sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Livros - 4 & 1 Quarto de Rita Ferro

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Este livro foi-me amavelmente oferecido pelo blog Páginas Desfolhadas num dos seus habituais concursos.
Confesso que foi com alguma expectativa que o comecei a ler. Nunca tinha lido nada da autora e este título já me tinha despertado alguma curiosidade.

Achei a estória muito boa. Um envolvimento sexual de uma terceira e uma quarta pessoa numa relação a dois, cujo casamento parecia bem estável. A forma como esse envolvimento vai mudar para sempre as suas vidas, trazendo à tona um conflito de sentimentos como as inseguranças e dúvidas. Mostra como o ser humano é frágil, vulnerável e inconstante. E mostra também que muitas vezes é necessário passarmos por certas situações para termos alguma ideia daquilo que queremos na vida. Ou, pelo menos, daquilo que não queremos. Pessoalmente não gostei do final da estória. Achei-o descontextualizado. Um tanto ao quanto descabido. Mais apropriado para um livro de suspense ou um romance mais dramático. Esperava um final menos trágico e mais de reflexão. Mas isso é só uma opinião pessoal.

A estória é visualmente bem contada, com linguagem fluída, coisas que acho muito importantes. Torna a leitura agradável, e nem um pouco cansativa. O que me incomodou um pouco foi, e aqui mais uma vez é um gosto pessoal, a narrativa. Prefiro ler livros com narradores não participantes. Quando os narradores são participantes prefiro que seja só um. Este livro é um conjunto de textos em que o narrador muda frequentemente. As várias personagens vão contando a história mostrando a sua visão das coisas e mostrando o que sentem e o que pensam. Acho que por vezes se torna confuso. Às vezes não se compreende bem quem está a narrar e, sendo narrado assim, torna-se complicado simpatizar com esta e com aquela personagem porque elas são interpretadas de forma diferente pelas diferentes personagens, sendo complicado compreender verdadeiramente as suas personalidades.
À parte este factor gostei bastante do livro. Talvez tente ler outro da Rita Ferro. Alguma sugestão?

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Livros - O Símbolo Perdido de Dan Brown

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Sou oficialmente povinho. Seguidora de massas. E não me importo. O Dan Brown é um grande escritor. Li o Código DaVinci há uns anos atrás e fiquei apaixonadíssima pela escrita do homem. Pela estória também, claro. Mas sobretudo pela escrita do homem. Depois foi a vez dos Anjos e Demónios que não me desiludiu. O Símbolo Perdido é também um grande livro. Tem acção, drama, mistério e tem sobretudo surpresa. Porque o que é bom em Dan Brown, além da capacidade de prender o leitor à estória, é a capacidade que ele também tem de o surpreender. Porque quando achamos que o mistério já foi esclarecido, aparece qualquer coisa que nos volta a surpreender e entusiasmar. E é por isso que eu gosto de Dan Brown.
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Tenho para mim que o nosso Presidente da República é um mono. Nem sei ao certo o que é que ele anda a fazer naquele posto. Não fala ao país, não diz nada, não dá opiniões, não esclarece os portugueses. O que, por vezes, não sei se é bom ou se mau. Se é melhor ele estar calado ou ouvi-lo falar. Enfim. No fundo não faz nenhum. Ah, faz faz. Come e bebe à pala e ainda lhe pagam por cima.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A boa da pipoca

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Se há coisa que eu não suporto é estar à mesa com alguém que mastiga com a boca aberta. Detesto ver a comida ali a rebolar entre a língua e os dentes com saliva à mistura. Além disso, também não suporto pessoas que fazem barulho a comer. Detesto ouvir alguém a trincar sejam batatas fritas, uma maçã ou o roer de ossos (ou a carne que está entre eles). E, se há coisa que abomino é estar no cinema e ouvir alguém a mastigar pipocas. Eu gosto imenso de comer pipocas no cinema. E eu sei que a pipoca estaladiça faz algum barulho ao ser mastigada. Mas quando esse barulho supera o barulho do filme, não é normal. Ontem estava numa sala de cinema, ainda por cima das salas mais pequenas, e estava uma personagem, nos bancos do lado oposto ao meu e várias filas acima a mastigar furiosamente um balde de pipocas. Não, aquilo não era mastigar. Era ruminar. Da forma mais barulhenta que eu alguma vez ouvi. E eu que tenho um grande problema a abstrair-me destas situações, fiquei com uma urticária nervosa. Durante os primeiros 40 minutos de filme a personagem ruminou sem parar. E aquilo nunca mais acabava. Aquilo não era um balde de pipocas, era uma bacia. Como é que as pessoas que estavam perto dele conseguiram aguentar, quando eu, aos primeiros cinco minutos, se tanto, tive vontade de lhe espetar com o balde na cabeça?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Já não se aguenta

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Já não aguento ouvir as pessoas a reclamar do tempo. Ou é porque chove, ou é porque está frio. Mas por acaso já repararam que estamos em Janeiro e que por acaso até é Inverno? E depois não consigo mesmo perceber como é que as pessoas conseguem reclamar tanto com a chuva e o frio que temos ao ver as desgraças que se têm passado no mundo. Realmente não percebo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Concurso Europeu de cartazes

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O concurso "I Love Europe", organizado pela Comissão Europeia, destina-se a conceber um cartaz para ilustrar o dia da Europa em 2010.

