, mas não dizia nada. Não piava. Depois do choque, a minha primeira reacção ía ser falar, insultá-las um bocadito só para me dar um bocadinho de gosto, mas depois pensei duas vezes porque tive medo que depois fosse pior para a miúda. Que sofresse represálias maiores. Enquanto pensava no que fazer, ela levanta-se e sai disparada e aqueles seres desprezíveis, porque não consigo arranjar melhor adjectivo, conseguiram sair atrás dela. Depois senti-me culpada por não ter dito nada logo na altura.


Resumindo, eu não sei qual seria a minha reacção se sonhasse que um filho meu estivesse a sofrer uma violência destas, aparte da vontade de partir a cara aos monstrinhos. Porque são pequenos monstros. O que posso garantir é que depois das queixas na escola, polícia e afins, o meu filho era imediatamente tirado da escola em questão. Porque eu nem quero imaginar o terror que deve ser para estas crianças conseguirem ir à escola. Deve ser uma violência psicológica tão grande que pode ter graves repercussões no futuro.


Voltando ao caso do miúdo de Mirandela, que me desculpem os professores, funcionários, directores e afins da escola, mas grande parte da culpa nestes casos passa por eles. Eu não acredito que toda esta gente não se aperceba no que se passa entre os miúdos. Não acredito. Porque tudo começa na escola. E porque é no ambiente escolar que devem ser detectados. E devem estar mais atentos nestes casos e reportá-los imediatamente aos pais.

Eu sou da opinião que a educação tem de ser dada em casa. A profissão dos professores não é educá-los, é ensiná-los. E tenho também consciência que há muito pai estupidinho e ceguinho e burrinho e essas coisas todas. E, regra geral, apoio os professores nas quesílias entre pais/alunos/professores, porque normalmente estes têm razão. Mas este não é um caso de educação. É uma caso de violência grave que tem de ser controlado. E os miúdos têm de ser severamente castigados. Porque senão, daqui a uns tempos, vamos ter uma série de monstrinhos à solta nas ruas que vão ser o futuro deste país.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Censura e Militão

.
Numa altura que muito se fala da alegada tentativa do governo para dominar a comunicação social, eu sou da opinião que a censura em certos e determinados casos até faz muito jeito. E acho que esta não devia ser totalmente posta de lado. Um desses casos é o lançamento do livro de Luís Miguel Militão sobre a sua colaboração no rapto e assassínio de um grupo de portugueses que, julgavam estes, íam passar uns dias de férias ao Brasil. Não vou falar no crime macabro, porque acho que nem vale a pena. O que vou questionar é o direito de alguém de publicar um livro relatando um crime absolutamente hediondo sem qualquer tipo de carácter e respeito pelas famílias das vítimas. Mas depois, e pensando bem, de uma pessoa que tenha cometido um crime desses, não é de esperar qualquer respeito seja por quem for. Então passo para outro tópico. Que raio de editora tem a coragem de aceitar publicar uma merda destas? Porque não consigo aceitar que o dinheiro seja mais importante do que fazer o que é correcto. Honestamente não me entra no miolo. Então seria aqui que deveria entrar a censura. Crua e dura. Devia ser altamente proibido uma merda destas vir para as bancas. E gostava de saber que tipo de mentes macabras e dementes vão ler este livro. Porque acredito que não tarda está no tops. Obviamente que a mim não me apanham no meio dessas páginas. Assim como irei pensar e repensar antes de me tentar em comprar qualquer livro editado pela Guerra & Paz.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Rescaldo Sporting - F.C Porto

.
Estou completamente convencida que o Sporting (ou mesmo o Benfica, aquele antro de conspiradores) juntaram-se a algum culto satânico, aderiram à magia negra ou mesmo ao vudu de forma a prenderem a perninhas dos nossos jogadores. Nunca vi tanta asneira e tanta trapalhada na nossa equipa tão ganhadora.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

The Champions

Esta música é um dos hinos mais bonitos que já ouvi. E, quando há jogos da liga dos campeões, tenho o hábito de ligar a tv só para ouvir a intro. Dá-me sempre arrepios. Talvez tenha que ver com o facto do melhor clube português estar lá quase sempre, o que me deixa muito orgulhosa. Mas este hino, mesmo fora de contexto, é genial.
letra:

