segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cinema - Invictus

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Ontem fui ver o Invictus. Eu até gosto dos filmes do Clint. É bom homem. Eu até gosto do Morgan Freeman. Tem boa pinta. Mas não achei o filme nada de especial. Não é mau, mas também não é muito bom. O Morgan esteve bem, mas não esteve genial. Por mim, não leva a Óscar. A história, apesar de verídica e sem grande margem para surpresas, é contada de uma forma completamente previsível. Vê-se o trailer, sabe-se o filme todo. Que desilusão. O Matt Damon esteve muito bem.
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Como é possível que aquela personagem surrealista do presidente da Madeira tenha a coragem de dizer para "não se dramatizar" 42 mortos, mais de 100 feridos e mais de 200 desalojados na Madeira? Mesmo que seja para tentar minimizar a perda dos lucros turísticos. É triste.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cinema - A single man / A serious man

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Poderosamente dramático.
Por mim, o Colin leva o Óscar.


Totalmente estranho.
Acho que gostei. Não sei muito bem.

O verdadeiro animal

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Por diversas vezes ao longo desta vida dei graças a Deus por, em Portugal, o pedido para licença de porte e uso de armas obedeça a restritas regras de forma a não ser vulgarizado como o é noutros países. E digo isto por experiência pessoal. Por exemplo, no trânsito, por três ou quatro vezes, vi-me em situações que, se tivesse uma arma à mão de semear, usava-a de certeza. Porque há realmente pessoas tão estúpidas e dementes que são realmente capazes de nos tirar do sério. São capazes de nos deixar tão cegos que a vista começa a ficar desfocada e passam-nos coisas pela cabeça que são difíceis de controlar. Hoje, por exemplo, tive uma dessas experiências. Se eu tivesse uma arma junto de mim garanto que tinha dado um tiro a essa personagem que está na foto. E não é primeira nem segunda vez que me ganas de o fazer. Por várias vezes já tive vontade de lhe atirar com um cinzeiro ou um paralelo à cabeça. Mas hoje, dava-lhe um tiro. Ai dava, dava-lhe dois e ainda era capaz de me rir por cima.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

E lá está...

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O público até tem bom gosto e votaram no gajo certo. Os meus 0.72€ (x2) foram bem empregues. Não ganhei o carro que me dava um jeitaço neste momento. Enfim, não se pode ter tudo. O Filipe lá ganhou. E para o Carlos, os outros concorrentes todos e o não se quantas Jardim aqui fica um chupa-mos. Menos para a Diana que também merecia ganhar. C'est la vie.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

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Acabei de ver um Michael Jackson assustador.
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Serei eu a única a achar o Carnaval absolutamente assustador? É ver homens travestidos e máscaras medonhas. E god... ouvir samba. Haverá coisa pior?

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pictionary

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Lembro-me de quando era mais nova, na altura de Natal, a tv eramos massacrados por publicidade de de brinquedos e jogos. Lembro-me de ter recebido vários jogos em vários Natais. Foi o Quem é quem , O papa bolas, aquele do esqueleto que eu não me lembro o nome. Numa fase mais crescida foi o Monopólio ( que nunca gostei particularmente), o Scrabble (o meu preferido) e claro, o Buzz. Recentemente joguei um grande jogo, o Pictionary. E depois perguntei-me, como é que eu nunca o tinha jogado antes? É muito bom. Não só porque é divertido e excitante, mas também porque é muito curioso perceber como a percepção das coisas é tão diferente de pessoa para pessoa.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

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A constipação está a tentar atacar-me. Mas eu vou fodê-la. Vou comer laranjas o dia todo.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Força Sócrates

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Desconheço se é verdade ou mentira que o primeiro-ministro tenha acabado com o jornal nacional e tenha arranjado a saída do Moniz da TVI. Mas, a ser verdade, tem todo o meu apoio e o meu voto garantido. Ele não só devia ter acabado com o dito jornal, como devia ter arranjado maneira de fechar a tasca toda. Desde os telejornais, aos programas da manhã, passando pelas novelas e por todo o tipo de programas de entretenimento. E só ainda não percebi como é que os governantes anteriores não tiveram essa ideia. A TVI é um atentado à sanidade mental pública.
Terá também o meu apoio se a seguir quiser oferecer a Madeira aos espanhóis e deitar abaixo o estádio da luz.