De 1700 projectos internacionais submetidos foram seleccionados apenas 10 finalistas, entre os quais está o projecto desenvolvido em aula e submetido pela aluna Portuguesa da ESAD - Escola Superior de Artes e Design (Matosinhos) Diana Jung, abaixo divulgado:


Estes 10 finalistas serão votados online e será assim feita a escolha do trabalho vencedor.

Pode votar aqui

Para votar seleccione as estrelas do cartaz e clique em enviar.

Votem, porque além de ter sido feito por uma portuguesa é , também, sem dúvida, o mais bonito. Ok, o 7º e o 8º também são bonitos, mas falta-lhes ali qualquer coisa a representar Portugal, por isso não merecem .

Vamos lá votar na Diana.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Pensamento da noite

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Não há nada mais sexy num homem do que ver um bocado de um palito às voltas entre os dentes enquando falamos com ele.

Casamento Gay

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Fiquei contente com a aprovação da legalização do casamento gay no nosso país. Confesso que não estava à espera e confesso que sempre pensei que nenhum governo tivesse tomates para avançar com a proposta no Parlamento.


Embora me custe dizer isto sou contra o referendo na grande maioria dos casos, mesmo saindo sempre de casa para exercer o meu direito de voto. Sou contra porque, como se sabe, o português prefere passar o domingo no shopping a ver montras, prefere andar a passear nos supermercados e até passar uma tarde sentados dentro do carro a olhar para o mar e a dormitar, do que mexer o cú e perder 15 minutos a exercer o seu direito (e dever) de voto. Acho um desperdicio de tempo e de dinheiro. E acho que povinho está-se pouco nas tintas para o que se passa no país. Por muitos avisos e apelos na comunicação social que sejam feitos. E quando soube que andava aí gente com abaixo-assinados a pedir referendos, pus as mãos à cabeça. Esta gente ou não tem o que fazer, ou gosta de ver o dinheiro (supostamente nosso) deitado ao lixo. Só pode. É que somos nós que o pagamos.

Por outro lado não percebo porque razão eu teria direito a voto numa lei que não me diz respeito, que em nada vai alterar a minha forma de vida. É uma lei que diz respeito exclusivamente aos gays. O máximo que poderia acontecer era fazer um referendo exclusivamente a homossexuais. Porque os heterossexuais têm tanto direito a voto sobre o casamento dos homossexuais, como os homossexuais tiveram direito a voto relativamente ao casamento dos heterossexuais. Ou seja, nenhum. Nenhum direito. Isto sim é viver em democracia. É reconhecer os direitos a quem os tem. É cada um meter-se na sua vida.

Segundo o CM, Isilda Pegado, uma das promotoras da petição a favor do referendo, considerou que ontem foi um dia de luto para a democracia portuguesa, referindo-se ao chumbo do referendo e à aprovação da legalização do casamento gay. Esta senhora, além de ser muito preconceituosa, não deve ter a noção do significado da democracia. Se cada um se metesse na sua vida eramos uma sociedade bem mais decente.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Cinema - Sherlock Holmes

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O trailer não faz, definitivamente, jus ao filme. Que grande filme que é este do Sherlock Holmes. Muito engraçado, com humor inteligente.
As imagens da Londres antiga são divinas. A visão do lado negro do Sherlock Holmes é muito boa e o Robert Downey Jr. faz muito bem o papel. E depois tem o Jude Law cujo sex appeal chega a ser doentio. Vale, portanto, bem a pena.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Cadilhe na Prova Oral

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Já aqui há uns tempos falei do programa da Antena3, Prova Oral. É um bom programa, uma óptima distração. O Fernando Alvim é muito engraçado, gosto muito de o ver/ouvir desde a altura em que ele apresentava o Curto Circuíto na Sic Radical. Tem graça ao ponto de ofuscar qualquer uma das colegas que co-apresentam o programa. Sendo que os comentários destas muitas vezes não passem de reptições patéticas do que ele diz. Não por culpa delas, mas por culpa dele.

