quarta-feira, 28 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011


É oficial.
 O cantinho das oportunidades daé o meu sítio preferido do Arrábida Shopping. 


O Outono ainda mal começou e eu já enfardei para aí uns dez dióspiros   

sábado, 17 de setembro de 2011

Budapeste

Budapeste foi, de longe, a cidade que mais me surpreendeu. De Praga, já levava altas expectativas. De Viena já esperava tudo em grande. Para Budapeste só levei curiosidade. Budapeste pareceu-me uma cidade mais real. Mais humana, digamos.
Uma curiosidade, quando entramos na Hungria, paramos numa estação de serviço para verter águas e tomar qualquer coisa a aquela música muito conhecida da Aurea passava numa qualquer rádio húngara. Tomamos um cafézinho e pagamos em forints. A moeda na Hungria é relativamente parecida ao nosso antigo escudo 1000 forints = +/- 4 euros. 
Já no centro da cidade havia muito trânsito, muito ruído e cheiro a poluição. Budapeste é uma cidade grande, cheia de movimento, com muito comércio e casinos ( embora, não tantos como em Praga). Os monumentos não estão muito bem conservados, mas parece que estão a melhorar nesse aspecto. É uma cidade também cheia de história, como as anteriores, mas onde se nota aquele contraste com o modernismo e o avanço que faz desta a "pérola do Danúbio". Apesar de não ter a limpeza e o perfeccionismo de Viena ou Praga, achei Budapeste uma cidade cheia de carisma e com muito potencial. Vim mesmo com uma boa impressão, talvez porque tenha sido a cidade onde ficamos mais tempo e tivemos mais tempo para explorar. Gostei muito.
Em relação à língua, os húngaros falam húngaro. E só, já chega. Inglês? Nada. Placas em inglês não há. Em duas ocasiões andamos à borla nos transportes públicos, porque não descobrimos onde se tiravam os bilhetes e não havia ninguém que nos soubesse explicar. Era um filme para perceberem o que queríamos. Cheguei quase mestra em linguagem gestual.














Viena

Chegada a Viena a paisagem muda. Nota-se que estamos noutro país, um país bem mais à frente. Viena é uma cidade que mete respeito. Esmaga. Tudo é grandioso. Grandes monumentos, impecavelmente conservados. Ruas largas, super limpas. Tudo tão limpo e tão direito e tão civilizado que chega a meter impressão. Até os habitantes. Bem vestidos, altos, loiros, magros, sempre a direito. Sem grandes defeitos a olho nu. Gostei imenso da visita à Ópera e tive pena de ter oportunidade de assistir a uma (que não fosse assim muito chata). Achei curioso ver o pessoal vestido a preceito, de fato e gravata e vestido de gala, a abocanhar uns cachorros e a deitar abaixo umas bejecas enquanto esperavam para entrar na Ópera. 
Aqui senti-me melhor em termos de comunicação. De alemão conseguia perceber qualquer coisinha. Ler umas placas ou um menu. A grande parte das pessoas com quem falamos entendia inglês. Portanto, sem problemas de maior.
Viena tem tanto de linda e imponente como de cara. Até me custa estar sempre a falar de dinheiro, mas é inevitável. Senti-me roubada ao pagar 3.80€ por uma cerveja (má), um bilhete de eléctrico custa a módica quantia de 2.20€. Isto já para não falar do preço do café. Café, mau ainda por cima. O que é que se passa com os países europeus e o café? Em nenhum destes países paguei menos de 2€ por uma mijoca disfarçada de café. Portanto, quem quiser ser feliz em Viena não se esqueça de levar uma carteira cheia de euros. 










sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bratislava

Bratislava vimos só de passagem. Estivemos lá só uma tarde a passear no centro. É uma cidade cujo centro histórico é muito pequeno. Depois da separação da antiga Checoslováquia, Bratislava tornou-se capital da parte mais pobre, a Eslováquia. Nota-se que não tem a grandiosidade de uma capital europeia. De qualquer forma tem um centro bonito e limpo. E creio que foi o sítio onde os habitantes foram mais simpáticos e agradáveis. Aqui, já com o euro, foi a cidade mais barata das que visitei. Ainda assim, mais cara do que Portugal.









Praga


Depois de algumas horas de viagem chegamos a Praga. O tempo não estava lá grande coisa. Incerto como aqui. Ora chovia, ora fazia sol. Praga é uma cidade simpática (só a cidade porque os habitantes dela nem por isso). Demos umas voltas pelo centro da cidade. O relógio astronómico é muito bonito. Sempre tive ideia que fosse bem maior. Foi uma surpresa. O que mais gostei da cidade foi, provavelmente, a Ponte Carlos. Linda, com uma vista fabulosa de ambos os lados. O centro histórico é muito interessante. Gosto dos centros velhos das cidades.
Já não estava habituada a ter de cambiar dinheiro. É uma canseira ter de estar constantemente a fazer contas. Mas é inevitável, já que pagar em euros é sinónimo de perder dinheiro. É tudo caro. Tudo.
O metro da cidade mete um bocado de medo. Mas nada é mais assustador do que ir para um país cuja língua não falamos. Ou melhor, quando não temos a mais pequena noção do que se ouve. Quando não nos é familiar uma única palavra. E quando os habitantes falam tão bem inglês como eu checo. Ah, e aquela estória das Checas....puro mito urbano. Não são nada de especial, assim no geral.













sábado, 3 de setembro de 2011

Férias...

 E depois de um Junho, Julho e Agosto de trabalho a aturar quem esteve de férias, agora chegou a minha vez. Sim, e porque eu também tenho direito a férias (e férias em casa não são férias, são dias de trabalho caseiro) aguarda-me nada mais nada menos que o melhor para as melhores. Nove diazitos a deambular nas entranhas da velha Europa. A partir de terça-feira. Até já.

Praga
Viena
Bratislava
Budapeste