Pata Vermelha

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Que me perdoem as vítimas do Haiti, os desgraçadinhos de África, os desalojados ou os infectados com a SIDA, mas o meu dinheiro vai passar a ir para aqui. Como é que é possível ficar-se indiferente a isto?


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Breve visita à capital

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Três diazitos em Lisboa serviram para passear, relaxar um bocadito, confirmar três teses minhas :
  1. Os espanhóis são tão porcos no nosso país, como os portugueses são no país deles. Ele é deitar lixo no rio Tejo à maluca com grande descontração.
  2. Os italianos são tão mal formados no nosso país como são no país deles. Ele é tirar fotos com flash à maluca no Oceanário e falarem entre si para disfarçarem quando o vigilante passa, como se nós não percebessemos o que eles dizem.
  3. Os senhores que vivem na capital bem podem fazer o pino e atirarem-se ao ar que nem vale a pena. Não têm nem 10% da hospitalidade das gentes do Norte.
E chegar às seguintes conclusões:
  1. As ginginhas sabem melhor em Lisboa.
  2. A Praça do Comércio continua em obras.
  3. Lisboa tem toda a pinta de capital.
  4. O Starbucks não é tão caro como é lá fora.
  5. Andar em metro em Lisboa mete medo ao susto.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

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Porque a sua cor é o azul. Porque o azul é a cor do céu, do mar e da harmonia. Porque o azul é celeste. E porque celestial foi aquele jogaço de ontem. Aqui fica um bem haja ao grandioso clube do meu coração.

Eu nem gosto nada disto, mas...

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E só porque eu acho que os cagões dos outros concorrentes estão a tentar fazer a folha ao Filipe, vou gastar 0.70€ para votar nele. Não vai ser porque gosto da rocalhada, ou porque abomino popalhada, mas sim porque não gosto de injustiças. Então não é que o cagão do madeirense sempre tão simpático e cara de sonso que manda beijinhos para toda a gente boicota o Filipe ao vivo a apelar o voto na Diana? Mas que merda é esta? Andamos a brincar ao "eu não ganho tu também não"? E os outros invejosos a jogar ao "ai que o filipe ganha porque tem a pitas e tal, mas a Diana é que é boa"? E estarem caladinhos, não? E esfregar a dor de cotovelo? Isso é que era. Desculpa lá Diana, até gosto de ti que cantas bem e tens bom gosto musical, mas vou votar no Filipe.
E depois aquela cena que eu não compreendo muito bem de que o Filipe não deve ganhar porque não corresponde ao protótipo de ídolo porque não é pop. Mas agora para se ser um ídolo de alguém tem que se ser popalhão? Mas desde quando? Hã? Tenho uma série de ídolos e nenhum deles é pimba..., perdão, popalhão.
E será que ainda não perceberam que, felizmente, o nosso país é um país de muito rock e pouco pop? E ainda bem. Ao menos isso! Valha-me a Santa.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Livros - 4 & 1 Quarto de Rita Ferro

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Este livro foi-me amavelmente oferecido pelo blog Páginas Desfolhadas num dos seus habituais concursos.
Confesso que foi com alguma expectativa que o comecei a ler. Nunca tinha lido nada da autora e este título já me tinha despertado alguma curiosidade.

Achei a estória muito boa. Um envolvimento sexual de uma terceira e uma quarta pessoa numa relação a dois, cujo casamento parecia bem estável. A forma como esse envolvimento vai mudar para sempre as suas vidas, trazendo à tona um conflito de sentimentos como as inseguranças e dúvidas. Mostra como o ser humano é frágil, vulnerável e inconstante. E mostra também que muitas vezes é necessário passarmos por certas situações para termos alguma ideia daquilo que queremos na vida. Ou, pelo menos, daquilo que não queremos. Pessoalmente não gostei do final da estória. Achei-o descontextualizado. Um tanto ao quanto descabido. Mais apropriado para um livro de suspense ou um romance mais dramático. Esperava um final menos trágico e mais de reflexão. Mas isso é só uma opinião pessoal.

A estória é visualmente bem contada, com linguagem fluída, coisas que acho muito importantes. Torna a leitura agradável, e nem um pouco cansativa. O que me incomodou um pouco foi, e aqui mais uma vez é um gosto pessoal, a narrativa. Prefiro ler livros com narradores não participantes. Quando os narradores são participantes prefiro que seja só um. Este livro é um conjunto de textos em que o narrador muda frequentemente. As várias personagens vão contando a história mostrando a sua visão das coisas e mostrando o que sentem e o que pensam. Acho que por vezes se torna confuso. Às vezes não se compreende bem quem está a narrar e, sendo narrado assim, torna-se complicado simpatizar com esta e com aquela personagem porque elas são interpretadas de forma diferente pelas diferentes personagens, sendo complicado compreender verdadeiramente as suas personalidades.
À parte este factor gostei bastante do livro. Talvez tente ler outro da Rita Ferro. Alguma sugestão?