Adiante, é um programa que ouço sempre que estou a trabalhar no horário em que é transmitido. E a graça varia conforme os temas e os convidados. Obviamente há programas melhores e outros não tão bons.
Esta semana Gonçalho Cadilhe foi convidado da prova Oral. Ora, eu gosto bastante do Cadilhe, vou tratá-lo assim. Creio que ele não se importa. Não o conheço, conheço alguns textos dele, vi o programa dele na RTP2 uma ou duas e vezes, li um livro dele e estou a começar a ler o segundo. Gosto da escrita dele. Mas gosto, sobretudo, do tipo de vida que ele leva. Ou melhor, gosto da ideia do tipo de vida que ele leva. Pelo menos da ideia que eu concebo, através dos relatos que li, do tipo de vida de ele tem.
Eu gosto muito de viajar e já tive o privilégio de fazer alguns grandes passeios. Gosto de conhecer outros lugares, outras culturas, outro tipo de vidas tão diferentes das nossas. Gosto de chegar a qualquer lugar e sentir-me impressionada quer positiva ou negativamente. Gosto de reconhecer essa diferença de culturas e gosto de saber que no fundo somos todos diferentes. Diferenças essas que resultam de factores complexos como as crenças políticas ou religiosas, como as diferenças que resultam de coisas simples como o clima.
O Cadilhe representa para mim uma espécie de Guru das viagens. Aquele que sabe e conhece tudo. Aquele cujas experiências eu queria copiar.
Nesta deliciosa entrevista o Cadilhe referiu vários aspectos da sua vida que achei interessantes e que me fez pensar que, se calhar, era uma vida que eu era incapaz de ter, mesmo que me fossem proporcionadas todas as condições. O Cadilhe viaja sozinho, muitas vezes sem prazos, durante vários meses se for preciso. Depois regressa, sem deixar vínculos com ninguém, faz o que tem a fazer e volta a viajar sem se sentir preso a nada que deixa para trás. A uma dada altura ele diz qualquer coisa como não posso ir e ficar cá com o coração, com a mente, com a concentração (...) depois de andar 17 anos a viajar pelo mundo ganhas uma espécie de crosta, de vacina e tudo o que acontece está a ser controlado por ti (...). Por muito tentadora (pelo menos para mim) que seja a vida de viajante do Cadilhe, eu seria incapaz de separar esse tipo de sentimentos. Eu costumo dizer que a melhor parte da viagem é quando regressamos a casa. Porque sinto a falta da minha casa, da minha família, dos meus amigos, da minha vida quotidiana que é uma seca, mas que me faz falta quando a deixo de lado por uns tempos. Portanto, admiro profundamente as pessoas que o conseguem fazer e gostava de o conseguir também. Mas não vejo como. E no entanto, quando cá estou não consigo deixar de ler e pesquisar sobre países e lugares onde quero muito ir e que muitas vezes de um sonho acabam por se transformar numa espécie de demanda em busca não sei muito bem do quê. Mas que encontro de uma forma ou de outra sempre que desço as escadas do avião.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Séries de culto - Roswell

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Estava eu a dar uma vista de olhos nuns blogs quando vi uma referência a Roswell, a série. Eu que sou devoradora de séries de televisão, confesso que são poucas as que tenha gostado tanto como gostei de Roswell. Primeiro, pela estória dos aliens adolescentes bem aproveitada do tal embuste de 1947. Depois pelos actores. São todos tão fofinhos! E depois é o ambiente, os efeitos especiais antiguinhos, a mística. Uma série que foi muito à frente do seu tempo. Pena ter acabado à terceira temporada. Mas é mesmo assim. Normalmente as grandes séries têm finais precipitados. Já perdi a conta à quantidade de vezes que a vi e um dia destes perco o amor ao dinheiro e compro as três temporadas na Amazon. Vou só esperar que o preço desça mais um bocadinho.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Ídolos

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Já estou para escrever sobre os ídolos há algum tempo, mas a preguiça tem-me impedido. Agora, depois de ver a amostra das actuações desta semana, lembrei-me. Não sigo desde o início, acho que só vi uma ou duas vezes os episódios dos castings. Vi, sim, algumas actuações das galas e cheguei à conclusão que é tão mau que até dói. Nem sei por onde começar. Os jurados são maus. Durante os castings tão mauzinhos que eram, nas galas são todos uns amores. Não percebo porquê. Não há nenhum que ache piada. Os apresentadores são péssimos. Não têm jeito. Não têm piada. Não sabem apresentar. E têm um inglês muito mau. Eu que até achava alguma piada ao Manzarra. Já a Cláudia Vieira que se fique pela publicidade à roupa interior, por favor. Ao menos não fala. Os concorrentes não são nada de especial. São todos a roçar o fraquinho. Excepção feita ao Filipe, que realmente tem uma voz especial. O resto é mau.
As galas são chungas. Uma tentativa reles de cópia do original. Até a publicidade ao automóvel é uma cópia do american idol (só mudaram a marca), mas tão fraquinha que até mete pena.

