There will be ... floods
sexta-feira, 29 de março de 2013
Stand Up
Depois de Ruido Negro, Lx Comedy Club foi a vez de Punchliner.
Foi ontem, debaixo de uma tempestade. Água a jorrar por todos os lados como eu já não me lembrava de ver. E não, não caía só do céu. Nascia do chão, brotava das paredes, aparecia do nada.
Quanto ao espectáculo, o Rui, nome que em polaco quer dizer uma palavra muito feia, é rei. E é rei porque até hoje ainda não percebi como é que ele consegue fazer-me rir com piadas sobre crianças deficientes, doentes com cancro, sexo, menstruação e coisas do género. E o certo é que consegue.
quarta-feira, 27 de março de 2013
O Monte dos Vendavais
O que dizer de um livro em que a nossa personagem preferida é a pior da história?
O que dizer quando a morte do vilão é a única que nos faz verter uma lagriminha?
Pá, não se faz!
terça-feira, 26 de março de 2013
Os CTT e o rendimento mínimo
Hoje fiquei enjoada! Fui aos CCT enviar uns livros. Descobri uma página no facebook de troca de livros usados. Já tenho pouco espaço para eles, então resolvi trocar aqueles que li e que acho que não vou voltar a ler. Há aqueles livros inesquecíveis que lemos mais do que uma vez, no meu caso os quatro de As Bruma da Avalon, os três de Os Jogos da Fome, A Saga Twilight (eu sei, mas é o meu guilty pleasure) alguns clássicos como Orgulho e Preconceito, O Monte dos Vendavais, Os Maias, O Conde de MonteCristo, Ana Karenina, D. Quixote, (estes últimos três ainda ando a ganhar coragem para ler) entre vários outros, e todos os livros de Virginia Andrews, Dan Brown, Miguel Sousa Tavares, Stieg Larsson, Gonçalo Cadilhe, José Rodrigues dos Santos.
Depois há aqueles livros que se lê uma vez e sabemos que não vamos reler. Resolvi então começar a troca-los. E vamos ver se a experiência é satisfatória. A nível de portes de envio é muito bom. Usando a taxa livro, fica à volta de um euro o envio. Mas fiquei a saber que é preciso mencionar "taxa livro", pelo menos duas vezes, na hora de enviar. Porque pelos vistos as senhoras da caixa não gostam muito de utilizar esta tarifa. Mas voltando ao cerne da questão, quando cheguei aos correios tinha uma fila de dez pessoas à minha frente. Dessas dez pessoas, nove foram levantar o rendimento mínimo. Nove. Nenhuma me pareceu doente. E, com excepção de um senhor, estavam todas na casa dos 30/40 anos. E todas tinham uma coisa em comum. Cabelo oleoso, amarrado com uma mola e roupa extremamente suja. Pelos vistos o dinheiro que lhes dão não chega para pagar a conta da água, mas chega para ir gastá-lo no café. Dá o S. Pedro chuvinha à malta e nem assim elas aproveitam. Se em vez de água, chovesse dinheiro a história era diferente. E, sim, eu sei que cada caso é um caso. Que há pessoas que de facto necessitam. Mas não consigo deixar de me sentir revoltada. A senhora que foi atendida antes de mim levou para casa mais de 500 euros. Eu vi 500 euros em notas de cinquenta e alguma notas mais pequenas. Eu tenho de trabalhar um mês inteiro para ganhar pouco mais do que isso. A descontar o que gasto em gasolina para ir trabalhar, ganho menos do que essa senhora que não mexe uma palha. E pouco me interessa a história dela. Nenhuma delas tinha aspecto de quem queria trabalhar. A badalhoquice não arranja emprego. E depois vêm roubar dinheiro a quem verga a mola. Neste país dá-se dinheiro a malandros e rouba-se ao trabalhadores. E podem vir falar em família problemáticas, em álcool, drogas, blá blá blá... que já nem quero saber. Este círculo vicioso não resolve os problemas, adia-os. E cada vez que vejo esta malta, só me apetece andar à estalada. Em sete anos que tenho de descontos (não de trabalho, mas de descontos) fui uma vez ao hospital. Para uma consulta de dez minutos, em que cinco foram à espera que o médico entrasse na sala, para me dizer o que eu já sabia, paguei vinte euros. Desconto cinquenta euros por mês para a segurança social, mais outro tanto que a entidade patronal desconta por mim e quando vou ao médico tenho de pagar. Para onde vai o dinheiro que desconto? Ahhhhhhh, vai para pagar as consultas da malta que, além de receber um ordenado sem fazer nenhum, não paga taxas moderadores. Bingo!
segunda-feira, 25 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
É verdade, eu servi um gelado ao Michael Bolton
Estava eu a queixar-me e pronto.