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Livros - O Símbolo Perdido de Dan Brown

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Sou oficialmente povinho. Seguidora de massas. E não me importo. O Dan Brown é um grande escritor. Li o Código DaVinci há uns anos atrás e fiquei apaixonadíssima pela escrita do homem. Pela estória também, claro. Mas sobretudo pela escrita do homem. Depois foi a vez dos Anjos e Demónios que não me desiludiu. O Símbolo Perdido é também um grande livro. Tem acção, drama, mistério e tem sobretudo surpresa. Porque o que é bom em Dan Brown, além da capacidade de prender o leitor à estória, é a capacidade que ele também tem de o surpreender. Porque quando achamos que o mistério já foi esclarecido, aparece qualquer coisa que nos volta a surpreender e entusiasmar. E é por isso que eu gosto de Dan Brown.
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Tenho para mim que o nosso Presidente da República é um mono. Nem sei ao certo o que é que ele anda a fazer naquele posto. Não fala ao país, não diz nada, não dá opiniões, não esclarece os portugueses. O que, por vezes, não sei se é bom ou se mau. Se é melhor ele estar calado ou ouvi-lo falar. Enfim. No fundo não faz nenhum. Ah, faz faz. Come e bebe à pala e ainda lhe pagam por cima.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A boa da pipoca

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Se há coisa que eu não suporto é estar à mesa com alguém que mastiga com a boca aberta. Detesto ver a comida ali a rebolar entre a língua e os dentes com saliva à mistura. Além disso, também não suporto pessoas que fazem barulho a comer. Detesto ouvir alguém a trincar sejam batatas fritas, uma maçã ou o roer de ossos (ou a carne que está entre eles). E, se há coisa que abomino é estar no cinema e ouvir alguém a mastigar pipocas. Eu gosto imenso de comer pipocas no cinema. E eu sei que a pipoca estaladiça faz algum barulho ao ser mastigada. Mas quando esse barulho supera o barulho do filme, não é normal. Ontem estava numa sala de cinema, ainda por cima das salas mais pequenas, e estava uma personagem, nos bancos do lado oposto ao meu e várias filas acima a mastigar furiosamente um balde de pipocas. Não, aquilo não era mastigar. Era ruminar. Da forma mais barulhenta que eu alguma vez ouvi. E eu que tenho um grande problema a abstrair-me destas situações, fiquei com uma urticária nervosa. Durante os primeiros 40 minutos de filme a personagem ruminou sem parar. E aquilo nunca mais acabava. Aquilo não era um balde de pipocas, era uma bacia. Como é que as pessoas que estavam perto dele conseguiram aguentar, quando eu, aos primeiros cinco minutos, se tanto, tive vontade de lhe espetar com o balde na cabeça?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Já não se aguenta

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Já não aguento ouvir as pessoas a reclamar do tempo. Ou é porque chove, ou é porque está frio. Mas por acaso já repararam que estamos em Janeiro e que por acaso até é Inverno? E depois não consigo mesmo perceber como é que as pessoas conseguem reclamar tanto com a chuva e o frio que temos ao ver as desgraças que se têm passado no mundo. Realmente não percebo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Concurso Europeu de cartazes

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O concurso "I Love Europe", organizado pela Comissão Europeia, destina-se a conceber um cartaz para ilustrar o dia da Europa em 2010.

De 1700 projectos internacionais submetidos foram seleccionados apenas 10 finalistas, entre os quais está o projecto desenvolvido em aula e submetido pela aluna Portuguesa da ESAD - Escola Superior de Artes e Design (Matosinhos) Diana Jung, abaixo divulgado:


Estes 10 finalistas serão votados online e será assim feita a escolha do trabalho vencedor.

Pode votar aqui

Para votar seleccione as estrelas do cartaz e clique em enviar.

Votem, porque além de ter sido feito por uma portuguesa é , também, sem dúvida, o mais bonito. Ok, o 7º e o 8º também são bonitos, mas falta-lhes ali qualquer coisa a representar Portugal, por isso não merecem .

