The King's Speech
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Marrocos - Marraquexe
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Finalmente, Marraquexe. Linda e maravilhosa. Claramente a cidade mais bonita de Marrocos. Ou melhor, a cidade com mais carisma. Aquela praça Djemaa el-Fna é maravilhosa. E suminhos de laranja natural a 0.40 € souberam a pato. Eu mamei uma meia dúzia deles e , se mais tempo lá estivesse, mais vinham cá parar ao bucho. O meu intestino que já trabalhava a 200 % resmungou e começou a trabalhar a 250%. Mas eu não me importei. Valeu bem a pena.
Marrocos - Fez
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Junto com Marraquexe, Fez era a cidade que mais curiosidade me despertava. E as minhas expectativas não saíram furadas. A Medina de Fez el-Bali é qualquer coisa, com tortuosas ruelas com bazares, restaurantes, mesquitas e as famosas fábricas de curtumes, onde me disseram que eu, com outro estilo de roupa, passava perfeitamente por marroquina. Ora, quando precisar de fugir ao fisco por algum motivo, já sei onde me esconder. Enfim, uma cidade que é um encanto e a minha máquina sempre a disparar .
Marrocos - Meknès
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A caminho de Fez demos um saltinho a Meknès, uma cidade pequena com ar descontraído e bastante menos povoado, logo menos confuso. Tropeçamos ainda nas ruínas de Volubilis. Este romanos têm a mania, deixam vestígios em todo lado. Aqui já eu salivava por umas iscas com arroz de feijão acompanhadas por um Monte Velho tinto.
A caminho de Fez demos um saltinho a Meknès, uma cidade pequena com ar descontraído e bastante menos povoado, logo menos confuso. Tropeçamos ainda nas ruínas de Volubilis. Este romanos têm a mania, deixam vestígios em todo lado. Aqui já eu salivava por umas iscas com arroz de feijão acompanhadas por um Monte Velho tinto.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Marrocos - Rabat
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Continuando pelas cidade imperiais a próxima paragem foi a capital Rabat. Mais agradável ao olho que Casablanca. Dou o maior destaque a Kasbah Oudaya, à cidade dento da cidade, pintada em tons de azul e branco, uma conjugação de cores especialmente bonita e apreciada por gentes de bom gosto, diga-se de passagem, super limpa e cheia de harmonia. Depois há o mercado central e o palácio real e coisas assim bonitas para ver. Atravessar a rua continua a ser uma aventura altamente perigosa. Neste altura já os meus intestinos trabalhavam horas extra.
Continuando pelas cidade imperiais a próxima paragem foi a capital Rabat. Mais agradável ao olho que Casablanca. Dou o maior destaque a Kasbah Oudaya, à cidade dento da cidade, pintada em tons de azul e branco, uma conjugação de cores especialmente bonita e apreciada por gentes de bom gosto, diga-se de passagem, super limpa e cheia de harmonia. Depois há o mercado central e o palácio real e coisas assim bonitas para ver. Atravessar a rua continua a ser uma aventura altamente perigosa. Neste altura já os meus intestinos trabalhavam horas extra.
Marrocos - Casablanca
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Casablanca não é uma cidade bonita. De todo. Junto com Ankara é, provavelmente, das cidades mais sem graça que já visitar. Se calhar por ser super populada, de ter um exagero de avenidas e prédios sem graça, ou mesmo por se verem demasiados carros nas estradas, o que torna uma aventura assustadora atravessar qualquer rua. Safa-se a costa banhada pelo nosso companheiro Atlântico e a vistosa Mesquita de Hassan II. Imponente.
Casablanca não é uma cidade bonita. De todo. Junto com Ankara é, provavelmente, das cidades mais sem graça que já visitar. Se calhar por ser super populada, de ter um exagero de avenidas e prédios sem graça, ou mesmo por se verem demasiados carros nas estradas, o que torna uma aventura assustadora atravessar qualquer rua. Safa-se a costa banhada pelo nosso companheiro Atlântico e a vistosa Mesquita de Hassan II. Imponente.
continua ...
Marrocos
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Marrocos sempre foi um país que me despertou uma certa curiosidade e sempre tive vontade de conhecer. Primeiro porque faz parte da África Magrebe ( e eu confesso que tenho um fraquinho por esta cultura, tirando, obviamente, a parte da religião, do terrorismo e da demência) segundo porque fica só a uma horita de distância ( porque andar de avião é porreiro durante a primeira hora, suporta-se durante a segunda e a partir da terceira é saturante) e terceiro porque sempre tive esperança que me aparecesse por lá o D. Sebastião numa manhã de nevoeiro.
D. Sebastião nem vê-lo, mas marroquinos jeitosos vi aos molhos, o que faz sempre bem à vistinha e alegra o pensamento. Então aqui vão umas fotos e umas considerações acerca das cidades por onde passei os olhinhos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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