sexta-feira, 26 de março de 2010

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"Quando aprendi a falar mau português (risos) para o filme Love Actually, tomei conhecimento de músculos que não sabia que tinha! A pronúncia é quase impossível de imitar... soa um bocado a russo..."

Colin Firth

quarta-feira, 24 de março de 2010

Espelho mágico, espelho meu, haverá blog melhor que o meu?

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Eu comecei nestas andanças da blogosfera em 2002. Achei piada, criei um blog. Depois fartei-me e apaguei-o. Voltei a criar outro, voltei a fartar-me e a apagá-lo. Depois criei este que foi ficando. Houve uma altura em que deixei de escrever durante uns tempos, mas, entretanto, voltei. Não tenho tempo, nem paciência para escrever todos os dias. E admiro profundamente bloggers que tenham assunto para actualizar o blogue todos os dias. Mesmo repetindo-se vezes sem conta. Nestes oito anos os blogues cresceram e multiplicaram-se. Há blogues para todo o tipo de coisas. O que é bom, claro. Há diversidade. Há, obviamente, mais opções de escolha. E há, claro, blogues deliciosos que são óptimas distracções. Depois há blogues criados por pessoas famosas. E há pessoas que se tornaram famosas pelos blogues que têm. É aqui que entra o conflito. As guerras de atenção. São possuídas por uma coisa ruim saída directamente das trevas e começam a infernizar a vida (blogosférica) umas das outras.


Para mim, além dessas picardias que se notam em certos blogues, há algo que eu acho fantástico. A consolidação de uma legiões de admiradoras e defensoras que alguns blogs conseguem ter. Uma espécie de claques da blogosfera. Lutando como amazonas virtuais. Com ataques verbais do pior que já li. Porque uma acha piroso uma sandália usada com meia e outra não gosta de determinado par de sapatos. E porque umas acham que a sua opinião é mais correcta do que a outra, transformam caixas de comentários em absurdas batalhas campais. Seria de rir (que já me ri muitas vezes, confesso) se não fosse tão ridiculamente descabido.

Mas, como toda a ovelha precisa do seu pastor, o mais grave é assistir-se à total aceitação e incentivo dos proprietários dos blogues. Um dos quais ao ponto (imagine-se) de ameaçar uma tentativa de despedimento de uma leitora do seu emprego. Quando apenas um delete resolvia a situação sem causar qualquer tipo de problemas.


E tenho pena que este tipo de situações se passem em blogs femininos onde, mais uma vez, se confirma a falta de compreensão entre mulheres. Onde cada uma se julga melhor do que a outra pelos motivos mais fúteis. E onde, numa altura em que tanto se discute a liberdade de expressão, se vê que as pessoas são tão intolerantes umas com as outras que não conseguem sequer respeitar uma opinião diferente.

E depois tenho saudades de 2002. Da paz e do sossego da blogosfera. E sem referir, claro, que era bastante mais nova, o que, só por acaso, me dava um jeitaço.

segunda-feira, 22 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

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Enquanto via o Project Runway, que não sigo, descobri que esta é a Monica Lafayette. E quem é a Monica Lafayette? Cantora de uma banda punk? Cabeleireira da Rihanna? Não, é consultora de moda. E vai estar no Cascais Shopping, na fashion week. (wtf?) Eu quero um cabelo assim. Não, eu quero dois cabelos assim. Um para a semana, outro para o fim de semana.

Project Runway

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Não que eu gosto do programa. Que não gosto. Não que eu siga o programa. Que não sigo. Mas esta personagem daqui de cima é um bocado vacalhona. Não é?

quarta-feira, 10 de março de 2010

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Esta noite por pouco não mijei na cama. Estava eu a sonhar que estava sentada em cima de uma arca frigorifica, daquelas de bebidas, mais especificamente uma arca frigorifica da coca-cola, igual à que tenho no trabalho, calça e cueca para baixo a tentar mijar. Verdade. Mas devia estar com algum problema na bexiga porque tinha vontade, mas não estava a conseguir fazer. Foi a minha sorte senão acordava molhadinha e quentinha.
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Há dias em que estou especialmente sem paciência para aturar quem quer que seja. Hoje é um desses dias.

domingo, 7 de março de 2010

Cinema - Alice no País da Maravilhas

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Há meses que ansiava pela estreia deste filme. Não só porque sou grande fã do Tim Burton e do Johnny Depp, mas porque adoro os clássicos da Disney. E o conto de Lewis Carroll foi um dos meus clássicos preferidos. O filme, como já esperava, é fabuloso. Está tão bem feito que é difícil separar as personagens reais da animação. A Helena Bohnam Carter está sublime no papel da Rainha de Copas. O Johnny Depp está fantástico como chapeleiro louco. Mas isso eu já esperava. O que me surpreendeu no filme foi a animação. O gato, as flores que falam e a lagarta. O gato está tão bem feito, a forma como aparece e desaparece parece realmente real. A cena em que a Rainha de Copas joga cricket com o flamingo é deliciosa. Adorei tudo.

Foi também a primeira vez que vi um filme em 3D. A única experiência em 3D que tinha tido foi no tempo dos dinossauros. Sim, quando fiz aquela colecção de livros de dinossauros com algumas imagens em 3D e aqueles óculos espectaculares, andava eu na escola primária. No ecrã é diferente. É, obviamente, melhor. E este tipo de filme é o ideal para esta experiência.
Mal posso esperar pela Maleficent.

E assim de repente acho que me cheirou a pipocas.

sexta-feira, 5 de março de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

Um momento de publicidade

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Eu não sou nem nunca fui moçoila de bolachas. Prefiro uns chocolatinhos, uns tremoços ou coisas assim. Mas estes biscoitos de manteiga, estes bicoitos... São deliciosos e viciantes. Então estes com os buraquinhos e aqueles do meio são qualquer coisa. Não posso comprar mais disto cá para casa.