Vamos lá votar na Diana.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Pensamento da noite

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Não há nada mais sexy num homem do que ver um bocado de um palito às voltas entre os dentes enquando falamos com ele.

Casamento Gay

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Fiquei contente com a aprovação da legalização do casamento gay no nosso país. Confesso que não estava à espera e confesso que sempre pensei que nenhum governo tivesse tomates para avançar com a proposta no Parlamento.


Embora me custe dizer isto sou contra o referendo na grande maioria dos casos, mesmo saindo sempre de casa para exercer o meu direito de voto. Sou contra porque, como se sabe, o português prefere passar o domingo no shopping a ver montras, prefere andar a passear nos supermercados e até passar uma tarde sentados dentro do carro a olhar para o mar e a dormitar, do que mexer o cú e perder 15 minutos a exercer o seu direito (e dever) de voto. Acho um desperdicio de tempo e de dinheiro. E acho que povinho está-se pouco nas tintas para o que se passa no país. Por muitos avisos e apelos na comunicação social que sejam feitos. E quando soube que andava aí gente com abaixo-assinados a pedir referendos, pus as mãos à cabeça. Esta gente ou não tem o que fazer, ou gosta de ver o dinheiro (supostamente nosso) deitado ao lixo. Só pode. É que somos nós que o pagamos.

Por outro lado não percebo porque razão eu teria direito a voto numa lei que não me diz respeito, que em nada vai alterar a minha forma de vida. É uma lei que diz respeito exclusivamente aos gays. O máximo que poderia acontecer era fazer um referendo exclusivamente a homossexuais. Porque os heterossexuais têm tanto direito a voto sobre o casamento dos homossexuais, como os homossexuais tiveram direito a voto relativamente ao casamento dos heterossexuais. Ou seja, nenhum. Nenhum direito. Isto sim é viver em democracia. É reconhecer os direitos a quem os tem. É cada um meter-se na sua vida.

Segundo o CM, Isilda Pegado, uma das promotoras da petição a favor do referendo, considerou que ontem foi um dia de luto para a democracia portuguesa, referindo-se ao chumbo do referendo e à aprovação da legalização do casamento gay. Esta senhora, além de ser muito preconceituosa, não deve ter a noção do significado da democracia. Se cada um se metesse na sua vida eramos uma sociedade bem mais decente.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Cinema - Sherlock Holmes

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O trailer não faz, definitivamente, jus ao filme. Que grande filme que é este do Sherlock Holmes. Muito engraçado, com humor inteligente.
As imagens da Londres antiga são divinas. A visão do lado negro do Sherlock Holmes é muito boa e o Robert Downey Jr. faz muito bem o papel. E depois tem o Jude Law cujo sex appeal chega a ser doentio. Vale, portanto, bem a pena.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Cadilhe na Prova Oral

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Já aqui há uns tempos falei do programa da Antena3, Prova Oral. É um bom programa, uma óptima distração. O Fernando Alvim é muito engraçado, gosto muito de o ver/ouvir desde a altura em que ele apresentava o Curto Circuíto na Sic Radical. Tem graça ao ponto de ofuscar qualquer uma das colegas que co-apresentam o programa. Sendo que os comentários destas muitas vezes não passem de reptições patéticas do que ele diz. Não por culpa delas, mas por culpa dele.