Ce sont les meilleures équipes
Es sind die allerbesten Mannschaften
The main event
Die meister
Die besten
Les grandes équipes
The champions!
Une grande réunion
Eine grosse sportliche Veranstaltung
The main event
Ils sont les meilleurs
Sie sind die besten
These are the champions
Die Meister
Die Besten
Les grandes équipes
The champions!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

.
A noite passada sonhei com o Ronaldo. É verdade. Sonhei que o conheci, repare-se, num jogo de futebol (eu também jogava). Curiosamente, estava a chover. Lanchamos (lembro-me da mesa e dos bancos de madeira e tenho a impressão que me cheirou a caldo verde), conversamos e ficamos amigos. Que bonito. Acordei encantada.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cinema - Invictus

.
Ontem fui ver o Invictus. Eu até gosto dos filmes do Clint. É bom homem. Eu até gosto do Morgan Freeman. Tem boa pinta. Mas não achei o filme nada de especial. Não é mau, mas também não é muito bom. O Morgan esteve bem, mas não esteve genial. Por mim, não leva a Óscar. A história, apesar de verídica e sem grande margem para surpresas, é contada de uma forma completamente previsível. Vê-se o trailer, sabe-se o filme todo. Que desilusão. O Matt Damon esteve muito bem.
.
Como é possível que aquela personagem surrealista do presidente da Madeira tenha a coragem de dizer para "não se dramatizar" 42 mortos, mais de 100 feridos e mais de 200 desalojados na Madeira? Mesmo que seja para tentar minimizar a perda dos lucros turísticos. É triste.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cinema - A single man / A serious man

.
Poderosamente dramático.
Por mim, o Colin leva o Óscar.


Totalmente estranho.
Acho que gostei. Não sei muito bem.

O verdadeiro animal

.
Por diversas vezes ao longo desta vida dei graças a Deus por, em Portugal, o pedido para licença de porte e uso de armas obedeça a restritas regras de forma a não ser vulgarizado como o é noutros países. E digo isto por experiência pessoal. Por exemplo, no trânsito, por três ou quatro vezes, vi-me em situações que, se tivesse uma arma à mão de semear, usava-a de certeza. Porque há realmente pessoas tão estúpidas e dementes que são realmente capazes de nos tirar do sério. São capazes de nos deixar tão cegos que a vista começa a ficar desfocada e passam-nos coisas pela cabeça que são difíceis de controlar. Hoje, por exemplo, tive uma dessas experiências. Se eu tivesse uma arma junto de mim garanto que tinha dado um tiro a essa personagem que está na foto. E não é primeira nem segunda vez que me ganas de o fazer. Por várias vezes já tive vontade de lhe atirar com um cinzeiro ou um paralelo à cabeça. Mas hoje, dava-lhe um tiro. Ai dava, dava-lhe dois e ainda era capaz de me rir por cima.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

E lá está...

.
O público até tem bom gosto e votaram no gajo certo. Os meus 0.72€ (x2) foram bem empregues. Não ganhei o carro que me dava um jeitaço neste momento. Enfim, não se pode ter tudo. O Filipe lá ganhou. E para o Carlos, os outros concorrentes todos e o não se quantas Jardim aqui fica um chupa-mos. Menos para a Diana que também merecia ganhar. C'est la vie.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

.
Acabei de ver um Michael Jackson assustador.
.
Serei eu a única a achar o Carnaval absolutamente assustador? É ver homens travestidos e máscaras medonhas. E god... ouvir samba. Haverá coisa pior?

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pictionary

.

Lembro-me de quando era mais nova, na altura de Natal, a tv eramos massacrados por publicidade de de brinquedos e jogos. Lembro-me de ter recebido vários jogos em vários Natais. Foi o Quem é quem , O papa bolas, aquele do esqueleto que eu não me lembro o nome. Numa fase mais crescida foi o Monopólio ( que nunca gostei particularmente), o Scrabble (o meu preferido) e claro, o Buzz. Recentemente joguei um grande jogo, o Pictionary. E depois perguntei-me, como é que eu nunca o tinha jogado antes? É muito bom. Não só porque é divertido e excitante, mas também porque é muito curioso perceber como a percepção das coisas é tão diferente de pessoa para pessoa.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