Bullying nas escolas

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Uma notícia que me chocou imenso esta semana foi o alegado suicídio do menino de Mirandela que alegadamente sofreria de Bullying. Esta é uma questão que sempre me incomodou. Não suporto cobardia. E vindo de crianças, só me deixa mais chocada com a natureza mesquinha do Homem que me parece cada vez mais inata. Porque não me falem em famílias problemáticas, problemas financeiros ou o que quer que seja. Não são, nem podem ser desculpas para a maldade. Porque o Bullying é maldade pura.

Há uns tempos vinha eu no metro em hora de ponta. Consegui lugar sentado num lugar imediatamente atrás de um daqueles bancos que têm outros bancos em frente. Normalmente quando viajo em transportes públicos não gosto de ir a olhar para as pessoas. Porque também não gosto que fiquem a olhar para mim. Evito reparar nisto ou naquilo. Então normalmente olho para o chão, para o tecto, para a janela, enfim... A certa altura da viagem reparei numa miúda que estava sentada dois bancos à minha frente. Mas que estava virado para o meu. A miúda tinha uma mochila às costas e estava sentada na ponta do banco. Devia ter uns 16 anos. Por trás dela estavam duas badalhocas, literalmente badalhocas, bem mais velhas que ela (pelo menos pareciam) de cabelo comprido amarrado em rabo-de-cavalo, grandes e grossas argolas de ouro e uma série de voltas de ouro à volta do pescoço. Tinham toda a pinta de arruaceiras. Estas duas cobardolas estavam constantemente a dar estalos à miúda, mas disfarçadamente. Na cabeça, no pescoço, na cara. A miúda, de costas para elas tentava evitar, mas não dizia nada. Não piava. Depois do choque, a minha primeira reacção ía ser falar, insultá-las um bocadito só para me dar um bocadinho de gosto, mas depois pensei duas vezes porque tive medo que depois fosse pior para a miúda. Que sofresse represálias maiores. Enquanto pensava no que fazer, ela levanta-se e sai disparada e aqueles seres desprezíveis, porque não consigo arranjar melhor adjectivo, conseguiram sair atrás dela. Depois senti-me culpada por não ter dito nada logo na altura.


Resumindo, eu não sei qual seria a minha reacção se sonhasse que um filho meu estivesse a sofrer uma violência destas, aparte da vontade de partir a cara aos monstrinhos. Porque são pequenos monstros. O que posso garantir é que depois das queixas na escola, polícia e afins, o meu filho era imediatamente tirado da escola em questão. Porque eu nem quero imaginar o terror que deve ser para estas crianças conseguirem ir à escola. Deve ser uma violência psicológica tão grande que pode ter graves repercussões no futuro.


Voltando ao caso do miúdo de Mirandela, que me desculpem os professores, funcionários, directores e afins da escola, mas grande parte da culpa nestes casos passa por eles. Eu não acredito que toda esta gente não se aperceba no que se passa entre os miúdos. Não acredito. Porque tudo começa na escola. E porque é no ambiente escolar que devem ser detectados. E devem estar mais atentos nestes casos e reportá-los imediatamente aos pais.

Eu sou da opinião que a educação tem de ser dada em casa. A profissão dos professores não é educá-los, é ensiná-los. E tenho também consciência que há muito pai estupidinho e ceguinho e burrinho e essas coisas todas. E, regra geral, apoio os professores nas quesílias entre pais/alunos/professores, porque normalmente estes têm razão. Mas este não é um caso de educação. É uma caso de violência grave que tem de ser controlado. E os miúdos têm de ser severamente castigados. Porque senão, daqui a uns tempos, vamos ter uma série de monstrinhos à solta nas ruas que vão ser o futuro deste país.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Censura e Militão

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Numa altura que muito se fala da alegada tentativa do governo para dominar a comunicação social, eu sou da opinião que a censura em certos e determinados casos até faz muito jeito. E acho que esta não devia ser totalmente posta de lado. Um desses casos é o lançamento do livro de Luís Miguel Militão sobre a sua colaboração no rapto e assassínio de um grupo de portugueses que, julgavam estes, íam passar uns dias de férias ao Brasil. Não vou falar no crime macabro, porque acho que nem vale a pena. O que vou questionar é o direito de alguém de publicar um livro relatando um crime absolutamente hediondo sem qualquer tipo de carácter e respeito pelas famílias das vítimas. Mas depois, e pensando bem, de uma pessoa que tenha cometido um crime desses, não é de esperar qualquer respeito seja por quem for. Então passo para outro tópico. Que raio de editora tem a coragem de aceitar publicar uma merda destas? Porque não consigo aceitar que o dinheiro seja mais importante do que fazer o que é correcto. Honestamente não me entra no miolo. Então seria aqui que deveria entrar a censura. Crua e dura. Devia ser altamente proibido uma merda destas vir para as bancas. E gostava de saber que tipo de mentes macabras e dementes vão ler este livro. Porque acredito que não tarda está no tops. Obviamente que a mim não me apanham no meio dessas páginas. Assim como irei pensar e repensar antes de me tentar em comprar qualquer livro editado pela Guerra & Paz.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Rescaldo Sporting - F.C Porto

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Estou completamente convencida que o Sporting (ou mesmo o Benfica, aquele antro de conspiradores) juntaram-se a algum culto satânico, aderiram à magia negra ou mesmo ao vudu de forma a prenderem a perninhas dos nossos jogadores. Nunca vi tanta asneira e tanta trapalhada na nossa equipa tão ganhadora.