Adiante, é um programa que ouço sempre que estou a trabalhar no horário em que é transmitido. E a graça varia conforme os temas e os convidados. Obviamente há programas melhores e outros não tão bons.
Esta semana Gonçalho Cadilhe foi convidado da prova Oral. Ora, eu gosto bastante do Cadilhe, vou tratá-lo assim. Creio que ele não se importa. Não o conheço, conheço alguns textos dele, vi o programa dele na RTP2 uma ou duas e vezes, li um livro dele e estou a começar a ler o segundo. Gosto da escrita dele. Mas gosto, sobretudo, do tipo de vida que ele leva. Ou melhor, gosto da ideia do tipo de vida que ele leva. Pelo menos da ideia que eu concebo, através dos relatos que li, do tipo de vida de ele tem.
Eu gosto muito de viajar e já tive o privilégio de fazer alguns grandes passeios. Gosto de conhecer outros lugares, outras culturas, outro tipo de vidas tão diferentes das nossas. Gosto de chegar a qualquer lugar e sentir-me impressionada quer positiva ou negativamente. Gosto de reconhecer essa diferença de culturas e gosto de saber que no fundo somos todos diferentes. Diferenças essas que resultam de factores complexos como as crenças políticas ou religiosas, como as diferenças que resultam de coisas simples como o clima.
O Cadilhe representa para mim uma espécie de Guru das viagens. Aquele que sabe e conhece tudo. Aquele cujas experiências eu queria copiar.
Nesta deliciosa entrevista o Cadilhe referiu vários aspectos da sua vida que achei interessantes e que me fez pensar que, se calhar, era uma vida que eu era incapaz de ter, mesmo que me fossem proporcionadas todas as condições. O Cadilhe viaja sozinho, muitas vezes sem prazos, durante vários meses se for preciso. Depois regressa, sem deixar vínculos com ninguém, faz o que tem a fazer e volta a viajar sem se sentir preso a nada que deixa para trás. A uma dada altura ele diz qualquer coisa como não posso ir e ficar cá com o coração, com a mente, com a concentração (...) depois de andar 17 anos a viajar pelo mundo ganhas uma espécie de crosta, de vacina e tudo o que acontece está a ser controlado por ti (...). Por muito tentadora (pelo menos para mim) que seja a vida de viajante do Cadilhe, eu seria incapaz de separar esse tipo de sentimentos. Eu costumo dizer que a melhor parte da viagem é quando regressamos a casa. Porque sinto a falta da minha casa, da minha família, dos meus amigos, da minha vida quotidiana que é uma seca, mas que me faz falta quando a deixo de lado por uns tempos. Portanto, admiro profundamente as pessoas que o conseguem fazer e gostava de o conseguir também. Mas não vejo como. E no entanto, quando cá estou não consigo deixar de ler e pesquisar sobre países e lugares onde quero muito ir e que muitas vezes de um sonho acabam por se transformar numa espécie de demanda em busca não sei muito bem do quê. Mas que encontro de uma forma ou de outra sempre que desço as escadas do avião.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Séries de culto - Roswell

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Estava eu a dar uma vista de olhos nuns blogs quando vi uma referência a Roswell, a série. Eu que sou devoradora de séries de televisão, confesso que são poucas as que tenha gostado tanto como gostei de Roswell. Primeiro, pela estória dos aliens adolescentes bem aproveitada do tal embuste de 1947. Depois pelos actores. São todos tão fofinhos! E depois é o ambiente, os efeitos especiais antiguinhos, a mística. Uma série que foi muito à frente do seu tempo. Pena ter acabado à terceira temporada. Mas é mesmo assim. Normalmente as grandes séries têm finais precipitados. Já perdi a conta à quantidade de vezes que a vi e um dia destes perco o amor ao dinheiro e compro as três temporadas na Amazon. Vou só esperar que o preço desça mais um bocadinho.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Ídolos

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Já estou para escrever sobre os ídolos há algum tempo, mas a preguiça tem-me impedido. Agora, depois de ver a amostra das actuações desta semana, lembrei-me. Não sigo desde o início, acho que só vi uma ou duas vezes os episódios dos castings. Vi, sim, algumas actuações das galas e cheguei à conclusão que é tão mau que até dói. Nem sei por onde começar. Os jurados são maus. Durante os castings tão mauzinhos que eram, nas galas são todos uns amores. Não percebo porquê. Não há nenhum que ache piada. Os apresentadores são péssimos. Não têm jeito. Não têm piada. Não sabem apresentar. E têm um inglês muito mau. Eu que até achava alguma piada ao Manzarra. Já a Cláudia Vieira que se fique pela publicidade à roupa interior, por favor. Ao menos não fala. Os concorrentes não são nada de especial. São todos a roçar o fraquinho. Excepção feita ao Filipe, que realmente tem uma voz especial. O resto é mau.
As galas são chungas. Uma tentativa reles de cópia do original. Até a publicidade ao automóvel é uma cópia do american idol (só mudaram a marca), mas tão fraquinha que até mete pena.

Eu sou fã do american idol , confesso, e não consigo evitar fazer comparações. Então esta última temporada foi qualquer coisa. E a diferença entre os concorrentes americanos e os portugueses é gigantesta. E não me venham com a desculpa que a América é uma país de outras dimensões e blá blá blá porque não tem nada que ver uma coisa com a outra. Eu não comparo as produções, eu comparo a qualidade dos artistas. Nunca se poderá comparar uma Adam Lambert, um Danny ou um Matt Girard a qualquer um dos concorrentes portugueses. Seria o mesmo que ver um cavalo de corrida a correr com um caracol.
E tenho pena, mas não consigo gostar daquilo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Boas festas!