Eu sou fã do american idol , confesso, e não consigo evitar fazer comparações. Então esta última temporada foi qualquer coisa. E a diferença entre os concorrentes americanos e os portugueses é gigantesta. E não me venham com a desculpa que a América é uma país de outras dimensões e blá blá blá porque não tem nada que ver uma coisa com a outra. Eu não comparo as produções, eu comparo a qualidade dos artistas. Nunca se poderá comparar uma Adam Lambert, um Danny ou um Matt Girard a qualquer um dos concorrentes portugueses. Seria o mesmo que ver um cavalo de corrida a correr com um caracol.
E tenho pena, mas não consigo gostar daquilo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Boas festas!

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O que mais gosto no Natal, além de estar em família e desembrulhar prendas, é a possibilidade de comer e beber como se não houvesse amanhã sem sentir qualquer tipo de culpa. Portanto, estou já a postos para uma maratona dia 24 e 25. Vai ser passar o dia entre o sofá e a mesa de pantufas, comer e beber até rebentar e não fazer nenhum o dia todo. E sabe tão bem. Bom Natal!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

America's next top model

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Há coisas que eu realmente não compreendo por mais que tente. Uma delas é o programa America's next top model. Confesso que vi um episódio completo e um bocado de outros dois. O episódio completo que vi foi o último da temporada em que esta personagem que está aqui ao lado ganhou. Os outros foram episódios de uma outra temporada qualquer. Aquilo pelos vistos tem temporadas que nunca mais acabam. E eu tenho para mim que este programa não passa de um embuste. Um dos episódios que vi foi uma série de moças esqueleticas, feiosas, de olhos esbugalhados, super mal educadas e sem classe nenhuma a insultarem-se umas às outras. You bitch para cima, you whore para baixo. Lindo. Um outro que vi tinha as moças todas bem vestidas e tal penduradas num balão a tirar fotografias. E depois, como produto final, vejo as fotografias todas alteradas, com camadas não só de base e produtos de estética, maquilhagem e tal, mas também com um tratamento tal de photoshop que as miúdas estavam transformadas noutras pessoas. Tipo esta foto aqui ao lado, onde a única coisa natural, além do penteado medonho, deve ser a laranja que ela tem na mão. Agora alguém que me explique porque razão se dão ao trabalho de arranjar míudas com tudo no sítio (dizem eles, porque eu acho que falta ali é muita coisa), se em nenhum dos trabalhos fotográficos elas são realmente elas. Qual é afinal o propósito do programa? E qual é o interesse de quem vê? Mas expliquem-me assim como se eu fosse mesmo muito burra.

Desabafo

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Oh, seu grande cabrão, seu corno de merda. Se por acaso leres isto fica sabendo que espero ardentemente de te espetes na próxima curva e desfaças esse carro todo. Tu e esses adolescentes que só têm merda na cabeça e que, infelizmente, vão ser o futuro deste país.

sábado, 19 de dezembro de 2009

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Alguém que diga aos senhores do Cinecartaz do jornal Público que o Arrábida Shopping fica em Gaia e não em Matosinhos. E que tal um mapazito de Portugal no Natal? Hã?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

RedBull

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Estes dias, tudo o que é blog de gaja esperta (ou que pensa que é) tem falado da famosa fuga da RedBull air race da Invicta para a Capital. Tudo o que é blog de gaja tem falado da fuga da RedBull como mote, ou como resultado da guerrinha Porto vs Lisboa. Curiosamente os blogs de gaja em que li textos acerca deste assunto são de gajas que vivem em Lisboa, ou arredores.

Eu, sendo de Gaia, aqui ao ladinho do Porto para quem não sabe, posso dizer-vos que estou literalmente nas tintas se o RedBull é no Porto ou em Lisboa ou mesmo na República da Chechénia. Até porque de aviões eu só gosto daqueles que me levam a passear. Mas voltando ao blog das gajas, o que li, pelo menos em três, foi comentários referindo o facto de os lisboetas nem sequer estarem interessados nos "aviõezinhos", que o pessoal do Porto tem a mania da perseguição, que os do Norte são todos uns coitadinhos e ressabiados e tal e que podemos ficar com os aviões que não lhes faz diferença. Como se lhes estivessem a dar uma coisa que eles nem sequer estão interessados de tão chiques que são. Parto do princípio que este tipo de textos tem como objectivo responder ao descontentamento ( e mesmo da revolta) que as gentes do Porto e Gaia mostraram com o facto da prova ser mudada lá para terras da Capital. Gostava então de dar um ponto de vista de gaja do Norte. Ora, já referi em cima que a mim é-me indiferente. Mas vou também admitir que estive presente junto das margens do rio Douro nos três anos de prova. Será porque afinal sempre gosto e digo que não só para ser cool? Nãoooo. É porque trabalho no comércio da zona. O que estas bloggers super hiper mega inteligentes ainda não perceberam, mas eu vou explicar assim devagarinho..., é que as pessoas estão revoltadas, não pelo facto da prova ir para a digníssima Capital, mas sim por sair do Porto. Capiche? Porque é mau para o negócio. Já perceberam? Vou tentar mais uma vez de uma forma mais simples. Porque anda aí uma crise fodida e esses dias davam um jeitaço ao pessoal para ganhar uns trocos. Foi desta? Ufa, que trabalheira. Ora, dois olhos na cara e dois dedos de testa não fazem mal a ninguém. Vamos lá exercitar os neurónios, sim?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