.
A constipação está a tentar atacar-me. Mas eu vou fodê-la. Vou comer laranjas o dia todo.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Força Sócrates

.
Desconheço se é verdade ou mentira que o primeiro-ministro tenha acabado com o jornal nacional e tenha arranjado a saída do Moniz da TVI. Mas, a ser verdade, tem todo o meu apoio e o meu voto garantido. Ele não só devia ter acabado com o dito jornal, como devia ter arranjado maneira de fechar a tasca toda. Desde os telejornais, aos programas da manhã, passando pelas novelas e por todo o tipo de programas de entretenimento. E só ainda não percebi como é que os governantes anteriores não tiveram essa ideia. A TVI é um atentado à sanidade mental pública.
Terá também o meu apoio se a seguir quiser oferecer a Madeira aos espanhóis e deitar abaixo o estádio da luz.

Pata Vermelha

.
Que me perdoem as vítimas do Haiti, os desgraçadinhos de África, os desalojados ou os infectados com a SIDA, mas o meu dinheiro vai passar a ir para aqui. Como é que é possível ficar-se indiferente a isto?


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Breve visita à capital

.
Três diazitos em Lisboa serviram para passear, relaxar um bocadito, confirmar três teses minhas :
  1. Os espanhóis são tão porcos no nosso país, como os portugueses são no país deles. Ele é deitar lixo no rio Tejo à maluca com grande descontração.
  2. Os italianos são tão mal formados no nosso país como são no país deles. Ele é tirar fotos com flash à maluca no Oceanário e falarem entre si para disfarçarem quando o vigilante passa, como se nós não percebessemos o que eles dizem.
  3. Os senhores que vivem na capital bem podem fazer o pino e atirarem-se ao ar que nem vale a pena. Não têm nem 10% da hospitalidade das gentes do Norte.
E chegar às seguintes conclusões:
  1. As ginginhas sabem melhor em Lisboa.
  2. A Praça do Comércio continua em obras.
  3. Lisboa tem toda a pinta de capital.
  4. O Starbucks não é tão caro como é lá fora.
  5. Andar em metro em Lisboa mete medo ao susto.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

.

Porque a sua cor é o azul. Porque o azul é a cor do céu, do mar e da harmonia. Porque o azul é celeste. E porque celestial foi aquele jogaço de ontem. Aqui fica um bem haja ao grandioso clube do meu coração.

Eu nem gosto nada disto, mas...

.
E só porque eu acho que os cagões dos outros concorrentes estão a tentar fazer a folha ao Filipe, vou gastar 0.70€ para votar nele. Não vai ser porque gosto da rocalhada, ou porque abomino popalhada, mas sim porque não gosto de injustiças. Então não é que o cagão do madeirense sempre tão simpático e cara de sonso que manda beijinhos para toda a gente boicota o Filipe ao vivo a apelar o voto na Diana? Mas que merda é esta? Andamos a brincar ao "eu não ganho tu também não"? E os outros invejosos a jogar ao "ai que o filipe ganha porque tem a pitas e tal, mas a Diana é que é boa"? E estarem caladinhos, não? E esfregar a dor de cotovelo? Isso é que era. Desculpa lá Diana, até gosto de ti que cantas bem e tens bom gosto musical, mas vou votar no Filipe.
E depois aquela cena que eu não compreendo muito bem de que o Filipe não deve ganhar porque não corresponde ao protótipo de ídolo porque não é pop. Mas agora para se ser um ídolo de alguém tem que se ser popalhão? Mas desde quando? Hã? Tenho uma série de ídolos e nenhum deles é pimba..., perdão, popalhão.
E será que ainda não perceberam que, felizmente, o nosso país é um país de muito rock e pouco pop? E ainda bem. Ao menos isso! Valha-me a Santa.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Livros - 4 & 1 Quarto de Rita Ferro

.
Este livro foi-me amavelmente oferecido pelo blog Páginas Desfolhadas num dos seus habituais concursos.
Confesso que foi com alguma expectativa que o comecei a ler. Nunca tinha lido nada da autora e este título já me tinha despertado alguma curiosidade.