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O que mais gosto no Natal, além de estar em família e desembrulhar prendas, é a possibilidade de comer e beber como se não houvesse amanhã sem sentir qualquer tipo de culpa. Portanto, estou já a postos para uma maratona dia 24 e 25. Vai ser passar o dia entre o sofá e a mesa de pantufas, comer e beber até rebentar e não fazer nenhum o dia todo. E sabe tão bem. Bom Natal!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

America's next top model

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Há coisas que eu realmente não compreendo por mais que tente. Uma delas é o programa America's next top model. Confesso que vi um episódio completo e um bocado de outros dois. O episódio completo que vi foi o último da temporada em que esta personagem que está aqui ao lado ganhou. Os outros foram episódios de uma outra temporada qualquer. Aquilo pelos vistos tem temporadas que nunca mais acabam. E eu tenho para mim que este programa não passa de um embuste. Um dos episódios que vi foi uma série de moças esqueleticas, feiosas, de olhos esbugalhados, super mal educadas e sem classe nenhuma a insultarem-se umas às outras. You bitch para cima, you whore para baixo. Lindo. Um outro que vi tinha as moças todas bem vestidas e tal penduradas num balão a tirar fotografias. E depois, como produto final, vejo as fotografias todas alteradas, com camadas não só de base e produtos de estética, maquilhagem e tal, mas também com um tratamento tal de photoshop que as miúdas estavam transformadas noutras pessoas. Tipo esta foto aqui ao lado, onde a única coisa natural, além do penteado medonho, deve ser a laranja que ela tem na mão. Agora alguém que me explique porque razão se dão ao trabalho de arranjar míudas com tudo no sítio (dizem eles, porque eu acho que falta ali é muita coisa), se em nenhum dos trabalhos fotográficos elas são realmente elas. Qual é afinal o propósito do programa? E qual é o interesse de quem vê? Mas expliquem-me assim como se eu fosse mesmo muito burra.

Desabafo

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Oh, seu grande cabrão, seu corno de merda. Se por acaso leres isto fica sabendo que espero ardentemente de te espetes na próxima curva e desfaças esse carro todo. Tu e esses adolescentes que só têm merda na cabeça e que, infelizmente, vão ser o futuro deste país.

sábado, 19 de dezembro de 2009

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Alguém que diga aos senhores do Cinecartaz do jornal Público que o Arrábida Shopping fica em Gaia e não em Matosinhos. E que tal um mapazito de Portugal no Natal? Hã?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

RedBull

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Estes dias, tudo o que é blog de gaja esperta (ou que pensa que é) tem falado da famosa fuga da RedBull air race da Invicta para a Capital. Tudo o que é blog de gaja tem falado da fuga da RedBull como mote, ou como resultado da guerrinha Porto vs Lisboa. Curiosamente os blogs de gaja em que li textos acerca deste assunto são de gajas que vivem em Lisboa, ou arredores.

Eu, sendo de Gaia, aqui ao ladinho do Porto para quem não sabe, posso dizer-vos que estou literalmente nas tintas se o RedBull é no Porto ou em Lisboa ou mesmo na República da Chechénia. Até porque de aviões eu só gosto daqueles que me levam a passear. Mas voltando ao blog das gajas, o que li, pelo menos em três, foi comentários referindo o facto de os lisboetas nem sequer estarem interessados nos "aviõezinhos", que o pessoal do Porto tem a mania da perseguição, que os do Norte são todos uns coitadinhos e ressabiados e tal e que podemos ficar com os aviões que não lhes faz diferença. Como se lhes estivessem a dar uma coisa que eles nem sequer estão interessados de tão chiques que são. Parto do princípio que este tipo de textos tem como objectivo responder ao descontentamento ( e mesmo da revolta) que as gentes do Porto e Gaia mostraram com o facto da prova ser mudada lá para terras da Capital. Gostava então de dar um ponto de vista de gaja do Norte. Ora, já referi em cima que a mim é-me indiferente. Mas vou também admitir que estive presente junto das margens do rio Douro nos três anos de prova. Será porque afinal sempre gosto e digo que não só para ser cool? Nãoooo. É porque trabalho no comércio da zona. O que estas bloggers super hiper mega inteligentes ainda não perceberam, mas eu vou explicar assim devagarinho..., é que as pessoas estão revoltadas, não pelo facto da prova ir para a digníssima Capital, mas sim por sair do Porto. Capiche? Porque é mau para o negócio. Já perceberam? Vou tentar mais uma vez de uma forma mais simples. Porque anda aí uma crise fodida e esses dias davam um jeitaço ao pessoal para ganhar uns trocos. Foi desta? Ufa, que trabalheira. Ora, dois olhos na cara e dois dedos de testa não fazem mal a ninguém. Vamos lá exercitar os neurónios, sim?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