E tudo tremeu menos eu

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E não se fala noutra coisa. Ele é camas a tremer, janelas a vibrar, coisas a cair e eu acordei sem dar conta de nada. Até aí nada de extraordinário, porque por mim até parte do tecto podia vir abaixo que eu continuava a dormir. De qualquer forma é sempre um acontecimento que marca um dia que só por si já é bonito.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Cinema - Lua Nova

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E já está. Lá fui ver o filme mais aguardado do ano. Gostei. É fiel ao livro. As contrário do que aconteceu com o Crepúsculo, onde faltou partes importantes do livro no filme, partes que influenciavam o rumo da estória, no Lua Nova está lá tudo o que é preciso. As caracterizações, os efeitos especiais, a fotografia estão bem melhores, assim como as performances dos actores.
O pior - a cena do elevador é ridícula.
O melhor - grande segmento de imagens ao som da grande música de Thom Yorke

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Comprar ou não comprar.


Quem me conhece sabe que eu não sou religiosa. Gosto do Natal, não por acreditar no menino Jesus e companhia, mas simplesmente porque gosto. Gosto das decorações, gosta das músicas, gosto do frio, gosto dos doces, gosto especialmente da ceia de Natal com família, gosto do não fazer nada do dia 25 (ou melhor, de comer, beber e dormir o dia todo), assim como gosto das prendas. Posto isto enerva-me um bocado a conversa do costume dos parvos do costume. Ele é porque no Natal é só consumismo, ele é porque as pessoas já não sabem respeitar o espírito do Natal, ele é porque o Natal é fazer o bem e estar com a família e não se preocupar em gastar dinheiro e blá blá blá. Ora essa é uma das partes que mais gosto no Natal. Se há coisa que gosto é comprar prendas para a família e para os amigos. E só tenho pena de não ter muito dinheiro para poder comprar mais e melhores prendas para oferecer. Se há coisa que eu gostaria era de poder encher toda a gente de prendas. Se fosse rica dava casas a quem não tem, andava de orfanato em orfanato a dar prendas à canalha. Mas como não sou, vou dando aos meus o que quero e o que posso, claro. E não vejo problema nenhum nisso.

E depois vêm com conversas de que no Natal as pessoas só se interessam em bens materiais quando deviam era precupar-se em ajudar. Então e é só no Natal que nos devemos preocupar com o bem alheio? E é mais especial no Natal porquê? Os outros dias também não são dias? E sim, claro que o bem alheio é importante e a saúde também. Se a saúde se vendesse em packs, eu comprava um pack de três para cada pessoa, até porque cá na família até fazia grande jeito. E se todos fizessemos o mesmo toda a gente era saudável e ninguém morria. Era bonito. Mas como não é possível, vou deixando a lengalenga de lado e vou comprando um livro, ou um cd ou uma máquina fotográfica. Até porque o dinheiro foi feito para gastar. E tão depressa estamos a gastá-lo como a seguir estamos de pernil. Portanto cada qual sabe de si e da forma como gasta o dinheiro que lhe pertence. E quem quer ajudar o próximo, em vez de esperar pelo Natal para o fazer, ou pelo menos apregoar que o faz, que se chegue à frente durante os outros 364 dias do ano. Até porque é suposto comermos todos os dias.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Para finalizar a listinha que está em baixo. E partindo do principio que o Pai Natal compensa quem se porta bem duranto o ano, eu acredito que mereço um bónus no final deste ano. Dava-me grande jeitaço qualquer um dos espécimes abaixo. Podem vir com ou sem laço. Não sou muito exigente. Mas bem embrulhadinhos para ter aquele efeito surpresa.

Johnny Depp

Hugh Jackman
Jeffrey Dean Morgan

domingo, 6 de dezembro de 2009

Ora então aqui vai a listinha de coisas simples e bonitas que podiam aparecer no meu sapatinho sem grandes desfalques na conta do banco do Pai Natal :)





Raffaello, da Ferrero. Estão para ser inventados bombons como estes. Aliás quaisquer uns da Ferrero, mas estes... ui ui!
Vá, todos os chocolates da arcádia são deliciosos. Então as casquinhas de laranja/limão cobertas de chocolate são de bradar aos céus.