Achei a estória muito boa. Um envolvimento sexual de uma terceira e uma quarta pessoa numa relação a dois, cujo casamento parecia bem estável. A forma como esse envolvimento vai mudar para sempre as suas vidas, trazendo à tona um conflito de sentimentos como as inseguranças e dúvidas. Mostra como o ser humano é frágil, vulnerável e inconstante. E mostra também que muitas vezes é necessário passarmos por certas situações para termos alguma ideia daquilo que queremos na vida. Ou, pelo menos, daquilo que não queremos. Pessoalmente não gostei do final da estória. Achei-o descontextualizado. Um tanto ao quanto descabido. Mais apropriado para um livro de suspense ou um romance mais dramático. Esperava um final menos trágico e mais de reflexão. Mas isso é só uma opinião pessoal.

A estória é visualmente bem contada, com linguagem fluída, coisas que acho muito importantes. Torna a leitura agradável, e nem um pouco cansativa. O que me incomodou um pouco foi, e aqui mais uma vez é um gosto pessoal, a narrativa. Prefiro ler livros com narradores não participantes. Quando os narradores são participantes prefiro que seja só um. Este livro é um conjunto de textos em que o narrador muda frequentemente. As várias personagens vão contando a história mostrando a sua visão das coisas e mostrando o que sentem e o que pensam. Acho que por vezes se torna confuso. Às vezes não se compreende bem quem está a narrar e, sendo narrado assim, torna-se complicado simpatizar com esta e com aquela personagem porque elas são interpretadas de forma diferente pelas diferentes personagens, sendo complicado compreender verdadeiramente as suas personalidades.
À parte este factor gostei bastante do livro. Talvez tente ler outro da Rita Ferro. Alguma sugestão?

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Livros - O Símbolo Perdido de Dan Brown

.


Sou oficialmente povinho. Seguidora de massas. E não me importo. O Dan Brown é um grande escritor. Li o Código DaVinci há uns anos atrás e fiquei apaixonadíssima pela escrita do homem. Pela estória também, claro. Mas sobretudo pela escrita do homem. Depois foi a vez dos Anjos e Demónios que não me desiludiu. O Símbolo Perdido é também um grande livro. Tem acção, drama, mistério e tem sobretudo surpresa. Porque o que é bom em Dan Brown, além da capacidade de prender o leitor à estória, é a capacidade que ele também tem de o surpreender. Porque quando achamos que o mistério já foi esclarecido, aparece qualquer coisa que nos volta a surpreender e entusiasmar. E é por isso que eu gosto de Dan Brown.
.
Tenho para mim que o nosso Presidente da República é um mono. Nem sei ao certo o que é que ele anda a fazer naquele posto. Não fala ao país, não diz nada, não dá opiniões, não esclarece os portugueses. O que, por vezes, não sei se é bom ou se mau. Se é melhor ele estar calado ou ouvi-lo falar. Enfim. No fundo não faz nenhum. Ah, faz faz. Come e bebe à pala e ainda lhe pagam por cima.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A boa da pipoca

.

Se há coisa que eu não suporto é estar à mesa com alguém que mastiga com a boca aberta. Detesto ver a comida ali a rebolar entre a língua e os dentes com saliva à mistura. Além disso, também não suporto pessoas que fazem barulho a comer. Detesto ouvir alguém a trincar sejam batatas fritas, uma maçã ou o roer de ossos (ou a carne que está entre eles). E, se há coisa que abomino é estar no cinema e ouvir alguém a mastigar pipocas. Eu gosto imenso de comer pipocas no cinema. E eu sei que a pipoca estaladiça faz algum barulho ao ser mastigada. Mas quando esse barulho supera o barulho do filme, não é normal. Ontem estava numa sala de cinema, ainda por cima das salas mais pequenas, e estava uma personagem, nos bancos do lado oposto ao meu e várias filas acima a mastigar furiosamente um balde de pipocas. Não, aquilo não era mastigar. Era ruminar. Da forma mais barulhenta que eu alguma vez ouvi. E eu que tenho um grande problema a abstrair-me destas situações, fiquei com uma urticária nervosa. Durante os primeiros 40 minutos de filme a personagem ruminou sem parar. E aquilo nunca mais acabava. Aquilo não era um balde de pipocas, era uma bacia. Como é que as pessoas que estavam perto dele conseguiram aguentar, quando eu, aos primeiros cinco minutos, se tanto, tive vontade de lhe espetar com o balde na cabeça?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Já não se aguenta