E tudo tremeu menos eu

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E não se fala noutra coisa. Ele é camas a tremer, janelas a vibrar, coisas a cair e eu acordei sem dar conta de nada. Até aí nada de extraordinário, porque por mim até parte do tecto podia vir abaixo que eu continuava a dormir. De qualquer forma é sempre um acontecimento que marca um dia que só por si já é bonito.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Cinema - Lua Nova

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E já está. Lá fui ver o filme mais aguardado do ano. Gostei. É fiel ao livro. As contrário do que aconteceu com o Crepúsculo, onde faltou partes importantes do livro no filme, partes que influenciavam o rumo da estória, no Lua Nova está lá tudo o que é preciso. As caracterizações, os efeitos especiais, a fotografia estão bem melhores, assim como as performances dos actores.
O pior - a cena do elevador é ridícula.
O melhor - grande segmento de imagens ao som da grande música de Thom Yorke

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Comprar ou não comprar.


Quem me conhece sabe que eu não sou religiosa. Gosto do Natal, não por acreditar no menino Jesus e companhia, mas simplesmente porque gosto. Gosto das decorações, gosta das músicas, gosto do frio, gosto dos doces, gosto especialmente da ceia de Natal com família, gosto do não fazer nada do dia 25 (ou melhor, de comer, beber e dormir o dia todo), assim como gosto das prendas. Posto isto enerva-me um bocado a conversa do costume dos parvos do costume. Ele é porque no Natal é só consumismo, ele é porque as pessoas já não sabem respeitar o espírito do Natal, ele é porque o Natal é fazer o bem e estar com a família e não se preocupar em gastar dinheiro e blá blá blá. Ora essa é uma das partes que mais gosto no Natal. Se há coisa que gosto é comprar prendas para a família e para os amigos. E só tenho pena de não ter muito dinheiro para poder comprar mais e melhores prendas para oferecer. Se há coisa que eu gostaria era de poder encher toda a gente de prendas. Se fosse rica dava casas a quem não tem, andava de orfanato em orfanato a dar prendas à canalha. Mas como não sou, vou dando aos meus o que quero e o que posso, claro. E não vejo problema nenhum nisso.

E depois vêm com conversas de que no Natal as pessoas só se interessam em bens materiais quando deviam era precupar-se em ajudar. Então e é só no Natal que nos devemos preocupar com o bem alheio? E é mais especial no Natal porquê? Os outros dias também não são dias? E sim, claro que o bem alheio é importante e a saúde também. Se a saúde se vendesse em packs, eu comprava um pack de três para cada pessoa, até porque cá na família até fazia grande jeito. E se todos fizessemos o mesmo toda a gente era saudável e ninguém morria. Era bonito. Mas como não é possível, vou deixando a lengalenga de lado e vou comprando um livro, ou um cd ou uma máquina fotográfica. Até porque o dinheiro foi feito para gastar. E tão depressa estamos a gastá-lo como a seguir estamos de pernil. Portanto cada qual sabe de si e da forma como gasta o dinheiro que lhe pertence. E quem quer ajudar o próximo, em vez de esperar pelo Natal para o fazer, ou pelo menos apregoar que o faz, que se chegue à frente durante os outros 364 dias do ano. Até porque é suposto comermos todos os dias.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Para finalizar a listinha que está em baixo. E partindo do principio que o Pai Natal compensa quem se porta bem duranto o ano, eu acredito que mereço um bónus no final deste ano. Dava-me grande jeitaço qualquer um dos espécimes abaixo. Podem vir com ou sem laço. Não sou muito exigente. Mas bem embrulhadinhos para ter aquele efeito surpresa.