Câmara Web Microsoft Lifecam vx800.




Auricular Sony MPDREX35LPB IN-EAR preto. Estou mesmo a precisar de uns desses que conseguem ficar dentro da orelha sem cair a cada 2 segundos (sim porque as minha orelhas são extremamente elegantes e não é qualquer coisa que cabe lá dentro).






Neste caso não se aplica o texto de introdução. Mas caso o Pai Natal ganhe o euro-milhões esta é uma boa maneira de gastar o dinheiro comigo.






Um luxo, claro. Não que precise, porque ainda estou bem servida com o meu Eternity, mas mesmo assim... É o perfume para as ocasiões especiais.
Para o cultivo do meu intelecto estes parecem-me bem.



Ainda não li nada do José Rodrigues dos Santos mas tenho uma grande curiosidade em relação a este livro.




Sou grande fã da escrita de Dan Brown. É verdade. Faço parte do povo.



Desde que ele não fale (tem uma voz muito irritante) gosto muito deste senhor. Mas gosto ainda mais da vida que ele leva.



Sininho e Sininho e o tesouro perdido, ambos edições especiais dvd + livro.





Branca de neve e os sete anões, edição especial dvd + livro.




Estes não sendo para mim, mas sim para a criança que vive cá dentro :)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Cinema - Paranormal Activity

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Quando era miúda gostava muito de filmes de terror. Lembro-me que pelo menos uma vez por semana via um filmezito às escuras na minha sala. Sozinha ou acompanhada. Entretanto fui crescendo e o gosto pelo suspense e pelo escorrer de sangue foi diminuindo. Hoje em dia só vejo um filme de terror em três situações. Primeiro, se for na tanga com mais pessoal e luz acesa. Segundo, se a crítica for muito boa e com pessoal. Terceiro, se for à borla e mais uma vez com mais pessoal. Ora, ontem vi-me deparada com a terceira opção. E, como filme à borla nunca se nega, lá fui eu, acompanhada, claro, à ante-estreia de paranormal activity. Numa espécie de mix de blair witch project e exorcista, o filme mete cagufo. Muito cagufo. Ainda me ri um bocadito com o resto das pessoas da sala, mas acho que foi mais nervoso miudinho do que propriamente piada.

domingo, 29 de novembro de 2009

E agora um momento de publicidade.

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E já agora que o Natal está pertinho e para quem quer dar uma boa prendinha a alguém especial e tem falta de ideias, acabou de abrir uma loja gira gira no Cais de Gaia onde tem os sapatunfos que mostro em baixo e mais algumas coisas fofas. Chama - se DETOP. E a visita é obrigatória.

Giros, giros, giros.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Cubanas


Soon, very soon. Mas de cor preta, claro.

What the fuck? - parte dois


Hoje aconteceu-me uma coisa muito estranha. Estava eu na minha hora de almoço, fui dar uma voltita ao shopping para fazer horas. Vi umas montras e tal e, de repente, digamos que me deu vontade de ir mandar um fax. Entrei na casa de banho e, depois de bem forrada a sanita, sentei-me e concentrei-me para o envio. Sabe quem me conhece a grande dificuldade que tenho em enviar faxes fora de casa. E só o faço em casas de banho públicas em caso de extrema necessidade. Portanto, o meu papel naquele momento não era fácil e precisava de toda a concentração para o envio ser bem sucedido. De repente e, para meu espanto, ouço um "Cátia, oláaaaa!" a vir do lado de fora da porta do sítio onde eu estava. Fiquei em alerta e pensei que obviamente não era para mim. Passado uns segundos batem na minha porta e repetem a frase. Senti-me a começar a suar. Quem é que no seu real juízo (e alguém que me conheça minimamente) me faz uma coisa daquelas? Há terceira vez lá tive de responder "Sim, quem é que está ai?". Sem resposta. Levantei-me para sair e ouvi a porta de fora bater. Quando saí não estava lá ninguém. Escusado será dizer que não consegui mandar fax nenhum e lá fui embora com a linha entupida e um tanto ao quando incomodada.

domingo, 15 de novembro de 2009

Ainda há coincidências

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Cinema - This is it

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Lá fui eu ver os últimos dias de vida do Rei. E gostei, gostei muito. Gostei da banda sonora. Gostei da sequência de imagens escolhidas pelo realizador. Gostei sobretudo porque deu para ter uma ideia do trabalho que dá para concretizar um espectáculo daqueles. As centenas de pessoas que trabalharam naquilo, os ensaios exaustivos, os efeitos especiais espectaculares, a dedicação das pessoas que passaram horas a ensaiar. E a frustração da morte do artista. Ía ser um espectáculo e pêras.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Tou....nostálgica

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Os Tou...voltaram ao Bollycao. Não tão giros como os verduchos de antigamente, mas mesmo assim fiquei contente e algo nostálgica quando relembrei a grande colecção (e que não faço ideia onde a tenho, mas sei que não as deitei fora). Aqui estão alguns para relembrar.