Entra-me o Michael Bolton loja dentro e pede-me um gelado.
Tumba.
Estrelas no Douro
E durante umas horas por aqui parecia Hollywood. Ele é porsches, aparato policial, segurança privada como nos filmes (os verdadeiros homens de negro), helicópteros e o diabo a quatro. Eu aqui, a 100 metros de toda a acção, lamentavelmente não consegui ver nenhum artista importante. Nem Sharon, nem Andie, nem Michael Bolton, nem, sobretudo, Martin Mica. E quem é o Martin Mica? É o jeitosão do namorado da Sharon que podia fazer o favor de me consolar a vistinha enquanto aguentava um stressante dia de trabalho. Mas não. Nada disso.
Sharon Stone, madrinha do AmaVida e Andie Macdowell, madrinha do Queen Isabel, cortaram as fitas no baptismo dos navios cruzeiro mais chiques da Douro Azul. Michael Bolton deu música à plateia de 600 convidados entre os quais figuravam o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, o presidente de Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, Manuel Luís Goucha, Sónia Araújo, Jorge Gabriel, Rita Guerra (que fez um dueto com Michael Bolton), a socielite espanhola Carmen Lomana e uma série de malta VIP que eu não conheço de lado nenhum. Depois houve jantar a bordo e a festa prosseguiu até tarde. Parece que correu tudo muito bem, que saíram todos muito satisfeitos e que a crítica internacional deu boas graças ao evento. E isso é o essencial. Que a crítica internacional traga turistas porque os valores dos cruzeiros nestes navios não são para o bolso do turista português.
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| Sharon Stone, madrinha do AmaVida |
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| Andie Macdowell, madrinha do Queen Isabel |
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| Michael Bolton |
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| Andie Mcdowell e Sharon Stone |
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| Andie Macdowell e a filha, Rainey Qualley |
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| Paula e Mário Ferreira com Andie Macdowell e Rainey Qualley |
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| Sharon Stone e Martin Mica |
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| Mário e Paula Ferreira com Sharon Stone e Martin Mica |
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| Navio cruzeiro AmaVida |
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| Navio cruzeiro Queen Isabel |
Fotos: Lauren Maganete , Duro Azul e por aí na net.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Animals
Não sabia sequer que havia concurso para o vídeo da música Animals, dos Muse.
Mas depois de ver os cinco vídeos finalistas tenho de concordar que o da equipa tuga, composta por Inês Freitas e Miguel Mendes, está num nível muito acima dos outros todos. Sim, é um bocadinho lento. Mas acho que isso o torna mais dramático, dilacerante e estupidamente actual. Gosto muito. Assenta na música como uma luva. E depois de ouvir a música cinco vezes seguidas acho que fiquei um bocadinho viciada.
Vídeo aqui, uma vez que ainda não está listado no youtube.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Em Parte Incerta
É, de facto, um bom livro. Com um enredo interessante, com voltas e reviravoltas fabulosas.
Tinha tudo para ser um thriller brilhante, não fosse aquele final.
Senti-me como se me estivesse a deliciar com um bolo maravilhoso de chocolate e na última fatia tivesse encontrado um cabelo gigantesco e encaracolado.
sexta-feira, 15 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
A Bíblia
Já aqui tinha falado na minha admiração pelo Diogo Morgado.
A série "A Bíblia", que protagoniza, estreou este mês por terras do tio Sam e parece que fez assim um grande sucesso.
Estou curiosa.
sábado, 9 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
Amados Gatos
“Os gatos entram e saem do poema como se não houvesse território mais familiar para fazerem as suas deambulações. Uns são tigrados, outros brancos, outros negros. Pelo meio também há errantes gatas de muitos cios. Todos eles são belos como os mais belos dos versos, porque são perfeitos como o fogo da própria criação”.
excerto de Eugénio e os Gatos de uma Vida
in Amados Gatos, José Jorge Letria
Amados Cães
Hei-de então bater à porta e pedir para entrar, e sei que eles virão, contentes e leves, receber-me como se o tempo tivesse ficado quieto nos relógios e houvesse apenas lugar para a ternura, carícia lenta a afagar o pêlo molhado pela chuva.
Então poderemos voltar a falar de felicidade e de mim não me importarei que digam: teve vida de cão, por amor aos cães. »
in Amados Cães, José Jorge Letria
terça-feira, 5 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
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