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terça-feira, 9 de julho de 2013

Por Paris ... IV


O metro de Paris é assustador. O medo. No entanto, é extremamente funcional. Tem um série de linhas que nos levam a todos os pontos da cidade, assim como uma boa ligação às linhas de comboios.
No terceiro dia fomos ao Palácio de Versalhes. De comboio até Versalhes demoramos à volta de uma hora.  Uma boa ideia será comprar logo bilhete de ida e volta. Corremos sempre o risco de filas serem gigantescas  nas máquinas automáticas. Cada bilhete fica à volta de três euros e qualquer coisa. Saindo na estação, estão várias pessoas a dar indicações aos turistas sobre onde/como comprar os bilhetes para entrar no Palácio. Choveu durante um tempo enquanto aguardava-mos na fila, mas por volta da hora de almoço parou e o soleil veio abençoar-nos a visita. O Palácio em si é avassalador. Vale mesmo a pena ir conhecer.










Os jardins são ma-ra-vi-lho-sos. Há locais onde comprar comida e bebida. Podemos ainda alugar uma viatura para percorrer os imensos labirintos, ou um barco para refrescar a moleirinha no lago gigantesco. 




















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Por Paris ... III


Passamos ainda pelo famoso Moulin Rouge, a pouca distância do nosso Hotel.




Pelo Café des 2 Moulins, onde foi filmado grande parte do filme Amélie.




 Pela livraria Shakespeare and Co.



E fomos a Pére Lachaise visitar o Jim, o Chopin, Oscar Wild e o Proust.









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Por Paris ... II


Notre Dame foi um dos locais que mais gostei de visitar. A espera para entrar foi um pouco custosa. Cerca de 40 minutos de sol quente e chuva. Quem vai a Paris para visitar monumentos não pode ter pressas. Tudo tem filas enormes. 40 minutos de espera não é absolutamente nada comparado com o que é normal esperar. E ver Paris do cimo de Notre Dame vale, definitivamente, a pena. E fazer uma festinha nas gárgulas também.

Depois de subir à Torre Eiffel, fomos ao Arco do Triunfo. Este, diabolicamente localizado numa rotunda gigantesca onde carro meu nunca poria uma roda. Uma passagem subterrânea atravessa a dita até ao monumento. Não subimos porque achamos que não valia pena. Não deixa de ser mais um monumento imponente.








Descemos (ou subimos?) os Campos Elísios até ao Louvre. Sempre tive uma visão romântica dos Campos Elísios enfeitados na época natalícia, com um frio saboroso, eu com um caso quentinho e um homem jeitoso a fazer compras naquelas lojas demasiado pesadas para o meu bolso. Como em Junho não há luzes de Natal, os Campos Elísios não passam de uma avenida gigantesca com lojas completamente fora do alcance do comum mortal. Tudo grande. Muito grande. 





Chegamos ao Louvre ao fim de uma longa caminhada. Não entramos porque as filas eram gigantescas e já estava-mos a meio da tarde. Já não valia a pena esperar para entrar e sair sem ver quase nada. Terá de ficar  para uma próxima visita. 









Pelos caminho, e porque Paris tem muito que ver, fomos esbarrando em monumentos não tão conhecidos, mas igualmente grandiosos. Destaco a lindíssima Ponte Alexandre III.










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