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Não compreendo as mulheres



Descobri ontem à noite este blog. Estou apaixonadíssima. Sobretudo pelas conversas que o bagaco amarelo publica. Ontem estive até às 4.30h da manhã a ler. Fazem-me lembrar aquelas cenas de banda desenhada cómica que vêm na última página dos jornais. São de morrer de rir.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

What the fuck?


Estava eu hoje no trabalho quando um cliente habitual entra para comprar tabaco. Folheia uma revista e começa a comentar algumas notícias nas capas das revistas de cusquices. Nada de anormal. Quando vê uma página sobre umas personalidades do social português, comenta a diferenças de idades entre o casal. Piada para cá, piada para lá eu disse-lhe em tom de brincadeira que ele também deveria arranjar uma namorada mais nova. Qual não é o meu espando ele responde-me o seguinte, quando arranjo namoradas (sublinhe-se o plural), a minha mulher descobre sempre. E continua, há uns 15 anos atrás, arranjei uma namorada de 17. Ao fim de um anito a minha mulher descobriu logo. (???) Eu sorri, com um sorriso bem amarelo e cara de tacho. E depois não consegui deixar de pensar, que grande cabrão.
Quando eu falo com outras pessoas acerca de infidelidade masculina dizem-me sempre que não são todos iguais, que há excepções. Enfim o paleio do costume. Mentira. São todos. Independentemente da atitude, profissão, classe social. Whatever. E os que não são de início vão acabar por sê-lo a qualquer altura da vida em comum. E ponho a minha mão linda e perfeitinha no fogo como isso é verdade. Como diz uma amiga, era abrir uma vala, metê-los todos lá dentro, cobrir muito bem com terra e, com toda a certeza, não cresce relvinha nenhuma durante umas boas centenas de anos.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Perigo público


Com este tempo, andam montes de bestas a conduzir carros nas estradas. Não adianta os avisos da polícia, nem as notícias de mortes na estrada na comunicação social. Não adianta nada. As bestas continuam a sair à rua de carro.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Tempo



Uns diazinhos de férias assim no meio do Outono sabem-me sempre bem. E, quando tenho oportunidade, tento sempre ter uns dias para mim nesta altura. Este ano, estes dias de férias de Outono foram uma surpresa. O tempo tem estado muito bom cá na cidade, mas junto à costa, na praia, tem estado ainda melhor. Não corre ponta de vento. E quem conhece aqui as praias no Norte sabe que não há dia de Verão sem vento. O sol, como é óbivio, não está tão quente como no Verão, mas mesmo assim tem estado muito agradável. Ontem, inclusive, aproveitei e fui a banhos depois de uma boa caminhada. A água fabulosa. Adoro o Outono. É, claramente, a minha estação do ano preferida. Adoro dar passeios na praia no Outono quando as multidões já vão para outras bandas, e tento sempre arranjar esses momentos só para mim. Gosto do cheiro do mar mais selvagem. Gosto da areia fria nos pés. Gosto do fresco do fim de tarde. Gosto de ver o pôr-de-sol ao tomar um cafézinho. Gosto de ter tempo para mim. Sem pensar em nada de especial. Só ter tempo para mim.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Concerto - Progressive Nation 2009 - Unexpected/Bigelf/Opeth/Dream Theater



E pronto, senti-me com sorte. Lá fui eu. Comprei o bilhete na Fnac à hora de almoço, pedi para sair um bocadito mais cedo e a partir daí a sorte perseguiu-me. Saí do trabalho às 19.45h. Entrei na ponte da arrábida. Primeiro sinal de sorte, sem trânsito. Saí em Campo Alegre, o trânsito estava lá. Com a impossibilidade de estacionar na rua (eu é que sou crente) rezei baixinho para ainda ter lugar no parque do pavilhão. Quando consegui finalmente chegar ao pavilhão, para minha surpresa (not) o parque estava cheio. Que bom. Lá desci a rua devagarinho e vi dois marmanjos a entrar num carro e zau, consegui um estacionamento quase vip no fundo da rua, àquela hora. Subi a rua ligeirinha, entrei no pavilhão, dei uma voltinha lá em baixo, subi para as bancadas, sentei-me bem sentadinha e zau, começam a tocar o Opeth. Aquilo é que foi uma maré de sorte. Maré não, foi uma tempestade de sorte. Foi o sair mais cedo, o apanhar pouco trânsito, o arranjar um estacionamento vip na rua e o entrar apenas 15 minutinhos antes do Opeth tocarem.