.
Já não aguento ouvir as pessoas a reclamar do tempo. Ou é porque chove, ou é porque está frio. Mas por acaso já repararam que estamos em Janeiro e que por acaso até é Inverno? E depois não consigo mesmo perceber como é que as pessoas conseguem reclamar tanto com a chuva e o frio que temos ao ver as desgraças que se têm passado no mundo. Realmente não percebo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Concurso Europeu de cartazes

.
O concurso "I Love Europe", organizado pela Comissão Europeia, destina-se a conceber um cartaz para ilustrar o dia da Europa em 2010.

De 1700 projectos internacionais submetidos foram seleccionados apenas 10 finalistas, entre os quais está o projecto desenvolvido em aula e submetido pela aluna Portuguesa da ESAD - Escola Superior de Artes e Design (Matosinhos) Diana Jung, abaixo divulgado:


Estes 10 finalistas serão votados online e será assim feita a escolha do trabalho vencedor.

Pode votar aqui

Para votar seleccione as estrelas do cartaz e clique em enviar.

Votem, porque além de ter sido feito por uma portuguesa é , também, sem dúvida, o mais bonito. Ok, o 7º e o 8º também são bonitos, mas falta-lhes ali qualquer coisa a representar Portugal, por isso não merecem .

Vamos lá votar na Diana.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Pensamento da noite

.
Não há nada mais sexy num homem do que ver um bocado de um palito às voltas entre os dentes enquando falamos com ele.

Casamento Gay

.


Fiquei contente com a aprovação da legalização do casamento gay no nosso país. Confesso que não estava à espera e confesso que sempre pensei que nenhum governo tivesse tomates para avançar com a proposta no Parlamento.


Embora me custe dizer isto sou contra o referendo na grande maioria dos casos, mesmo saindo sempre de casa para exercer o meu direito de voto. Sou contra porque, como se sabe, o português prefere passar o domingo no shopping a ver montras, prefere andar a passear nos supermercados e até passar uma tarde sentados dentro do carro a olhar para o mar e a dormitar, do que mexer o cú e perder 15 minutos a exercer o seu direito (e dever) de voto. Acho um desperdicio de tempo e de dinheiro. E acho que povinho está-se pouco nas tintas para o que se passa no país. Por muitos avisos e apelos na comunicação social que sejam feitos. E quando soube que andava aí gente com abaixo-assinados a pedir referendos, pus as mãos à cabeça. Esta gente ou não tem o que fazer, ou gosta de ver o dinheiro (supostamente nosso) deitado ao lixo. Só pode. É que somos nós que o pagamos.

Por outro lado não percebo porque razão eu teria direito a voto numa lei que não me diz respeito, que em nada vai alterar a minha forma de vida. É uma lei que diz respeito exclusivamente aos gays. O máximo que poderia acontecer era fazer um referendo exclusivamente a homossexuais. Porque os heterossexuais têm tanto direito a voto sobre o casamento dos homossexuais, como os homossexuais tiveram direito a voto relativamente ao casamento dos heterossexuais. Ou seja, nenhum. Nenhum direito. Isto sim é viver em democracia. É reconhecer os direitos a quem os tem. É cada um meter-se na sua vida.

Segundo o CM, Isilda Pegado, uma das promotoras da petição a favor do referendo, considerou que ontem foi um dia de luto para a democracia portuguesa, referindo-se ao chumbo do referendo e à aprovação da legalização do casamento gay. Esta senhora, além de ser muito preconceituosa, não deve ter a noção do significado da democracia. Se cada um se metesse na sua vida eramos uma sociedade bem mais decente.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Cinema - Sherlock Holmes

.
O trailer não faz, definitivamente, jus ao filme. Que grande filme que é este do Sherlock Holmes. Muito engraçado, com humor inteligente.
As imagens da Londres antiga são divinas. A visão do lado negro do Sherlock Holmes é muito boa e o Robert Downey Jr. faz muito bem o papel. E depois tem o Jude Law cujo sex appeal chega a ser doentio. Vale, portanto, bem a pena.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Cadilhe na Prova Oral

.
Já aqui há uns tempos falei do programa da Antena3, Prova Oral. É um bom programa, uma óptima distração. O Fernando Alvim é muito engraçado, gosto muito de o ver/ouvir desde a altura em que ele apresentava o Curto Circuíto na Sic Radical. Tem graça ao ponto de ofuscar qualquer uma das colegas que co-apresentam o programa. Sendo que os comentários destas muitas vezes não passem de reptições patéticas do que ele diz. Não por culpa delas, mas por culpa dele.