Johnny Depp

Hugh Jackman
Jeffrey Dean Morgan

domingo, 6 de dezembro de 2009

Ora então aqui vai a listinha de coisas simples e bonitas que podiam aparecer no meu sapatinho sem grandes desfalques na conta do banco do Pai Natal :)





Raffaello, da Ferrero. Estão para ser inventados bombons como estes. Aliás quaisquer uns da Ferrero, mas estes... ui ui!
Vá, todos os chocolates da arcádia são deliciosos. Então as casquinhas de laranja/limão cobertas de chocolate são de bradar aos céus.






Câmara Web Microsoft Lifecam vx800.




Auricular Sony MPDREX35LPB IN-EAR preto. Estou mesmo a precisar de uns desses que conseguem ficar dentro da orelha sem cair a cada 2 segundos (sim porque as minha orelhas são extremamente elegantes e não é qualquer coisa que cabe lá dentro).






Neste caso não se aplica o texto de introdução. Mas caso o Pai Natal ganhe o euro-milhões esta é uma boa maneira de gastar o dinheiro comigo.






Um luxo, claro. Não que precise, porque ainda estou bem servida com o meu Eternity, mas mesmo assim... É o perfume para as ocasiões especiais.
Para o cultivo do meu intelecto estes parecem-me bem.



Ainda não li nada do José Rodrigues dos Santos mas tenho uma grande curiosidade em relação a este livro.




Sou grande fã da escrita de Dan Brown. É verdade. Faço parte do povo.



Desde que ele não fale (tem uma voz muito irritante) gosto muito deste senhor. Mas gosto ainda mais da vida que ele leva.



Sininho e Sininho e o tesouro perdido, ambos edições especiais dvd + livro.





Branca de neve e os sete anões, edição especial dvd + livro.




Estes não sendo para mim, mas sim para a criança que vive cá dentro :)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Cinema - Paranormal Activity

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Quando era miúda gostava muito de filmes de terror. Lembro-me que pelo menos uma vez por semana via um filmezito às escuras na minha sala. Sozinha ou acompanhada. Entretanto fui crescendo e o gosto pelo suspense e pelo escorrer de sangue foi diminuindo. Hoje em dia só vejo um filme de terror em três situações. Primeiro, se for na tanga com mais pessoal e luz acesa. Segundo, se a crítica for muito boa e com pessoal. Terceiro, se for à borla e mais uma vez com mais pessoal. Ora, ontem vi-me deparada com a terceira opção. E, como filme à borla nunca se nega, lá fui eu, acompanhada, claro, à ante-estreia de paranormal activity. Numa espécie de mix de blair witch project e exorcista, o filme mete cagufo. Muito cagufo. Ainda me ri um bocadito com o resto das pessoas da sala, mas acho que foi mais nervoso miudinho do que propriamente piada.

domingo, 29 de novembro de 2009

E agora um momento de publicidade.

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E já agora que o Natal está pertinho e para quem quer dar uma boa prendinha a alguém especial e tem falta de ideias, acabou de abrir uma loja gira gira no Cais de Gaia onde tem os sapatunfos que mostro em baixo e mais algumas coisas fofas. Chama - se DETOP. E a visita é obrigatória.

Giros, giros, giros.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Cubanas


Soon, very soon. Mas de cor preta, claro.

What the fuck? - parte dois


Hoje aconteceu-me uma coisa muito estranha. Estava eu na minha hora de almoço, fui dar uma voltita ao shopping para fazer horas. Vi umas montras e tal e, de repente, digamos que me deu vontade de ir mandar um fax. Entrei na casa de banho e, depois de bem forrada a sanita, sentei-me e concentrei-me para o envio. Sabe quem me conhece a grande dificuldade que tenho em enviar faxes fora de casa. E só o faço em casas de banho públicas em caso de extrema necessidade. Portanto, o meu papel naquele momento não era fácil e precisava de toda a concentração para o envio ser bem sucedido. De repente e, para meu espanto, ouço um "Cátia, oláaaaa!" a vir do lado de fora da porta do sítio onde eu estava. Fiquei em alerta e pensei que obviamente não era para mim. Passado uns segundos batem na minha porta e repetem a frase. Senti-me a começar a suar. Quem é que no seu real juízo (e alguém que me conheça minimamente) me faz uma coisa daquelas? Há terceira vez lá tive de responder "Sim, quem é que está ai?". Sem resposta. Levantei-me para sair e ouvi a porta de fora bater. Quando saí não estava lá ninguém. Escusado será dizer que não consegui mandar fax nenhum e lá fui embora com a linha entupida e um tanto ao quando incomodada.