Se no concerto de Diana Krall tinha achado o som do pavilhão mau, neste concerto chegou a ser quase doloroso. É mau, muito mau. Escusado será dizer que não vi Unexpected nem Bigelf. Não deu. Mas cheguei mesmo a tempo para ver Opeth e eles são muito bons. Tocaram três das minhas músicas preferidas Reverie/Harlequin Forest, Windowpane e Deliverance num total de seis músicas. Pouco, muito pouco para a banda que é. E quando estava a saber mesmo bem, foram-se embora. Eu distingo as grandes bandas das bandas assim-assim com um fechar de olhos. Se num concerto eu fechar os olhos e ouvir as músicas com a qualidade que ouço no cd em casa, estou perante uma grande banda. E foi o que aconteceu. Sem surpresas, portanto.
Depois foi a vez de Dream Theater. Com direito a três ecrãs, luzes espectaculares, e essas coisas todas. Já os tinha visto duas vezes. Gosto, embora às vezes se tornem um bocado chatos. Gostei da In the name of God e da The Mirror. O resto do alinhamento não reconheci uma vez que ainda não tive oportunidade de ouvir o novo álbum. O LaBrie ainda tem uma grande voz. E o Portnoy continua a ser o show man da banda. Aquela bateria parece mais um parque de diversões do que outra coisa. E eu continuo sem perceber como é que eles conseguem decorar aquelas músicas tãoooo grandes. Foram 30 euros bem gastos. Correu bem. Foi giro. Ainda bem que fui.

Sinal divino



Andava na dúvida se me apetecia ir ao Progressive Nation no Pavilhão Rosa Mota. Primeiro porque a acústica do pavilhão é má, segundo porque ía trabalhar até às oito da noite ( quem é que teve a ideia de fazer um concerto desses a uma quinta-feira, às 19h no mês de Outubro?), terceiro porque estava um tempo de bosta. Ponto a favor os Opeth íam tocar. E anda não anda, e arrasta a coisa e quase de certeza que ía acabar por não ir. Até que, assim do nada, recebi um sinal. No dia anterior ao concerto estava eu descansada a trabalhar, quase na hora de saída e tchanan... entra-me na loja, nada mais nada menos, que o Mikael Akerfeldt, o vocalista de Opeth. Depois de dois/três segundos de demência total, lá me descongelou o cérebro e consegui dizer algumas palavras com sentido àquele espectáculo de homem. E depois disto, como poderia não ir?

Cinema - Playboy Americano






Veredicto: a Demi é uma mulher cheia de sorte. Que homem lindo, bom, maravilhoso. Sem nadinha fora do sítio.
2)

Detesto política. É deprimente a forma como os políticos (sendo eles deputados, presidentes do que quer que seja, militanes, whatever) aproveitam qualquer assunto para mandar bitaites aos colegas de outros partidos. Ora a Edite Estrela aproveitou o facto de Mário David se ter mostrado indignado com os comentários de Saramago e de ter sugerido que este devia renunciar à nacionalidade portuguesa e acusou-o de ser intolerante e inquisitorial. Ora, eu também acho que o Saramago devia ir pregar lá para Espanha. E não sou intolerante nem inquisitorial. Resumindo ela acha que o Saramago pode dizer o que quer e lhe apetece e que isso é liberdade de expressão. Mas o Mário David se disser o que quer o lhe apetece é intolerante e inquisidor. Afinal em que é que ficamos? A liberdade é para todos ou é só para alguns? Para ela é de certeza. Há gente que ficava tão bem caladinha.
1)

Quanto mais ouço o Saramago falar, menos gosto dele. E não, não é por ter falado mal da bíblia. É por ser dono de uma arrogância atroz. É insolente e pedante. Pensa que, lá por ter ganho o Nobel, pode mais que outros. Acha-se tão bom e tão cheio de razão mas nem sequer sabe a diferença entre liberdade de expressão e falta de respeito. E já há vários anos que ele vem faltando ao respeito a Portugal. Só lhe ficava bem mudar de nacionalidade.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Tragam o Rol de volta





Estava agora a ouvir a Prova Oral da Antena 3 e não sei bem porquê começaram a falar de gelados da Olá que saíram do mercado. Foi então que me lembrei do melhor gelado de sempre. O rol. Bem, já não me lembrava deste gelado há imenso tempo. Muitos gelados destes eu comi em pequena naqueles dias em fazia praia das 9 da manhã às 6 da tarde, com direito a sesta na barrca e tudo. E com direito, claro, a um geladinho por dia a seguir ao lanche. Que saudades desses dias. Que saudades do rol. Desde então acho que nunca mais tive um gelado preferido da Olá. Aquele gelado que comemos sempre, que ficamos desconsolados quando não há. Agora viro-me para os magnuns ou para os cornettos. Mas o rol nunca teve substituto à altura. Tragam o rol de volta. Vamos lá assinar esta bela petição. Queremos o rol, queremos o rol, queremos o rol...