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Este livro foi-me amavelmente oferecido pelo blog Páginas Desfolhadas num dos seus habituais concursos.
Este livro foi-me amavelmente oferecido pelo blog Páginas Desfolhadas num dos seus habituais concursos.Confesso que foi com alguma expectativa que o comecei a ler. Nunca tinha lido nada da autora e este título já me tinha despertado alguma curiosidade.
Achei a estória muito boa. Um envolvimento sexual de uma terceira e uma quarta pessoa numa relação a dois, cujo casamento parecia bem estável. A forma como esse envolvimento vai mudar para sempre as suas vidas, trazendo à tona um conflito de sentimentos como as inseguranças e dúvidas. Mostra como o ser humano é frágil, vulnerável e inconstante. E mostra também que muitas vezes é necessário passarmos por certas situações para termos alguma ideia daquilo que queremos na vida. Ou, pelo menos, daquilo que não queremos. Pessoalmente não gostei do final da estória. Achei-o descontextualizado. Um tanto ao quanto descabido. Mais apropriado para um livro de suspense ou um romance mais dramático. Esperava um final menos trágico e mais de reflexão. Mas isso é só uma opinião pessoal.
A estória é visualmente bem contada, com linguagem fluída, coisas que acho muito importantes. Torna a leitura agradável, e nem um pouco cansativa. O que me incomodou um pouco foi, e aqui mais uma vez é um gosto pessoal, a narrativa. Prefiro ler livros com narradores não participantes. Quando os narradores são participantes prefiro que seja só um. Este livro é um conjunto de textos em que o narrador muda frequentemente. As várias personagens vão contando a história mostrando a sua visão das coisas e mostrando o que sentem e o que pensam. Acho que por vezes se torna confuso. Às vezes não se compreende bem quem está a narrar e, sendo narrado assim, torna-se complicado simpatizar com esta e com aquela personagem porque elas são interpretadas de forma diferente pelas diferentes personagens, sendo complicado compreender verdadeiramente as suas personalidades.
À parte este factor gostei bastante do livro. Talvez tente ler outro da Rita Ferro. Alguma sugestão?
Achei a estória muito boa. Um envolvimento sexual de uma terceira e uma quarta pessoa numa relação a dois, cujo casamento parecia bem estável. A forma como esse envolvimento vai mudar para sempre as suas vidas, trazendo à tona um conflito de sentimentos como as inseguranças e dúvidas. Mostra como o ser humano é frágil, vulnerável e inconstante. E mostra também que muitas vezes é necessário passarmos por certas situações para termos alguma ideia daquilo que queremos na vida. Ou, pelo menos, daquilo que não queremos. Pessoalmente não gostei do final da estória. Achei-o descontextualizado. Um tanto ao quanto descabido. Mais apropriado para um livro de suspense ou um romance mais dramático. Esperava um final menos trágico e mais de reflexão. Mas isso é só uma opinião pessoal.
A estória é visualmente bem contada, com linguagem fluída, coisas que acho muito importantes. Torna a leitura agradável, e nem um pouco cansativa. O que me incomodou um pouco foi, e aqui mais uma vez é um gosto pessoal, a narrativa. Prefiro ler livros com narradores não participantes. Quando os narradores são participantes prefiro que seja só um. Este livro é um conjunto de textos em que o narrador muda frequentemente. As várias personagens vão contando a história mostrando a sua visão das coisas e mostrando o que sentem e o que pensam. Acho que por vezes se torna confuso. Às vezes não se compreende bem quem está a narrar e, sendo narrado assim, torna-se complicado simpatizar com esta e com aquela personagem porque elas são interpretadas de forma diferente pelas diferentes personagens, sendo complicado compreender verdadeiramente as suas personalidades.
À parte este factor gostei bastante do livro. Talvez tente ler outro da Rita Ferro. Alguma sugestão?






Já aqui há uns tempos falei do programa da Antena3, Prova Oral. É um bom programa, uma óptima distração. O Fernando Alvim é muito engraçado, gosto muito de o ver/ouvir desde a altura em que ele apresentava o Curto Circuíto na Sic Radical. Tem graça ao ponto de ofuscar qualquer uma das colegas que co-apresentam o programa. Sendo que os comentários destas muitas vezes não passem de reptições patéticas do que ele diz. Não por culpa delas, mas por culpa dele.



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Johnny Depp
Jeffrey Dean Morgan




















E pronto, senti-me com sorte. Lá fui eu. Comprei o bilhete na Fnac à hora de almoço, pedi para sair um bocadito mais cedo e a partir daí a sorte perseguiu-me. Saí do trabalho às 19.45h. Entrei na ponte da arrábida. Primeiro sinal de sorte, sem trânsito. Saí em Campo Alegre, o trânsito estava lá. Com a impossibilidade de estacionar na rua (eu é que sou crente) rezei baixinho para ainda ter lugar no parque do pavilhão. Quando consegui finalmente chegar ao pavilhão, para minha surpresa (not) o parque estava cheio. Que bom. Lá desci a rua devagarinho e vi dois marmanjos a entrar num carro e zau, consegui um estacionamento quase vip no fundo da rua, àquela hora. Subi a rua ligeirinha, entrei no pavilhão, dei uma voltinha lá em baixo, subi para as bancadas, sentei-me bem sentadinha e zau, começam a tocar o Opeth. Aquilo é que foi uma maré de sorte. Maré não, foi uma tempestade de sorte. Foi o sair mais cedo, o apanhar pouco trânsito, o arranjar um estacionamento vip na rua e o entrar apenas 15 minutinhos antes do Opeth tocarem.