Adiante, é um programa que ouço sempre que estou a trabalhar no horário em que é transmitido. E a graça varia conforme os temas e os convidados. Obviamente há programas melhores e outros não tão bons.
Esta semana Gonçalho Cadilhe foi convidado da prova Oral. Ora, eu gosto bastante do Cadilhe, vou tratá-lo assim. Creio que ele não se importa. Não o conheço, conheço alguns textos dele, vi o programa dele na RTP2 uma ou duas e vezes, li um livro dele e estou a começar a ler o segundo. Gosto da escrita dele. Mas gosto, sobretudo, do tipo de vida que ele leva. Ou melhor, gosto da ideia do tipo de vida que ele leva. Pelo menos da ideia que eu concebo, através dos relatos que li, do tipo de vida de ele tem.
Eu gosto muito de viajar e já tive o privilégio de fazer alguns grandes passeios. Gosto de conhecer outros lugares, outras culturas, outro tipo de vidas tão diferentes das nossas. Gosto de chegar a qualquer lugar e sentir-me impressionada quer positiva ou negativamente. Gosto de reconhecer essa diferença de culturas e gosto de saber que no fundo somos todos diferentes. Diferenças essas que resultam de factores complexos como as crenças políticas ou religiosas, como as diferenças que resultam de coisas simples como o clima.
O Cadilhe representa para mim uma espécie de Guru das viagens. Aquele que sabe e conhece tudo. Aquele cujas experiências eu queria copiar.
Nesta deliciosa entrevista o Cadilhe referiu vários aspectos da sua vida que achei interessantes e que me fez pensar que, se calhar, era uma vida que eu era incapaz de ter, mesmo que me fossem proporcionadas todas as condições. O Cadilhe viaja sozinho, muitas vezes sem prazos, durante vários meses se for preciso. Depois regressa, sem deixar vínculos com ninguém, faz o que tem a fazer e volta a viajar sem se sentir preso a nada que deixa para trás. A uma dada altura ele diz qualquer coisa como não posso ir e ficar cá com o coração, com a mente, com a concentração (...) depois de andar 17 anos a viajar pelo mundo ganhas uma espécie de crosta, de vacina e tudo o que acontece está a ser controlado por ti (...). Por muito tentadora (pelo menos para mim) que seja a vida de viajante do Cadilhe, eu seria incapaz de separar esse tipo de sentimentos. Eu costumo dizer que a melhor parte da viagem é quando regressamos a casa. Porque sinto a falta da minha casa, da minha família, dos meus amigos, da minha vida quotidiana que é uma seca, mas que me faz falta quando a deixo de lado por uns tempos. Portanto, admiro profundamente as pessoas que o conseguem fazer e gostava de o conseguir também. Mas não vejo como. E no entanto, quando cá estou não consigo deixar de ler e pesquisar sobre países e lugares onde quero muito ir e que muitas vezes de um sonho acabam por se transformar numa espécie de demanda em busca não sei muito bem do quê. Mas que encontro de uma forma ou de outra sempre que desço as escadas do avião.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Séries de culto - Roswell

.

Estava eu a dar uma vista de olhos nuns blogs quando vi uma referência a Roswell, a série. Eu que sou devoradora de séries de televisão, confesso que são poucas as que tenha gostado tanto como gostei de Roswell. Primeiro, pela estória dos aliens adolescentes bem aproveitada do tal embuste de 1947. Depois pelos actores. São todos tão fofinhos! E depois é o ambiente, os efeitos especiais antiguinhos, a mística. Uma série que foi muito à frente do seu tempo. Pena ter acabado à terceira temporada. Mas é mesmo assim. Normalmente as grandes séries têm finais precipitados. Já perdi a conta à quantidade de vezes que a vi e um dia destes perco o amor ao dinheiro e compro as três temporadas na Amazon. Vou só esperar que o preço desça mais um bocadinho.